30
jul

“Seu diabo sai fora daqui” embala risos e ‘louvores’ no Verbo da Vida

por: Antognoni Misael


para-nossa-alegria1Olha só o vídeo que tá na rodando pelas redes sociais. Antes de ver lembre-se, “são coisas que se discernem espiritualmente”. – Ah é?

É tipo assim: “hahaha hihihi, Seu diabo sai fora daqui”!!

Rir é o remédio, ou como disse Frejat, rir de tudo é desespero?

O pastor e pesquisador de seitas, Joaquim Andrade compartilhou o vídeo e disse: ” O QUE DIZER DE UM CULTO ONDE A PALAVRA DE DEUS É SUBSTITUÍDA POR UM LOUVOR COM LETRAS PROFUNDAS COMO ESTA, E VEJA COMO O POVO QUER PÃO E CIRCO. VAMOS TRABALHAR AS EMOÇÕES, O QUE IMPORTA É ESTAR DE BEM COM A VIDA COMO JÁ DIZIA UMA BISPA NA TELEVISÃO. ACORDA POVO DE DEUS!!! JESUS ESTÁ VOLTANDO!!!”

Bem, cada dia que passa não tenho criatividade pra comentar coisas desse tipo. Também não vou dizer que ou choro ou rio, porque rir nesse caso já é um contágio herético automático. Chorar também não dá, a música não é triste…

Sinceramente, a vontade que deu foi ouvir We are the Champions na voz de Fred Mercury. Não sei o porquê… alguém sabe?

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Arte de Chocar.

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30
jul

JERUSALÉM É A TERRA SANTA?

por: Compartilhamento


jerusalem_israelTodos os anos, milhões de pessoas viajam para Jerusalém com o objetivo de conhecer os locais considerados sacros. Muitas igrejas evangélicas tentam ir, ao menos uma vez por ano, para Israel e dizem que a experiência mística é completamente diferente. Existem agências de viagem especializadas no turismo religioso para a “Terra Santa”. É um mercado bem explorado e rentável. Não nego que deve ser emocionante pisar nos mesmos lugares que Jesus e os Doze pisaram. Localidades que lemos sobre elas nos Evangelhos. Todavia, devemos ter o cuidado de não deixar que a emoção sobreponha a razão e negue algo que está claro nas Escrituras: Jerusalém não é uma terra santa.

Não existe respaldo bíblico para afirmarmos que exista um território físico, hoje, mais santo do que qualquer outra parte do planeta. Tal conclusão é um equívoco de uma promessa de Deus feita para seu povo. Quando olhamos para o conceito da “terra prometida” na Bíblia, temos que observá-la na perspectiva da redenção. Quando o pecado entrou no mundo, através do primeiro casal, não apenas o homem foi infectado, toda a terra foi. Deus disse a Adão: “Maldita é a terra por tua causa” Gn 3.17.

Se observarmos para os efeitos noéticos que o pecado causou em toda a terra, entenderemos melhor a promessa feita à Abraão (Gn 12.1). Um lugar especial entregue para os descendentes do patriarca hebreu foi reafirmado para Moisés, responsável por conduzir os hebreus do cativeiro Egípcio para Canaã (mas não entrou com eles), terra que mana leite e mel (Ex 3.8). Todavia, este local não era o único em que o Senhor habitava, não podemos restringir Deus a um pedacinho do mundo criado e governado por Ele. Afinal: “Ao Senhor, ao seu Deus, pertencem os céus e até os mais altos céus, a terra e tudo o que nela existe.” Dt 10:14.

Temos que entender que a posse desta terra dada aos hebreus, serve como mais uma das tipologias da antiga aliança. Abraão não seria apenas herdeiro de um pedaço de chão na Palestina, ele seria herdeiro do mundo (Rm 4.13). E assim ele se torna pai de muitas nações (Rm 4. 16-17) e não apenas dos judeus. Canaã, e mais especificamente Jerusalém, cumpriu um papel de “sombra” para aquilo que na nova aliança se tornaria realidade. Da mesma forma que o tabernáculo, a lei, o sacerdócio e os sacrifícios não tinham um fim em si mesmo, mas apontavam para a plenitude da pessoa e do ministério de Cristo, assim também devemos entender a questão da terra. O próprio Abraão entendeu que embora a posse da terra fosse algo que aconteceria de maneira factível, ele já havia compreendido que empossar-se dela era um indicativo de que herdaria algo maior. Além de antever a Jerusalém terrena, ele anteviu, creu e ansiou pela Jerusalém celestial (Hb 11.16).

Em Isaías 19:18-25 temos uma predição de futuro que abraça a ideia da redenção do mundo e qual o papel de Israel nisso. A Salvação chegará ao Egito e lá será um centro de adoração a Deus (v. 18 e 19). Isto é uma representação da salvação do mundo gentílico. Israel será mediador deste plano, pois vem dela o Salvador (Jo 4.22). O profeta fala de uma estrada que será construída do Egito até a Assíria (v. 23). Tal estrada é um caminho que corta Jerusalém, e os egípcios passarão para a Assíria e os assírios passarão para o Egito para cultuarem juntos. Reparem que Jerusalém não é tida como o centro da adoração. Os dois povos representando o mundo gentio ganham o status que pertencem a Israel “benção” e “obras de minhas mãos” (v.25). Assim Israel cumpriu o seu propósito de que por meio dela, seriam abençoadas todas as famílias da terra (Gn 22.18). Assim todos que estavam distantes agora estão pertos (Ef 2.14-17).

Atualmente vemos o cenário de guerra em que vive a nação de Israel. Eles reclamam para si aquele território físico e fazem dele o objeto final da promessa que Deus fez lá no passado para Abraão. Isto é uma demonstração do endurecimento em que ainda vivem muitos judeus que negam que Cristo seja o Messias que as Escrituras apontavam. Tal como no tempo dos Macabeus ou no tempo dos Zelotes, os israelenses querem um Messias político que reine com eles na Palestina. Esta negação é um retrocesso, pois exige a continuação da antiga e limitada aliança. Estar debaixo de uma ordenança da antiga aliança é desprezar a obra de Cristo. Paulo exemplifica isso ao tratar da circuncisão, outra “sombra” da antiga aliança: “Ouçam bem o que eu, Paulo, lhes digo: Caso se deixem circuncidar, Cristo de nada lhes servirá” Gl 5.2.
Ademais, a aliança é condicional (Ex 19.5). A terra não é um presente de Deus para os ímpios, mas para os justos (vide Sl 37), a justificação veio por meio da fé em Cristo, então apenas os crentes no Senhor Jesus são, mediante a graça divina, considerados justos (Rm 3. 21-26). Também devemos alertar para o que o apóstolo Paulo falou acerca de Jerusalém, quando traçou o comparativo entre os dois filhos de Abraão: Ismael, o filho da escrava Hagar e Isaque, o filho da livre, que é Sara: “Hagar representa o monte Sinai, na Arábia, e corresponde à atual cidade de Jerusalém, que está escravizada com os seus filhos. Mas a Jerusalém do alto é livre, e essa é a nossa mãe” Gl 4.25-26.

Portanto, podemos concluir que Jerusalém não é a terra santa e que este adjetivo não mais lhe cabe. Enquanto, nos moldes da antiga aliança, o Templo situado no centro da Cidade era o local em que estava a Shekinah, o título era adequado. Mas o Senhor tirou a Sua glória do Templo antes da chagada dos babilônicos (vide Ez 10) e mesmo após ter restaurado a glória da segunda casa (Ag 2.9), Jesus rasgou o véu do Templo (Mt 27.51) e este foi novamente destruído no ano 70 pelos romanos. Hoje a glória do Senhor está naqueles que O adoram, nem em Jerusalém e nem em Samaria, mas em Espírito e em Verdade (Jo 4.23-24). Deus, em Cristo, redimiu toda a terra que Adão maculou. Aguardemos então a verdadeira Jerusalém, santa e imaculada, no qual Jesus é o Senhor e que foi revelada a João, o apóstolo amado. Lá:

- Deus estará presente, habitando no meio do Seu povo (Ap 21.3).

- Não haverá morte, nem sofrimento, nem dor (Ap 21.4).

- Teremos acesso direto a fonte da vida (Ap 21.6).

- Não será preciso santuário, pois a glória do SENHOR iluminará todo o local (Ap 21. 22-24).

- Não terá nada contaminado pelo pecado (Ap 21.27).

- Nesse lugar, o fruto da árvore da vida, negado a Adão e Eva, enfim nos será dado (Ap 22. 2).

- A maldição será totalmente abolida do meio do povo remido (Ap 22.3).

Maranata! Ora, vem Senhor Jesus! (Ap 22.20)

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O texto é de Thiago Oliveira, pernambucano, educador social e blogueiro.

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27
jul

Política e Igreja

por: Compartilhamento


politica e igrejaAproximam-se as eleições, e nos mais radicais chega a dar calafrios quando o assunto é política no seio das comunidades evangélicas. As aberrações são tamanhas, que grande parte dos evangélicos têm se fechado para assunto. Até que ponto isso bom? O porquê do descrédito? O que a bíblia diz a respeito?

A Bíblia enfatiza muitos benefícios conquistados pela presença de homens de Deus junto às decisões políticas. Mardoqueu, por exemplo, impediu que muitos “dos seus” fossem mortos nos relatos do Livro de Ester, por que estava lá: no cerne político do Império Persa. E o que dizer de José, que como tantos outros, pôde lutar pelos princípios em que crera, fazendo prosperar um império no primeiro escalão político do Egito Antigo.

Então é bom a igreja envolver-se, certo?! Não exatamente. Muita coisa mudou desde os tempos bíblicos e eu que nasci num lar cristão já presenciei coisas que fariam Mardoqueu se contorcer em seu túmulo (calma xiita, foi só uma figura de linguagem). Bom, eu já vi santinhos (panfletos onde na maioria das vezes o fotografado não tem nada de santo) serem distribuídos na saída do culto; políticos ligados ao ocultismo e a ritos pagãos tomarem lugar no altar como se fossem uma referência eclesiástica a ser seguida; o fato de nos bastidores da política já existirem cotações financeiras (com cifras elevadas) sobre em que líder evangélico “investir” (comprar) para agregar votos da massa gospel.

Estarrecedor ouvirmos o termo “porteira fechada” ao se referirem ao dinheiro pago para se ter o apoio integral de uma igreja. Líderes que abdicam de seus chamados para lançarem-se politicamente, cedendo à pressão de um sistema sujo envolvendo-se em escândalos de corrupção. Eis o porquê do descrédito. Da repulsa de falar em política dentro das igrejas.

Sem generalizações, muitos líderes contemporâneos, se fossem transportados para os tempos bíblicos de José, facilmente fariam acordos escusos com Faraó a fim de calar seus comandados e perpetuarem-se no poder (sei que já viu esse enredo por aí). A representatividade nos tempos bíblicos servia ao povo de Deus e seus princípios, hoje, no entanto, vê-se comumente o povo servindo à representatividade – fiéis como moeda de troca de vantagens financeiras.

Uma coisa é certa, os evangélicos estão mais esclarecidos, mais críticos. As insanidades de outrora já não colam mais, e já é possível acompanhar mais de perto a postura de nossos representantes. Façamos os devidos filtros à luz do evangelho, sem nos esquecermos das consultas acerca da idoneidade pregressa de nossos candidatos. Oremos para que Deus levante “Mardoqueus” nessa geração, pois abster-se da política é mais prejudicial à igreja que aos políticos que queremos punir. Certos ainda, de se fazer real o grito incólume de um Brasil melhor, onde: “Quando o Justo governa o povo se alegra, mas quando o ímpio domina o povo geme.” (Provérbios 29:2)

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O texto é de Júnior Martins, gente inconformada com o sistema e que colaborou com nosso trabalho através desse texto pertinente.

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25
jul

Parábola do bom palestino

por: Leonardo Goncalves


palestinaEis que dentre a multidão, se levantou certo sionista e perguntou a Jesus: Mestre, que farei para herdar a vida eterna?

Jesus lhe disse: “Que está escrito na lei? Como você a interpreta?”

Ele respondeu: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças, com todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo”. E o Senhor lhe disse: “Você respondeu corretamente, faça isso e você viverá”. Mas ele, querendo justificar a si mesmo, perguntou novamente: “Mas quem é o meu próximo?” Então Jesus contou-lhes uma parábola que dizia:

Certo homem saia de Jerusalém e se dirigia à Faixa de Gaza, quando caiu na mão dos salteadores. Estes roubaram tudo o que ele tinha, lhe deram uma surra e o deixaram quase morto. Ocasionalmente, passava por ali um sionista estadounidense, o qual vendo-o, passou de longe. Depois disso, passou por ali um pastor dispensacionalista, que vendo o homem ferido, se afastou dele. Finalmente apareceu um palestino, o qual vendo-o, se moveu de íntima compaixão. Aproximando-se, prestou-lhe os primeiros auxílios, limpou-lhe as feridas, colocou o desconhecido em seu carro e o levou à casa de uns amigos. Tendo cuidado dele toda a noite, como precisava partir, entregou 3 mil shaqalins ao dono da casa e lhe disse: “Por favor, cuide dele, e se você tiver alguma outra despesa, te pagarei quando voltar”.

Então Jesus, dirigindo-se a multidão que estava composta por sionistas, evangélicos dispensacionalistas, membros do conselho da ONU, e muitos judeus, perguntou: “Qual destes parece que foi o próximo do homem que foi assaltado?”

Então o sionista, bastante contrariado, disse: “Foi o palestino”.
Jesus então lhe disse: “Vai e faça da mesma maneira!”

Neste momento os sionistas que estavam entre a multidão começaram a gritar: “Os palestinos são todos terroristas! Eles devem ser eliminados da face da Terra!”. Os pastores dispensacionalistas alçaram seus mapas do “plano divino” e começaram a dizer: “Israel é o dono legitimo desta terra! Eles tem o direito divino de expulsar seus inimigos”. Os membros da ONU, por sua vez, fizeram caso omisso a tudo o que estava acontecendo.

E foi então que os judeus começaram a dizer: “Quem é este que diz blasfêmias? Crucifiquem-no! Crucifiquem-no! Crucifiquem-no!”

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Do Púlpito Cristão.

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24
jul

Para a Igreja Presbiteriana do Brasil, igreja ‘Verbo da Vida’ tem elementos característico de seita

por: Antognoni Misael


verboRecentemente alguns internautas, cristãos, vinculados a Igreja Presbiteriana do Brasil, divulgaram nas redes sociais um posicionamento da Igreja Presbiteriana do Brasil em relação a igreja “Verbo da Vida”. Tivemos dúvida antes de publicar a matéria, mas após consultar o site se.icalvino.net o colunista do blog UMP da Quarta, Guilherme Barros, confirmou a notícia e nos mandou um print da página a qual teve acesso.

Não é a primeira vez que Igreja Presbiteriana do Brasil emite opinião sobre denominações de teologia duvidosa. Em 2010 ela também se pronunciou em relação as igrejas IURD e Mundial, considerando-as seitas. Agora, novamente depõe em relação a denominação Verbo da Vida, a qual tem estreita ligação com Kenneth Hagim, representante do movimento Palavra de fé, onde a confissão positiva, teologia da prosperidade e outras heresias foram veiculadas dentro do cenário eclesiástico brasileiro. Veja na íntegra o conteúdo.

Não é a primeira vez que Igreja Presbiteriana do Brasil emite opinião sobre denominações de teologia duvidosa. Em 2010 ela também se pronunciou em relação as igrejas IURD e Mundial, considerando-as seitas. Agora, novamente depõe em relação a denominação Verbo da Vida, a qual tem estreita ligação com Kenneth Hagim, representante do movimento Palavra de fé, onde a confissão positiva, teologia da prosperidade e outras heresias foram veiculadas dentro do cenário eclesiástico brasileiro. Veja na íntegra o conteúdo.

Posicionamento oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil quanto a Igreja Verbo da Vida.Considerando:

1) Que a Igreja Verbo da Vida é ligada ao Kenneth Hagim Ministries;

2) Que a Igreja é defensora e praticante do “evangelho da saúde e da prosperidade” também conhecido como “Teologia da Prosperidade”, “Confissão Positiva”, “Palavra da fé” e “Movimento da Fé”;

3) Que a igreja verbo da vida foi implantada no Brasil pelo “apóstolo” Bud Wright, e em seu blog existem afirmações que apontam as convicções e ensino da referida igreja;

4) Que a Igreja em seus encontros apresenta práticas muitos similares das que são praticadas na IURD – Igreja Universal do Reino de Deus – fato facilmente constatado nos vídeos espalhados na internet;
O SC/IPB 2014 RESOLVE:

1. Reconhecer que a Igreja Verbo da vida apresenta uma orientação teológica neo-pentecostal e com muitos elementos característicos de seita;

2. Determinar aos concílios inferiores que se abstenham de relações intereclesiásticas com a Igreja Verbo da Vida e só recebam por batismo e profissão de fé;

3. Responder ao concílio consulente que a Igreja verbo da vida não pode ser tratada como igreja co-irmã.

Imagem do texto no site se.icalvino.net.
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Antognoni Misael.

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23
jul

Púlpito Não é Palanque!!

por: Antognoni Misael


Infelizmente chegou a época onde o púlpito vira palanque, onde o pastor é cabo eleitoral, os obreiros manobras de votos de cabresto, e Deus…? Bem, Deus “incorpora no político”, não é? #SQN

Essa campanha é de utilidade pública e religiosa!!

pulpito nao e palanque

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Arte de Chocar

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23
jul

BISPO MACEDO, UM FALSO PROFETA QUE PREGA UM FALSO EVANGELHO

por: Renato Vargens


macedoA inauguração Templo de Salomão pela bispo Edir Macedo, seus falsos ensinamentos e a banalização da graça, bem como a pregação de um falso evangelho fazem do líder da IURD um falso profeta.

A foto ao lado não me deixa mentir. Vestido como um “sacerdote”, com as “tábuas da lei” ao lado, recheado de misticismo Macedo afronta o Evangelho.

Eu já havia escrito um texto onde afirmei que a Igreja Universal do Reino de Deus definitivamente não é uma igreja evangélica. Hoje eu escrevo outro afirmando que o seu fundador, Edir Macedo é um falso profeta.

Edir Macedo Bezerra é carioca, tendo nascido em 1945. Seu pai era comerciante, sua mãe dona de casa, ambos católicos praticantes. Edir é o quarto de uma série de 33 filhos, dos quais 10 morreram e 16 foram abortados por terem nascido “fora de época”.

Em 1975, Edir Macedo foi consagrado pastor na Casa da Benção pelo missionário Cecílio Carvalho Fernandes. Dois anos depois juntamente com Carlos Rodrigues fundou a Igreja Universal do Reino de Deus onde tem ensinado e pregado um evangelho diferente do evangelho de Cristo.

O principal foco de Edir Macedo é a “luta” contra os demônios da pobreza além obviamente da espúria teologia da prosperidade. Em todos seus templos enfatiza-se a libertação dos espíritos, e a prosperidade financeira, usando para isso métodos onde o sincretismo e a mistura de crenças e fé se fazem presentes.

As doutrinas ensinadas por Macedo são repugnantes. Para curar ou operar milagres em uma pessoa, os “macedianos” fazem qualquer negócio. Em outras palavras isso significa vender “pedras da tumba de Jesus”, comercializar ” a água benta do rio Jordão”, distribuir “a rosa milagrosa”, empurrar goela abaixo “sal abençoado pelo Espírito Santo”, além de reconstruir aquilo que Jesus destruiu”. Se não bastasse isso, Edir Macedo defende o aborto, relativiza a ética, e sincretiza o evangelho expulsando dos fiéis “encostos” em “sessões de descarrego.”Caro leitor, como já afirmei a Igreja Universal do Reino de Deus não é uma Igreja protestante ou evangélica, assim também como seu fundador não pode ser considerado crente em Jesus.

Minha oração é que Deus tenha misericórdia do bispo Macedo e que ele venha a se arrepender de seus ensinos, pecados e heresias.

Renato vargens

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Fonte: Blog do Renato.

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