23
jul

BISPO MACEDO, UM FALSO PROFETA QUE PREGA UM FALSO EVANGELHO

por: Renato Vargens


macedoA inauguração Templo de Salomão pela bispo Edir Macedo, seus falsos ensinamentos e a banalização da graça, bem como a pregação de um falso evangelho fazem do líder da IURD um falso profeta.

A foto ao lado não me deixa mentir. Vestido como um “sacerdote”, com as “tábuas da lei” ao lado, recheado de misticismo Macedo afronta o Evangelho.

Eu já havia escrito um texto onde afirmei que a Igreja Universal do Reino de Deus definitivamente não é uma igreja evangélica. Hoje eu escrevo outro afirmando que o seu fundador, Edir Macedo é um falso profeta.

Edir Macedo Bezerra é carioca, tendo nascido em 1945. Seu pai era comerciante, sua mãe dona de casa, ambos católicos praticantes. Edir é o quarto de uma série de 33 filhos, dos quais 10 morreram e 16 foram abortados por terem nascido “fora de época”.

Em 1975, Edir Macedo foi consagrado pastor na Casa da Benção pelo missionário Cecílio Carvalho Fernandes. Dois anos depois juntamente com Carlos Rodrigues fundou a Igreja Universal do Reino de Deus onde tem ensinado e pregado um evangelho diferente do evangelho de Cristo.

O principal foco de Edir Macedo é a “luta” contra os demônios da pobreza além obviamente da espúria teologia da prosperidade. Em todos seus templos enfatiza-se a libertação dos espíritos, e a prosperidade financeira, usando para isso métodos onde o sincretismo e a mistura de crenças e fé se fazem presentes.

As doutrinas ensinadas por Macedo são repugnantes. Para curar ou operar milagres em uma pessoa, os “macedianos” fazem qualquer negócio. Em outras palavras isso significa vender “pedras da tumba de Jesus”, comercializar ” a água benta do rio Jordão”, distribuir “a rosa milagrosa”, empurrar goela abaixo “sal abençoado pelo Espírito Santo”, além de reconstruir aquilo que Jesus destruiu”. Se não bastasse isso, Edir Macedo defende o aborto, relativiza a ética, e sincretiza o evangelho expulsando dos fiéis “encostos” em “sessões de descarrego.”Caro leitor, como já afirmei a Igreja Universal do Reino de Deus não é uma Igreja protestante ou evangélica, assim também como seu fundador não pode ser considerado crente em Jesus.

Minha oração é que Deus tenha misericórdia do bispo Macedo e que ele venha a se arrepender de seus ensinos, pecados e heresias.

Renato vargens

***

Fonte: Blog do Renato.

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22
jul

Eu também mudei

por: Augustus Nidocemus


pastotrSeria uma grande tolice da minha parte negar que as pessoas mudam no decorrer dos anos. Eu mesmo já mudei de opinião em questões teológicas algumas vezes.

Quando me converti, pela graça de Deus, aos 22 anos, era um zeloso arminiano dispensacionalista. A leitura de Spurgeon dois anos mais tarde me curou do arminianismo e o seminário em Recife, no ano seguinte, se encarregou do dispensacionalismo. Durante o mestrado na África do Sul, quando eu já tinha 31 anos, mudei de opinião quanto ao papel do Espírito Santo no Antigo Testamento – passei a crer que Ele também habitava nos crentes da antiga dispensação da mesma forma que hoje habita nos crentes da nova. E foi nesta época que passei a acreditar na possibilidade de reavivamentos espirituais hoje. Nos próximos anos, algumas outras mudanças no entendimento de algumas passagens difíceis aconteceram.

Todavia, nenhuma destas mudanças me levou para fora do círculo do Cristianismo histórico. Nunca mudei naquelas coisas que consideramos como o núcleo essencial do Cristianismo bíblico, como a doutrina da Trindade, a plena divindade e humanidade de Cristo, a personalidade do Espírito, os atributos clássicos de Deus – imutabilidade, onipotência, onipresença e onisciência, etc. – a queda e o estado de perdição e pecado no qual se encontra toda a raça humana, a morte sacrificial e expiatória de Cristo e a salvação pela graça mediante a fé no Salvador, a sua ressurreição literal e física de entre os mortos, sua segunda vinda, o céu e o inferno como realidades pós-morte e a autoridade e infalibilidade das escrituras – para mencionar algumas. Sempre cri nestas coisas. Nunca mudei quanto a isto. Considero as mudanças que passei como progressos e um melhor entendimento de determinados pontos teológicos.

Portanto, como disse no início, eu seria um tolo em pensar que as pessoas não mudam. Só que, na minha opinião, nem sempre estas mudanças teológicas são salutares. Em muitos casos, as pessoas mudaram tanto a ponto de não poderem mais ser identificadas, a não ser remotamente, com o Cristianismo bíblico. É isto que a Bíblia chama de apostasia.

Jesus falou daqueles que crêem por um tempo, mas depois se desviam (Lc 8.13). Conheci vários assim. Eles mudaram. Um caso em particular, que me lembro, foi de um jovem cristão ardoroso que depois da leitura de livros de autores ateus e agnósticos mudou de opinião quanto ao Cristianismo, alegando ter recebido novas luzes da ciência e da razão. Largou definitivamente a fé cristã e virou agnóstico.

Paulo adverte Timóteo contra aqueles que se desviam do “amor que procede de coração puro, e de consciência boa, e de fé sem hipocrisia,” e que se perdem “em loquacidade frívola” – isto é, em discussões inúteis (1Tm 1.5-6). A referência é provavelmente a falsos mestres que estavam ensinando doutrinas erradas nas igrejas, de onde haviam saído, após mudarem de opinião sobre o Evangelho. É a estes mesmos que o apóstolo se refere, quando menciona os que “apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência” (1Tm 4.1-2). Eram pessoas que haviam começado como cristãs, mas mudaram com o tempo, a ponto de não poderem ser mais considerados como tais. Paulo ainda menciona mulheres que haviam se desviado da fé e seguido a Satanás – certamente não uma mudança para melhor (1Tm 5.15), obreiros que se desviaram da fé por amor ao dinheiro (1Tm 6.10) e outros que se desviaram por professar a gnose, o saber mundano (1Tm 6.21). Talvez Paulo se refira ao mesmo grupo de pregadores itinerantes que havia antes pertencido às igrejas cristãs.

Ele cita especificamente dois líderes cristãos, Himeneu e Fileto, e os considera como apóstatas, por professarem e ensinarem contrariamente ao ensino apostólico da ressurreição (2Tm 2.18). O perigo da apostasia e do desvio doutrinário – acarretados pelas mudanças – é motivo de alerta de outros escritores neotestamentários, como Tiago (Tg 5.19) e o autor de Hebreus (Hb 2.1 e 12.25).

Todas estas pessoas acima mudaram. Do ponto de vista delas, provavelmente, esta mudança representou uma liberação, uma melhora, um crescimento, um progresso. Libertaram-se das antigas peias da fé e da ética. Sem restrições impostas pela teologia, sentiam-se agora livres para pensar da maneira que achavam melhor e agir de acordo.

Conhecemos vários casos de pessoas que mudaram em nossos dias. Recentemente a imprensa noticiou, se baseada em fatos reais ou não, não sabemos – a mudança ocorrida com o pastor João de Deus, da Assembléia de Deus, na Paraíba, que virou muçulmano. Faz três anos fomos surpreendidos com a mudança ocorrida com Francis Beckwith, pastor evangélico americano, presidente da Evangelical Theological Society, que mudou e virou católico. Outra mudança que surpreendeu o mundo evangélico foi do famoso estudioso evangélico conservador Bill Barclay, autor de renomado comentário do Novo Testamento, um clássico usado por gerações de seminaristas e pastores – mudou e virou universalista ao final de sua vida, afirmando que todos os homens, no fim, seriam salvos. Como eu disse, algumas das mudanças acontecidas com líderes cristãos acabam empurrando-os para fora do Cristianismo bíblico, ou deixando-os bem em cima da risca.

Acho que devemos estar sempre abertos para mudar. Todavia, precisamos fazer a diferença entre mudança e apostasia. Nem toda mudança representa apostasia e desvio da fé. A Reforma protestante, sem dúvida, começou com uma grande mudança no coração de Lutero e representou uma enorme mudança dentro do Cristianismo – para melhor, assim entendemos. Longe de ser uma apostasia, representou um tremendo retorno às Escrituras. Mas toda apostasia, sem dúvida, começa com uma mudança na mente e no coração, que durante anos vai corroendo as convicções, minando as resistências mentais e espirituais, até que uma mudança completa – e para fora da fé – venha a ocorrer. Nesta fase, o apóstata se justifica de todas as maneiras, desde apelando para as mudanças como algo natural e desejável, como rompendo abertamente com alguns pontos centrais do Cristianismo histórico nos quais antes acreditava. O próximo passo, por coerência, é assumir um estado perpétuo de mudança, sem poder afirmar absolutamente nada com convicção, e impondo-se uma existência de metamorfose eterna.

Eu prefiro ficar com o lema da Reforma, que a Igreja sempre está se reformando e com ela, seus membros –, mas sempre à luz da Palavra de Deus. Aqui Lutero nos é útil mais uma vez. Como ele, estamos prontos a mudar, desde que convencidos pela luz que emana da Palavra de Deus, sem nos desviarmos dela nem para um lado nem para o outro.

***

Via Fan Page de Augustus Nicodemus.

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19
jul

Pastor é afastado do cargo por não apoiar candidato da liderança da Assembléia de Deus em Manaus

por: Antognoni Misael


pulpit oÉ com tristeza que fico sabendo de mais notícias guerras políticas dentro das igrejas. Os anos passam e algumas denominações não aprendem mesmo!

Infelizmente chegou a época onde o púlpito vira palanque, onde o pastor é cabo eleitoral, os obreiros manobras de votos de cabresto, e Deus…? Bem, Deus “incorpora no político”, não é?

Veja abaixo a matéria o site Gospel Prime que relata a sujeira do curral eleitoral dentro de alguns templos religiosos:

Título: AD em Manaus afasta pastor que não apoia candidato da igreja

O blog do Hiel Levy, jornalista da região do Amazonas, publicou um vídeo onde o pastor Moisés Melo, vice-presidente da Igreja Assembleia de Deus no Amazonas, aparece comunicando a igreja do bairro São José, em Manaus, que o pastor Pedro Moura estava sendo destituído do cargo.

Pedro Moura, 62 anos, é pastor a 30 anos e perdeu o cargo que exercia por não aceitar o projeto político da AD em Amazonas que é apoiar a reeleição do pastor Silas Câmara.

De acordo com o jornalista a decisão da AD foi punir o pastor Pedro Moura porque o seu filho, Euler Moura, será candidato a deputado estadual pelo PSDC e irá apoiar a candidatura de Hissa Abraão (PPS) ao cargo de deputado federal.

No vídeo é possível ver que os membros não concordam com a saída do pastor e reclamam da decisão política, dizendo que ele não está em pecado para ser retirado do cargo.

O próprio pastor Pedro Moura aparece no vídeo dizendo que não “aceita ser expulso da casa que ajudou a construir” e os líderes da AD no Amazonas deveriam ouvir a voz de Deus, no lugar de se preocupar com o projeto político.

[Nota: sabe qual é a minha maior tristeza, ainda? É saber que isso não ocorre somente em Manaus, mas nas cidades do Brasil inteiro, inclusive na minha

Oremos, para que a igreja brasileira se converta a Verdade de Cristo, e que aprenda a ser sal e luz transformando primeiro as suas mentes (Rm 12.2) e se liberte de uma vez por todas de todos os tipos de escravidão (Gl 5.1).]

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19
jul

“Lembra-te” – discordando teologicamente dos Arrais

por: Antognoni Misael


Os-arrais-nos-EStados-UnidosHoje quero falar sobre uma canção do Thiago e André Arrais. Antes de qualquer coisa, destaco a minha admiração musical pela dupla, em virtude de muitas de suas canções serem belas, e acredite, falarem tão bem sobre Graça (apesar de cantarem, ainda, sobre a Lei).

Espero que não me rotulem como “anti-arrais”, mas compreendam que o que hei de fazer é apenas uma análise sobre a letra de uma de suas canções.

A canção abaixo é uma apologética sabática. Nela, a dupla tenta conciliar o amor a Deus com a sustentação da guarda do sábado, e conclama que o ouvinte “Lembre-se” e obedeça a este mandamento.

Bem, não quero ser denso, nem realizar um estudo longo sobre o tema (caso alguém deseje, sugiro a boa leitura do artigo do Rev. Solano Portela, clicando aqui), entretanto desejo comentar as estrofes abaixo. Vamos lá:

Título: Lembra-te

Será que a lei quebrada foi na cruz ou anulada foi, perdeu o valor?
Mas como devo explicar que Deus não muda, que sua palavra é uma?
E como compreender que o Autor de toda a vida, separa o santo dia?

Primeiramente a resposta para a pergunta que inicia a canção é a palavra SIM – digo isto crendo no Cristo e na autoridade de Jesus. A lei foi quebrada e anulada por ter sido cumprida em Jesus e dela fomos libertos, como disse Paulo aos Gálatas 5.1.

A segunda pergunta é facilmente respondida. Deus não muda, óbvio, mas a relação que ele mantém com o seu povo (o Israel de Deus) mudou. Isto se deu por causa do seu eterno plano de redenção quando decidiu descer de sua Glória firmar um novo relacionamento com o homem (Fp 2.7).

Sobre a terceira pergunta da canção, relembremos esta passagem de Paulo aos Colossenses: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl 2.16-17).

A guarda do sábado semanal era sombra do que viria e apontava para Cristo. Veja:

“Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita. Porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo da lei. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gl 3.19-26)

Sendo assim a lei de Moisés serviu para nos conduzir a Cristo. Paulo é muito claro em sua carta aos Gálatas, por isso entendemos que ao morrermos com Cristo, morremos para a lei, haja vista que a lei não alcança os mortos.

“Agora estamos livres da lei, pois morremos para aquilo em que estávamos retidos, a fim de servirmos em novidade de espírito, e não na velhice da lei” (Rm 7.1,4,6).

Neste viés, sabemos que Jesus cravou na cruz as ordenanças nem nossos pais conseguiram suportar (Atos 15.10). Não obstante, o Apóstolo afirma categoricamente que as antigas ordenanças eram transitórias, e foram abolidas por Cristo (2 Co 3.7-14). Por isso, nós não somos mais guiados pela lei, mas pelo Espírito.

A canção continua:

“Eu sou criatura. Deus é criador
Quem cria e restaura é o Senhor.
Sábado perfeito creio e obedeço
Cravado na pedra para que eu lesse:
Lembra-te” do dia santo e da criação”

Na Nova Aliança os princípios éticos e morais foram ratificados nos Dez Mandamentos, mas, notemos, exceto a guarda do sábado. Se lermos minuciosamente o Novo Testamento não encontraremos em lugar algum a reserva do sábado. O Decálogo que corresponde a instrução na Nova Aliança apresenta-se desta forma:

“Não terás outros deuses diante de mim” (At 14.15); “não farás para ti imagem de escultura” (1 Ts 1.9; 1 Jo 5.21); “não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão” (Tg 5.12); “Lembra-te do dia do sábado para o santificar” (não mencionado no NT); “honra teu pai e a tua mãe” (Ef 6.1); “não matarás” , “não adulterarás”, “não furtarás”, “não cobiçarás” (Rm 13.9); “não dirás falso testemunho” (Cl 3.9).

Portanto, as frases da canção acima, quando confrontadas com os versos bíblica citados, não condizem com a nossa interpretação do “sábado perfeito” cantado.

“Monumento da graça do meu coração
Será que o que eu creio é mera teoria?
Idéias distorcidas?
Mas impossível é negar o que a palavra viva da força que me inspira”

O que a canção diz que Crê não é mera teoria, mas foi real na velha aliança! Ideias distorcidas? Sim, para os dias de hoje, mais ainda.

“E tendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra descansou
E abençoou Deus o sétimo dia…
Lembra-te do dia de sábado para o santificar
Seis dias trabalharás… mas o sétimo dia é o sábado do Senhor…
Aqui está está a perseverança dos santos”

As palavras acima são verdade. Porém, o sábado era um sinal, como o foi a circuncisão, entre Deus e os filhos de Israel, assim como o arco era um sinal do pacto com Noé: “Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: “Certamente guardareis meus sábados, porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações, para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica. Portanto, guardareis o sábado…aquele que o profanar, certamente morrerá” (Êx 31.13-14).

No entanto, não acho difícil notarmos que estamos na Nova Aliança, e nela a nossa aceitação diante do Pai é pela graça, mediante a fé em Jesus (Jo 3.15-18; Rm 10.9; Ef 2.8-9).

“Os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus..”
” e disse-lhes Jesus: Se me amares guardareis os meus mandamentos..”

O próprio Jesus sabendo de sua missão em cumprir toda a Lei disse: Tenho-vos dito essas palavras para que a minha alegria permaneça em vós e a vossa felicidade seja completa. E o meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como Eu vos amei. (Jo.15:11)

“Me recuso a crer no que os outros dizem, no que o mundo exige
Como no passado, hoje a minoria sustenta essa doutrina
Perfeito dia em meio a lei que é eterna
Descanso na promessa”

Bem, sem mais delongas, para não ser redundante, digo, se porventura você que gosta dos Arrais e quer seguir o conselho dado por eles, não se esqueça que se porventura for guardar o sábado, o faça fielmente aos preceitos do Antigo Testamento, tipo: não saia de casa nesse dia (Êx 16.29); não compre ou venda nada neste dia (Am 8.5) não acenda o fogão (Êx 35.3); não viaje (Ne 10.31); não carregue peso (Jr 17.21), e mais, “Lembra-te” que a violação disso tudo te torna descumpridor da lei, debaixo da maldição dela e apto a pena de morte (Êx 31.15; Dt 27.11-28; Gl 5.1-5; Tg 1.23; 2.10).

***

Antognoni Misael, ao som dos Arrais.

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17
jul

O Corte ao Hino Nacional Brasileiro e o Culto Evangélico no Brasil

por: Compartilhamento


bandeiradobrasil

Em tempos de Copa do Mundo de futebol, e, sobretudo, acontecendo no Brasil, os brasileiros se tornam mais patriotas do que nunca. Independente dos motivos que levam tantos a quererem deixar o país e os problemas crônicos que nos rodeiam nas mais diversas áreas, tal patriotismo se evidencia na hora de se cantar o hino nacional. É o nosso nacionalismo, que tantos afirmam não existir como em outros países, mas que é presente – sim – num país de geografia continental, beleza fenomenal, rico em criatividade e expressões culturais, povoado por gente amável e acolhedora, e de forte tradição no futebol – o que tanto nos enche de orgulho.

Quando chega a hora de se cantar o hino nacional num estádio, esse orgulho bem motivado transparece das mais diversas formas, com brilho nos olhos, emoção no coração, empenho e força, além dos diversos erros de pronúncia, por um povo sem conhecimento e educação necessários para se cantar um hino com letra tão rebuscada e fora da usualidade da atual língua portuguesa, o que provoca até boas piadas; aliás, outra excelente característica do nosso povo, que simplesmente sabe desfrutar das coisas da vida.

É nesse momento cheio de bons motivos, quando num ato, não se sabe de inteligência ou inconsciência, mas certamente de espontaneidade, se testemunha uma espécie de protesto coletivo pelos “filhos deste solo”, que, além de tudo, vê o seu hino sendo cortado a menos de um terço e resolve cantá-lo à capela até o final da primeira parte… “és mãe gentil, pátria amada, Brasil!” Na realidade, só a introdução do hino já é grande, e por outro lado, talvez nem todos os brasileiros saibam cantar a primeira parte, quanto mais a segunda, mas de qualquer forma, não deixa de ser um desrespeito como a qualquer outra nação.
Imediatamente, a mídia de plantão se aproveita para fazer daquilo algo que nem sei explicar o quê, mas que simplesmente transforma o espontâneo no previsível, manipulável, e, agora, acompanhado de novas ações (de marketing) com os mais diversos objetivos e intenções.

Simplesmente a espontaneidade passa a dar lugar a um comportamento pensado, calculado e talvez até teatralizado por parte de quem está no foco das câmeras. Por outro lado, a expressão sincera de um povo precisa ser preservada e priorizada, mesmo que as cifras em jogo e o tempo de transmissão pelos meios de comunicação bancados pelos patrocinadores não concordem.

Mas, e o que o corte ao hino nacional brasileiro em eventos internacionais, tais como Copa do Mundo FIFA ou Fórmula Um, tem a ver com os cultos evangélicos no Brasil, como sugere o título? – Isso é realmente algo para se pensar com muito cuidado!

Um povo sincero e cheio de reais motivos tem se reunido historicamente para expressar adoração ao Pai. Não apenas a verdade, mas a espontaneidade deve ser fator presentes nessas reuniões. No entanto, diante da falta de consciência (leia-se entendimento ou educação) do que representa adoração para Deus, conseqüência da falta de leitura da Palavra, e de uma liderança composta por homens cada vez mais cheios de interesses pautados no poder econômico e político, e menos cheios do Espírito como orienta o ensino bíblico Neo Testamentário, logo surgem os que vão, ao invés de conduzir, induzir; ao invés de ensinar (ou instruir), manipular; ao invés de depender, controlar.

Outro dia, um amigo convidado para ministrar louvor numa igreja histórica de evidência e renome nacionais, foi convocado a participar da reunião de organização do culto com um gestor de marketing. Outro que também vivencia bastidores no meio pentecostal ficou surpreso com o fato de uma equipe de “ministério de recepção” ser habilmente treinada para identificar pessoas mais efusivas no momento de louvor para sentarem-se em posições estratégicas em relação às câmeras de vídeo. Sem dúvida, em nome de um “ministério” e do próprio Deus, equívocos como esses serão cometidos com as melhores das intenções, pois o importante não é pensar, mas obedecer e cumprir. Talvez por isso, vários das novas gerações nunca venham a entender os movimentos ocorridos nos tempos de ditadura nacional e engessamento na liturgia dos cultos, mas de espontaneidade nas atividades alternativas, sem que nem se percebesse ou até se categorizasse como tais. Ao contrário dos dias atuais, qualquer rejeição era rapidamente superada pelo fruto explícito da ação do Espírito. Basta lembrar, por exemplo, dos efeitos dos acampamentos e equipes missionárias através da música que cruzavam o país.

Com isso, não quero dizer que o Espírito não seja livre para agir na vida de qualquer pessoa, em qualquer situação e em todo o tempo. Mas parece que, na era da imagem e do som na internet, vale muito mais o exposto nas redes sociais do que o secretamente revelado na intimidade com o Pai, que, diga-se de passagem, deveria ser o motivo do culto, inclusive coletivo. É como se o que conta não fosse mais a espontaneidade de expressão de um povo grato, que, com sinceridade de coração se junta para reconhecer a Deus como Misericordioso e Gracioso, passando a depender d’Ele e proclamando-O. Basta simplesmente aparentar isso! As imagens de uma igreja rica e triunfante são mais interessantes do que de uma igreja pobre, sacrificada e sofrida por amor ao evangelho. Mas de que evangelho, se o muitas vezes pregado sequer fala de arrependimento, condição sine qua non para sermos verdadeiramente cristãos? Talvez seja por isso que o que tem valido mais no nosso meio evangélico brasileiro dos dias atuais seja que camisa religiosa estamos vestindo, ao invés de necessariamente não ter camisa, mas ser do Reino.

Que aprendamos a cantar os nossos hinos, preferencialmente os nacionais, de coração aberto e numa conexão sincera e profunda com o Pai, como expressão de um culto coletivo, mas fruto de um culto cotidiano pessoal, consequência de uma relação de dependência focada na pessoa dEle, ao invés dos olhos fitos no telão para tentar ver-se como se está sendo transmitido ao mundo nos seus possíveis poucos segundos de glória.

Àquele que conhece os corações além das câmeras, a vida além do tempo, e que no final de qualquer jogo será O vitorioso, seja a glória!

***

O texto é de Augusto Guedes, um dos fundadores e Diretor Executivo do Instituto Ser Adorador, pastor, líder de adoração, empresário no ramo de imóveis na cidade de Fortaleza-CE, mas prefere se apresentar como alguém que continua encantado com o chamado de simplesmente seguir a Jesus.

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17
jul

Em nome de Deus, IURD cria regras para quem vai entrar no Templo de Salomão

por: Folha de Sao Paulo


Vista aérea do Templo de Salomão (IURD)

Título original: As regras do Templo de Salomão

A Igreja Universal do Reino de Deus divulgou um manual de etiqueta para quem quiser conhecer o Templo de Salomão, “o lugar que Deus escolheu para habitar”.

Entrar lá exige dresscode.

Nada de boné, camiseta de time, roupa com mensagem política ou comercial, chinelo, bermuda, decote, minissaia e óculos escuros. “Vista-se como se fosse se encontrar socialmente com uma pessoa muito importante”, orienta o bispo Renato Cardoso em vídeo divulgado nesta terça (15) na internet.

O bispo Edir Macedo designou Renato, seu genro, para ditar as regras aos visitantes da réplica da obra bíblica, que abrigará até 10 mil pessoas em 74 mil m² de área construída na zona norte de São Paulo.

Entrar lá não é para qualquer um.

Após inaugurada, em 31 de julho, a nova igreja se fecha a visitantes sem credencial por um tempo –possivelmente, até 2015. Ou você entra como convidado ou paga para participar de uma das caravanas organizadas pela igreja.

Pastores vendem ingresso para os ônibus nas igrejas –sair do centro de São Paulo, por exemplo, custa R$ 45. O lote de agosto está quase esgotado.

Entrar lá tem preço. Mas nenhuma selfie para contar a história.

O bispo Renato explica que não será permitido fotografar dentro do santuário e que todos os visitantes serão revistados. Serão barrados no baile gospel aqueles que levarem iPhone, celular, máquina fotográfica, iPod etc.

Nenhum Instagram, contudo, será ferido durante a realização desta caravana: do lado de fora, fotógrafos da Universal estarão à disposição para registrar o momento, diz o bispo. O retrato poderá ser baixado na internet.

Dilma Rousseff está entre os convidados confirmados para a inauguração. Autoridades, por sinal, foram orientadas a não levar celular.

[A reportagem é de Por Anna Virginia, na Folha de S. Paulo]

***

Nota do blogueiro: E aí, alguém se habilita a comentar algo tão insano? Definitivamente a IURD chegou ao limite, se é que há limites pra eles, da fraudulenta fé religiosa em nome de Deus. Agora, mais do que nunca, eles “encarnaram”  o gazofilácio da indulgência, surraram e cuspiram no Cristo que as regras para em sua presença entrar, quebrou; agora, absurdamente de forma literal, reconstruíram o que Jesus derrubou!

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16
jul

O declínio da música Cristã

por: Antognoni Misael


***

Arte de Chocar.

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16
jul

Ser Discípulo de Cristo

por: UMP da Quarta


discipulosSeguir a Jesus não é para desavisados, não é para quem quer, não é para quem quer vida boa. Mas também não é para quem não tem esperança. No capítulo 10 do evangelho de Mateus, vemos todas estas ações, todas partindo de Jesus. Vejamos, de maneira resumida, estes registros. Nos próximos textos, querendo Deus, trabalharemos pormenorizadamente cada um destes tópicos.

1) A escolha, o chamado e o envio.

Dos versos 1 a 4, vemos Jesus escolhendo e chamando aos discípulos. Não há registro nenhum de seus méritos para isto, mesmo porque eles não o tinham. Cristo é quem lhes dá autoridade. Seguir a Jesus, ser seu discípulo não é para quem quer, mas para quem o Senhor chama.

2)As Instruções

Nos versos de 5 a 15 aparecem as instruções. Como eles deviam viver, como eles deviam apresentar o Evangelho. Ou seja, seguir a Jesus não é pra despreparado. Quanta diferença de muitos hoje que pensam que ser e viver cristão não exige estudo, esmero e preparo para testemunhar da Graça de Deus nesse mundo.

3) As admoestações

Versos 16 a 23. Seguir a Jesus não é pra desavisado. Cristo deixa bem claro o ambiente aonde os discípulos estariam. Ambiente corrompido pelo pecado, hostil ao Evangelho e aos seguidores de Jesus.

4) Os estímulos

Versos 24 a 33. O maior estímulo é o cuidado de Deus conosco. Mesmo num mundo hostil ao evangelho, onde podemos padecer perseguições, restrições e mesmo até a própria morte por amor a Cristo, devemos descansar sabendo que nossa vida está nas mãos de Nosso Senhor.

5) As dificuldades

Nos versos 34 a 38 Cristo mostra as dificuldades pelas quais seus discípulos passam e para enfatizar esta verdade, exemplifica as dificuldades no nível mais pesado e que possam acontecer, que é no âmbito familiar, mostrando assim que , nem mesmo os vínculos mais caros de nossas vidas estão acima do amor e devoção a Cristo.

6) As recompensas

Os discípulos de Cristo não trabalham em vão. Não são pessoas desesperadas. Pelo contrário, tem sua esperança muito bem posta nAquele que os chamaram. Mais do que recompensas terrenas, o discípulo de Cristo tem o foco no futuro, na consumação de todas as coisas. Naquele dia em que os valores do reino que ele hoje vive e testemunha serão estabelecidos absolutamente. O ainda não cessará. Teremos o agora, a glória com Cristo.

Pois bem, tendo feito esse rápido panorama sobre o discipulado, os convido, a nos próximos meses a estudarmos este tema e estes textos, aprendendo cada vez mais o que realmente significa ser discípulo de Cristo.

***

Texto do Presb. Cícero Pereira – UMP da Quarta.

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