jun
Tudo que Sonhei: Uma Linda canção de Thalles Roberto
por: Antognoni MisaelPessoal, não sou inimigo do Thalles, sou apenas um ouvinte de suas canções. Esta, particularmente eu amei. É linda, clara, sem extravagâncias e com uma letra que nos põe confrontados diante do mundo e de nós mesmo.
Para onde iremos, se só Deus tem palavras de Vida Eterna para nós?
Soli Deo Gloria.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!1jun
“Família é pai e mae, mãe e pai” – Um Rap invocado!
por: Antognoni Misael***
Dizem que este cantor está sendo processado por causa desta canção. Se realmente estiver, onde fica a nossa liberdade de expressão?
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!3jun
Projeto Musical “BONA VIDE” #ARTEDECHOCAR INDICA!
por: Antognoni Misael
Em tempos em que boa parte da música cristã corre para os “rios da novidade” e dos mega show’s do Gospel, surge o Bona Vide – O grupo é recém formado ( em Junho/2013) e tem por objetivo proclamar o Evangelho do Senhor Jesus Cristo com arte e conteúdo bíblico sempre com um toque de musicalidade brasileira, interpretando clássicos de nossa música cristã e também composições próprias. Bona Vide é uma expressão de origem latina que pode ser entendida como “Boa Visão”, ou “Bom fruto”, ambas expressam de maneira clara o ideal do grupo. A maior parte dos músicos (com exceção de um) reside na cidade de Guarabira, estado da Paraíba, situada a 100 Km da capital João Pessoa, e 90 Km de Campina Grande.
Equipe:
Bateria: Jairo Alexandre
Baixo: Samuel
Guitarras: Silvano Neri
Teclados: Célio Linhares
Violões: Antognoni Misael
Sax e Flautas: Maxwel
Voz: Davi Ramos
Contatos:
Claro (83) 9151.5112 ; Oi (83) 8745.7031; Tim (83) 9623.7170 .
E mail: bonavide@hotmail.com
Confira abaixo um pouco da musicalidade do BONA VIDE (Registro de primeiro ensaio teste), interpretando os clássicos “Autor da Minha Fé”, do Grupo Logos e “Carvalhos de Justiça” baseado no texto bíblico de Isaías 61:1-3, de Josué Rodrigues.
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Arte de Chocar
jun
“Granja do Hillsong”: alta produção em terra tupiniquin
por: Antognoni Misael
Não venho aqui desmerecer o Ministério do Hillsong. Acredito na relevância deste grupo. Pelo pouco que sei e li, aqueles irmãos têm feito um trabalho piedoso e cristão naquele país, Austrália; além disso, já li informações de que a Darlene Zschech, principal ministra de louvor, é uma serva humilde, sincera, e com uma boa formação bíblica. (indico o post do Nelson Bomilcar sobre a Darlene e Adoração Extravagante)
O Hillsong não é o problema da questão, até por que eu os ouço e conheço muitas de suas canções… O que venho comentar nesta minha breve análise é a infeliz proliferação de ‘grupos de louvor’ e bandas que são verdadeiros clones (mal feitos) dos autralianos.
Em uma de suas canções João Alexandre escreveu: “(…) e mais um ídolo importado dita as regras para nos escravizar” [É proibido Pensar]. Falando-se do Hillsong, eu tenho minhas dúvidas – será que eles realmente querem nos “escravizar” ou cercear? Recentemente, em um culto na Igreja Batista de Campina Grande-PB, o próprio João Alexandre comentou sobre a escola de música da Hillsong na Austrália, e disse que um amigo próximo lhe revelou sobre o apreço que os cristãos australianos têm com a nossa música: “sabe o que eles estudam lá nas aulas de harmonia? – Garota de Ipanema! (Bossa Nova)”, disse o João na palestra. Já o Pr. Nelson Bomilcar, em um Congresso de Adoração (2008 em Pau D’alho-PE) comentou sobre a Darlene: esta em uma de suas vindas ao Brasil teria ficado encantada com a diversidade musical e questionado sobre o porquê de não haver tanta ênfase aos nossos sons dentro de nossas igrejas. No mínimo, estranho! Por estas e outras, não acredito que o Hillsong goste de ser (mal)“clonado”.
Entristece-me visitar as muitas igrejas e encontrar centenas de cópias do “Hillsong” cantando louvores distorcidos, com frases mal traduzidas, musicalidade viciada e ministros despreocupados com a naturalidade na adoração. Muitas das vezes a performance, as roupas, a guitarra quase ao chão, são esteticamente a forma convencional de tentar serem “compreendidos” e aceitos. Além do mais, há uma injustificável desculpa de muitos ‘ministros’ que afirmam que tocar estilo A ou B na igreja não faz sentido porque esta não “gosta” de tal modelo de canção por não conhecer; já outros músicos dizem que o rock estilo Hillsong é muito fácil, prático e de refrão de rápida assimilação. Corro o risco de pecar em dizer isto, mas às vezes penso que há muita preguiça nessa garotada nova, que não separa nem um pouco de tempo pra estudar mais que quatro tipos de acordes, ou ouvir música para além das rádios desse mundo gospel.
Todos que acompanham o grupo Diante do Trono sabem da grande influência do Hillsong no ministério deles. Pois então… nos últimos anos é notória a mudança no formato musical do DT na tentativa de ser uma espécie de filial Hillsong tupiniquin – deixaram para trás aquelas dezenas de musicistas, os metais, os corais, etc. e tal. Está evidente que as texturas das canções do DT seguem as dos Hillsong, sem falar nas tantas canções traduzidas.
Tudo isto não é muito legal. Nessa “granja” australiana em solo brasileiro, não param de nascer “pintinhos” que desejam pular como “cangurus”!
Ponho-me a propor: vamos equilibrar mais a coisa, concordam? Precisamos de uma geração mais ousada, que ame a criatividade, que busque a identidade própria, que se libertem do julgo do modismo; precisamos de músicos que gostem do estudo musical, que se esmerem no instrumento, que abandonem o vício de canções de quatro acordes, que fujam do popular comercial e amem o conteúdo bíblico junto com a contextualização; precisamos de ministros que temam a Deus e não se prendam em querer parecer com a Darlene, Valadões ou algo do tipo. Sejam vocês mesmos! Orem como quem ora no quarto secreto! Cantem como se Deus fosse o seu principal público (como se deve ser), pois tudo é para ELE. Façamos a adoração sem a obrigatoriedade da falsa performance, do contrário, nos derramemos na presença dEle sem que se necessite de aceitação de grupos, líderes ou público. Que o Hillsong seja apenas mais uma das tantas referências musicais na Eclésia! Quando Cristo é o nosso desejo de semelhança, cai-se ao chão a necessidade de se parecer com o “astro” fulano, ou cicrano.
Não podemos dar as costas para a imensa diversidade musical que Deus nos agraciou. Quantas nações queriam ter o privilégio dessa enorme diversidade musical? Falando-se em música cristã, não quero ter a triste infelicidade de constatar que a maioria de nossos “franguinhos” ainda prefere ser subdesenvolvido!
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Arte de Chocar, com ironia, mas sem perder a ternura.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!4jun
A promessa – Marco Telles (NOSSA ARTE CHOCANTE)
por: Antognoni Misael***
Marco Telles é mais uma voz que ecoa a Glória de Deus e tem feito diferença aqui na Paraíba. Além de músico, é pastor, e tem estado a frente da Comunidade CRER.
Diante da qualidade desta mensagem cantada, ficamos a pensar: será que algo de bom pode sair daqui desse local pequeno tão longe? Pois é, é claro que a Graça de Deus não se mede geograficamente…mas é perceptível como Deus usado muita gente por aqui – músicos, evangelistas e pastores que tem direcionado nossa nação a resistir aos manjares do suce$$o e do largo caminho em prol de um Evangelho Simples e focado em Jesus. São canções como esta que nos conflitam com a realidade do valor que tem o que é eterno e do desprezo que possui o que é passageiro. Vale a pena conhecer e ouvir suas canções. É dica nossa, do AC.
Em breve, mais vídeos do Marco Telles.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!2jun
Flash Post: Quem vai ao $how de Thalles e PG?
por: Antognoni MisaelTá passando no comercial da TV local da Paraíba o LOUVA JOÃO PESSOA: “Vamos juntos louvar ao Senhor no Louva João Pessoa! Thalles Roberto e PG”.
#Falasério. Os caras cobram mais de 120 mil Reais (Inteira 50,00, estudante 25,00) pra os irmãoszinhos “louvarem”, depois enchem a conta bancária para sustentar seus luxos. Quanto aproveitamento em nome de Deus!
Se tirassem o nome de Deus dessa coisa e fizessem um Show seria até mais coerente. Mas, já conheço a armação. Tudo é um SHOW (e caríssimo), e quando a casa lota e começa a palhaçada, eles vêm com historinha de culto, apelo, e consagração!!
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Arte de Chocar.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!9jun
Canção em meio a tentação – SoNatural
por: Antognoni Misael
A música foi me apresentada por Daniel Supimpa, que é músico da SONATURAL, lá de Curitiba-PR.
Valeu gente, gostei do som de vocês. Arte de Chocar indica!!
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!0mai
Adore, Só não pode rebolar! #CUMÉISSO?
por: Antognoni Misael
Se eu comentar que a canção abaixo não é apropriada para adoração, alguns argumentarão que Deus aceita todos os ritmos. Tudo bem, posso até entender que todos os ritmos foram criados por homens inspirados por Deus, mas quando a performance passa a suprimir o conteúdo, a coisa fica muito obsoleta. Será que a adoração é racional?
Quando uma canção cujo objetivo é cultuar de forma comunitária, seja ela em um Reggae, Metal, Samba ou Axé, ela necessita que a sua letra seja clara. A letra deve ser prioridade, sem que, óbvio, se despreze a musicalidade. Mas não tenho dúvidas… se a letra for “enchimento de linguiça” para simples empolgação da platéia, haverá uma a séria possibilidade de não se ter o entendimento, nem tampouco adoração.
Pessoal, não vou avançar no que não tenho total conhecimento; não sei se o vídeo acima se trata de um culto comunitário – acho que está mais para algum tipo de Gincana. Entretanto, se não for, essa Louvadeira estará mais para diversão, “Brincadeira”.
O cantor diz ao final da canção: “Nós estamos na festa do Espírito”. Pergunto: alguém pode me explicar como é mesmo essa festa? É Adoração Extravagante? Diversão de Crente? Ginástica dançante? Ou mero show de auditório?
Só lembrando que caso alguém ouse fazer o passinho em casa: só “não pode rebolar”!
P.S.: Só deixando o registro de opinião pessoal. “Música fraca, letra pobre, apresentação tosca”.
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Arte de Chocar.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!7






