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Salmo 40 (U2): Música Secular Cristã? #CUMÉ ISSO?
por: UMP da QuartaA indicação de hoje é musical e bíblica, ainda que “secular”, usando com todas as ressalvas possíveis. Pois no encerramento da turnê 360º, a banda irlandesa U2 brindou a todos nós com uma bela versão do Salmo 40, dando um banho de conteúdo bíblico em uma severa porção da música gospel.
São momentos como estes que fazem as divisões artificiais, do sagrado e secular, se dissolveram diante da amalgama musical. A arte e o belo unem-se ao conteúdo imante das escrituras e nos apresentam um espetáculo estético, que glorifica a Deus. Aprecie este canção e seja abençoado.
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Dica da UMP da Quarta.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!13dez
UMP da Quarta entrevista Gladir Cabral
por: UMP da Quarta
Pastor presbiteriano, cantor, compositor e professor universitário. Conversamos nesta entrevista com Gladir Cabral,a respeito de seu ministério e sua concepção sobre temas como música cristã e o uso da internet para fins evangelísticos.
1 – Além de músico, professor, você (permita-nos chamá-lo assim) também é pastor. Como faz para conciliar essas atividades? Aproveite para falar de onde você é e onde atua como pastor.
Sou professor na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), que fica em Criciúma (SC), onde leciono desde 1994 Literatura Inglesa e Norte-americana, Literatura Infantil (o que é um grande privilégio), Educação e Identidade Cultural, Escrita Acadêmica, mas já dei aula de Teoria Literária, Língua Portuguesa, Arte e cultura brasileira… Sou também pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil desde 1985 e atualmente auxilio o pastor Claudimir G. da Silva na Igreja Presbiteriana na Trindade, em Florianópolis (SC). Conciliar as duas atividades às vezes não é fácil, pois o tempo é implacavelmente rígido e torna-se muito breve quando mais precisamos dele. Orientações, provas, correções de trabalhos, pesquisa, produção de artigos, preparação de aulas tomam um tempo muito precioso da vida. Entretanto, a natureza do trabalho é muito parecida e focada na centralidade da palavra e dos relacionamentos humanos. Tanto quem ensina quanto quem pastoreia lida com a palavra e com pessoas. Além disso, literatura, Escritura e música movem-se nos campos da arte, da beleza e da metáfora. Em minha vida, as duas atividades são complementares, pois a experiência com as Escrituras e com o evangelho me dá lastro para compreender mais profundamente a literatura de língua inglesa, ao mesmo tempo em que a literatura me possibilidade ver nuances novas no texto sagrado e me ajuda ainda mais na hora de escrever canções. Em resumo, nasci para lidar com a palavra e com a Palavra, seja ensinando na universidade, numa escola dominical, pregando num púlpito ou simplesmente cantando uma canção.
2 – Como você vê a realidade da música cristã hoje no Brasil? Como a mesma influencia a igreja?
A realidade musical cristã anda muito complexa. Já desisti de tentar compreendê-la, abarcá-la. Posso falar apenas do que vi e ouvi ao longo desta vida, morando fora dos grandes centros, pastoreando uma igreja local pequena no Sul do Brasil. Tentando compreender o processo histórico que nos trouxe até aqui, vejo claramente um momento inicial, com os missionários ensinando nossas igrejas os hinos anglo-saxões. Comovo-me com uma Fanny Crosby, cega, escrevendo (entre suas 8.000 canções): “Que segurança tenho em Jesus, pois nele gozo paz vida e luz!”. Vejo alguns cristãos antigos (final do século XIX e início do século XX) tentando fazer hinos brasileiros para a glória de Deus e edificação da Igreja. Comovo-me também com um João Gomes da Rocha escrevendo “Finda-se este dia que meu Pai me deu, sombras vespertinas cobrem já o céu. Ó Jesus bendito, se comigo estás, eu não temo a noite, vou dormir em paz”. Depois disso vieram os corinhos, primeiramente trazidos pelos pastores norte-americanos em suas campanhas evangelísticas, mas depois criados pelos próprios brasileiros. Então veio a década de 1960, o Jesus Movement, que influenciou os jovens daquela geração. Aqui no Brasil surgiram movimentos missionários e grupos musicais memoráveis, entre eles o Jovens da Verdade e o Vencedores por Cristo.
Com o advento da agora chamada “música gospel” aqui no Brasil, isto é, com a entrada de grupos evangélicos no mercado discográfico é que a coisa explodiu em todos os sentidos, tanto em expansão e domínio mercadológico, quanto em especialização e aperfeiçoamento técnico dos músicos, mas também infelizmente em profusão de ensinos distorcidos das Escrituras. Também foi absurda a influência que essa música evangélica nova, afinada com os interesses do mercado, do segmento gospel, teve e tem na prática litúrgica das igrejas. O estilo, o repertório e até os trejeitos de certos “ministros” de louvor, “levitas” e afins acabam se replicando em milhares de igrejas espalhadas pelo Brasil afora. Até o tom de voz (de modo geral lamuriento e choroso) é imitado, assim também as profetadas, declarações e imprecações. Tudo isso veio em detrimento da liturgia, que era conhecida apenas na sua forma tradicional, rasa, e que não subsistiu à avalanche de novidades. Aliás é isso, entre os que ministram louvor existem uma verdadeira caça às novidades, aos últimos lançamentos, DVDs, CDs…
Entretanto, há um outro movimento ocorrendo, paralelo a esse citado anteriormente, um movimento marginal, subterrâneo, subversivo, que trabalha de modo independente às leis do mercado, que produz reflexão, canção, que cultiva adoração, evangelização, que tenta integrar vida cristã e realidade brasileira, fé e história. Faço parte desse grupo. São irmãos que trazem um ar novo, um alento, para a Igreja já cansada dos slogans batidos e das frases feitas dos cantores gospel. Não tem nada a ver com gênero musical. Eles compõem baião, xaxado, rock, reagge, chamamé, toadas, catira, samba… e uma infinidade de outras formas musicais. Na verdade a diferença não está no gênero utilizado, mas na postura diante das Escrituras, da Igreja, da cultura brasileira, da realidade mundial e do mercado. A diferença está na mensagem, tanto musical quanto poética, na seriedade do compromisso com os valores inegociáveis do reino de Deus, na liberdade das garras dos produtores e da indústria cultural, na ousadia de refletir e fazer refletir, de pensar com a Igreja e de tentar um diálogo autêntico com as pessoas de fora da Igreja.
3 – Falemos sobre o uso das tecnologias na propagação do evangelho. Você tem um blog, usa o twitter e está sempre divulgando tanto o seu trabalho como de outros músicos. Como você enxerga a inserção das pessoas (músicos, pastores, escritores) nesses instrumentos e o que você vislumbra para o futuro?
Não vou citar nomes, eles são muitos, e não conheço a todos. Esses companheiros têm feito uma obra musical relevante pelos quatro cantos do Brasil. Estão viajando por aí, cantando em pequenas ou médias igrejas, em eventos de pequeno porte, nada “impactantes”, nada mega, nada super, nada hiper. Eles falam português do Brasil, dialogam honestamente com a cultura e ouvem antes de falar. Muitos são anônimos, conhecidos de poucos, mas suas canções trazem alento a muitos ouvidos cansados e vão ficar para serem conhecidas pelas próximas gerações. Com a expansão das tecnologias da informação, eles estão furando o bloquei das grandes produtoras. A internet tem sido uma ferramenta muito importante nesse trabalho de divulgação, pois agora eles têm blogs, sites, disponibilizam gravações, fazem shows via web e twitam livremente por aí, feito passarinhos. rs.
O risco é sempre o mesmo, o de que o veículo se torne um fim em si mesmo. O risco é o excesso de informação que entulha as redes sociais, os blogs os sites. O risco é a fragmentação dessas expressões. Todavia, é um risco que vale a pena ser enfrentado.
4 – Em termos trabalhos futuros o que podemos esperar?
Estou envolvido em vários projetos com parceiros preciosos. Junto com Fabrício Matheus, José Barbosa Jr. e Thiago Azevedo, ajudei a criar as “Canções do Rio”, sambas de lamento dedicados às vítimas da tragédia que se abateu sobre as cidades de Petrópolis, Teresópolis, e Nova Friburgo, no início do ano. Essas canções não nasceram com pretensão de virarem disco, mas apenas de consolar corações aflitos. Gravei-as ao violão, compartilhei-as no meu site (www.gladircabral.com.br) e depois o Thiago postou-as no Youtube. A reação das pessoas foi imediata e emocionante. As canções ainda estão aí à espera de uma produção. Quem sabe logo elas viram um show e até um CD.
Com o Fabrício, colaborei na criação do projeto chamado “Canções do mar”, uma série de canções praieiras a lá Caymmi. Outro projeto prontinho à espera de parceria.
Com o Jorge Camargo, fiz no ano passado uma série de canções sobre danças: valsas, cirandas, sambas… O projeto se chama (An)Dança. É desse projeto que nasceu a canção “Beija-flor”, por exemplo, que está no mais recente disco lançado pelo Jorge. Outra canção desse projeto é “O mestre chamou”, que está no CD gravado pela Aline Pignaton. Mas há uma série de outras inéditas.
Com o Jorge, também terminei recentemente o projeto “Cidades”, em que homenageamos várias cidades do mundo: Rio de Janeiro, Buenos Aires, Londres, Nova Iorque, Veneza, Havana, Lisboa… Uma verdadeira viagem pelo mundo. Estamos agora tocando um outro projeto sobre quadros e pintores famosos da história. Inauguramos na semana passada com uma leitura do quadro “A casa amarela”, de Vicent van Gogh. E por aí vai.
Além desses parceiros, ando fazendo canções com o grande amigo Tiago Vianna, Gerson Borges, Silvana Pinheiro, Silvestre Kuhlmann, Lys Alexandrina, Diego Venâncio, Arthur Egg… Acredito mesmo que as canções nascem da vida em comunidade, não do trabalho solitário do artista. “Ninguém é dono da sua canção e ninguém é raiz e fruto”. Não creio no gênio que trabalha sozinho, mas na ação criativa da vida em comunhão. Cada canção, mesmo que nasça num momento de solidão, é resposta e pergunta, faz parte de um diálogo com outras pessoas.
Pessoalmente, tenho um sonho de gravar algumas canções de consolação e paz, um sonho que surgiu no início deste ano. Já tenho as canções todas, faltam os recursos, mas será um projeto barato: voz, violão, percussão e baixo. Quero gravar dúzia de canções para pessoas que estão nos hospitais ou em casa, pessoas enfermas, em tratamento, precisando de esperança, de alento, de presença. Isso não me sai do coração. Espero me organizar para isso até o ano que vem.
5 – Alguns dos visitantes do blog já conheciam seu trabalho, mas muitos tiveram, por aqui, o primeiro contato contigo e com teu trabalho. Deixe-nos uma mensagem e de antemão, agradecemos a sua presteza e paciência para conosco.
Orem pelos que estão envolvidos neste ofício, pelos que pregam, ensinam, cantam, dançam, pintam e servem a Deus e à Igreja por meio da arte. Orem para que nem a vaidade nem o desânimo tomem conta dos seus corações. Orem para que eles mantenham o foco na centralidade da Palavra e no diálogo com as pessoas. Orem para que as canções nasçam banhadas em verdade, contrição, fé intensa em Jesus, amor pelas pessoas. Um grande abraço a todos.
Gladir Cabral
@gladir
Entrevista feita por Presb. Cícero Pereira
@ciceroeiris
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Entrevista concedida a turma da UMP da Quarta em 2011, porém super relevante pra quem gosta de música cristã brasileira. Parceiros do Arte de Chocar.
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Reformar X Inovar
por: UMP da Quarta
Desde os primeiros momentos em que entendi um pouco sobre igrejas e seus sistemas e métodos que no meio presbiteriano sempre ouvi esta frase de autoria do reformado holandês Gisbertus Voetius (1589-1676), pastor protestante e calvinista que dizia: “Ecclesia Reformata et Semper Reformanda Est” (Igreja Reformada Sempre se Reformando). Não é difícil entender que reformar significa naturalmente consertar, corrigir, reconstruir usando os instrumentos e a técnica necessária para corrigir possíveis fissuras, paredes salinizadas, colunas e vigas comprometendo a segurança dos moradores daquele edifício. Bom seria que ao construíssemos uma casa ela ficasse sempre novinha, mas a realidade não é assim. Logo, logo precisa de conserto, pintura, reformas e aperfeiçoamento para se adequar as necessidades e conforto das pessoas que ali residem.
Semelhantemente, não é difícil entender que éramos por natureza filhos da perdição, casa maldita, perdidos, mortos em nossos delitos e pecados. Em nós não havia beleza ou formosura, éramos uma tapera velha, casa de papelão. Mas fomos comprados e transformados em morada do eterno Deus que é santo, perfeito, justo e digno de toda honra e glória que de maneira sobrenatural vem e habita em nós. Fomos completamente transformados. Todavia, nós mordomos desta bela casa temos o dever de cuidar e manter com os instrumentos e meios de graça necessário a casa em perfeito estado, porque somos dEle, servimos a Ele e entregamos a Ele todas as coisas pelo amor que nos constrange. Então, temos que consertar, corrigir e reconstruir o que nós mesmos, por nossa natureza, temos danificado. Ele em sua eterna graça e misericórdia nos auxilia entregando tudo que precisamos. Encontramos em Sua Palavra e no Espírito Santo tudo que precisamos para a reforma. Estar se reformando é viver justa e piedosamente, viver perto de Deus.
Inovação teológica é independência de Deus, é sugestão carnal, criatividade humana, pragmatismo, modismo, invencionice, ofensa ao Criador, palhaçada, religiosidade morta, puro legalismo, idiossincrasia, satisfação do ego, lata vazia, longe de Deus.
Reformando ou inovando teologicamente? “Mais perto quero estar meu Deus de Ti!”
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Texto sucinto e muito edificante de autoria do Rev. Rev. Fábio José Bernardo. Direto do blog parceiro, Ump da Quarta.
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A História de Ian e Larissa
por: UMP da Quarta
Qual o verdadeiro objetivo do casamento? Casamos por alguém por que nos sentimos atraídos por ela e percebemos vantagens em tê-la ao nosso lado? Será que simplesmente saciar nossos desejos de forma utilitarista é a essência do casamento?
Na indicação de hoje, temos um vídeo muito impactante sobre a história de um jovem casal americano, Ian e Larissa, que apesar de dificuldades enormes, construíram uma relação que glorificam a Deus, e o fizeram por saber qual era o real propósito do matrimônio para eles, e principalmente para Deus. Quem os auxiliou nesta difícil jornada foi a leitura do livro Casamento Temporário do Pastor John Piper.
Assista ao vídeo, seja impactado, e sinta-se estimulado a ler também o livro.
Deus os abençoe!
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O vídeo é dica de Rodrigo Ribeiro e Dora Oliveira. Casal abençoado que compõe a turma da UMP da Quarta, parceiros do Arte de Chocar.
set
Caixinha de Promessas: as “verdades” soltas que geram inverdades eternas
por: UMP da Quarta
[UMP NÃO Indica: Caixinha de Promessas]
Vocês logo entenderão a razão dessa contraindicação que venho fazer a vocês desta vez. Trata-se da ‘caixinha de (heresias) promessas’.
Algo inusitado me aconteceu essas semanas na minha casa. E foi algo que aumentou ainda o meu repúdio por tal método de utilização da palavra do Senhor.
Encontrei na minha casa um caixinha de promessas que ganhamos não me lembro de quem nem quando. E brincando com a minha irmã sobre a credibilidade das ‘promessas’ isoladas da mesma, e tirando os versículos que ‘serviriam’ pro meu ego ser massageado tive uma triste surpresa.Nela encontrei o seguinte versículo:
“Diz em seu coração: Não serei abalado, porque nunca me verei na adversidade.” (Salmo 9:27)
Na mesma hora eu travei. E fui correr na bíblia pra ver o que isso aí queria dizer. Pois sei que o coração é enganoso e os seus caminhos não são bons em si. Logo, percebi que o capítulo 9 de Salmos só vai até o versículo 20 (susto).
Esse foi o primeiro impacto que tive diante de tal heresia.
Então fui pesquisar na internet pra ver se esse versículo estava em outro lugar na bíblia. E ENCONTREI. Trata-se a referência “Salmo 10:6″.
Porém o segundo e maior impacto. O contexto em que o versículo se encontrava. Percebam: “Por que estás ao longe, SENHOR? Por que te escondes nos tempos de angústia? Os ímpios na sua arrogância perseguem furiosamente o pobre; sejam apanhados nas ciladas que maquinaram. Porque o ímpio gloria-se do desejo da sua alma; bendiz ao avarento, e renuncia ao SENHOR. Pela altivez do seu rosto o ímpio não busca a Deus; todas as suas cogitações são que não há Deus.
Os seus caminhos atormentam sempre; os teus juízos estão longe da vista dele, em grande altura, e despreza aos seus inimigos. Diz em seu coração: Não serei abalado, porque nunca me verei na adversidade.”
Salmos 10:1-6
O contexto bíblico quebra totalmente a ideia que a caixinha de heresia nos passa. O versículo isolado poderia enredar infinitas pregações neo pentecostais, fumaças, vitória carnal, massagem de ego e engrandecimento humano.
Dessa mesma forma, o contexto bíblico derruba as heresias de hoje. Daqueles que declaram algumas coisas fora de nexo e que inflam e estufam o seu peito dos soberbos. Do mesmo jeito que satanás tentou Jesus. Usando a própria palavra de Deus para tentar iludir. E foi replicado pelo uso correto da Palavra.
Por esta grave razão, eu indico que os irmãos destruam, incinerem, enterrem, sumam com alguma coisa do tipo (risos).
Busquemos o conhecimento na palavra!
Suspeitemos daquilo que parece nos engrandecer!
Joguemos no lixo todo aquele tipo de ensinamento que esteja fora do contexto da palavra do nosso Deus!
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Texto de Walisson Alves (Lalu), que é músico, blogueiro e integrante da turma da UMP da Quarta, nossos parceiros. Foi muito feliz no que escreveu, afinal, “verdades” soltas tiradas das escrituras podem gerar inverdades recheadas de fundo herético. #FATO!
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Seguidores ou Formadores de Cultura?
por: UMP da Quarta
Indicamos hoje um trecho da pregação ministrada pelo Pastor Herber Carlos Jr. durante a conferência Fiel deste ano (2012), cuja o tema foi “Amar a Deus com todo o entendimento”.
Neste trecho específico, o Pastor faz uma aplicação bastante prática que nos leva a seguinte reflexão: nós criamos cultura ou apenas seguimos a já formada e a moldamos com o nosso rótulo pré-fabricado GOSPEL?
Que este breve vídeo o provoque um pouco mais, afim de que busque compreender o seu papel como formador de cultura, como reflexo do poder criativo de Deus e da soberania de Cristo sobre todas as coisas. Que Deus o abençoe!
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Ótima postagem de Rodrigo Ribeiro. Amigo e parceiro em Cristo Jesus. Fonte: UMP da Quarta.
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A Mediação de Cristo na Salvação [2]
por: UMP da Quarta
No texto anterior, falei sobre vários aspectos nos quais a mediação de Cristo nos assiste e nos permite acesso ao Senhor Deus soberano. Pois bem, o primeiro aspecto citado foi o da salvação.
Para começar a falar sobre isto, temos que remontar à criação. Deus cria o homem, conforme sua imagem e semelhança provendo tudo de que ele precisava (Gn 1. 26-31). O objetivo de Deus para o homem[1] era plenamente e perfeitamente cumprido. Mas uma das orientações de Deus foi quebrada (Gn 3), fazendo o homem morrer conforme Deus advertira (Gn 2.16-17). E aqui chegamos ao ponto crucial da história. Vamos discorrer um pouco sobre o capítulo 3. Do versículo 1 ao 5 vemos Satanás com a velha história de que o homem pode ser igual a Deus, ou até mais que Deus. O versículo 6 apresenta um outro fato importantíssimo na história da humanidade. Homem e mulher caem na tentação de Satanás e desobedecem a Deus, desgraçando toda a humanidade e toda a criação. A partir de agora, o homem está morto e perde a doce e harmoniosa comunhão que gozava com o Criador. O versículo 7 apresenta o momento no qual eles se percebem neste estado miserável de total depravação e afastamento de Deus.
E a mediação de Cristo, aonde entra? Vejamos, pois. Com o pecar, o homem morre espiritualmente (Rm 3.23), afasta-se de Deus e passa a desejar tudo o que afronta a Santidade de Deus. Nos versículos de 14 a 21, Deus impõe os castigos pela desobediência e começa a manifestação de sua graça. E aqui chegamos. O homem está morto em seus delitos e pecados, totalmente depravado e sem condições nenhuma de voltar-se para Deus. Então era preciso um meio, um MEDIADOR. E no versículo 15 o Senhor apresenta a maravilhosa promessa do Messias “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”. Este descendente da mulher, que pisará a cabeça da serpente é ninguém menos que o Senhor Jesus Cristo. O que a serpente fez? Destruiu o homem por causa do pecado e o afastou de Deus. O que Jesus fez? Destruiu a obra do Diabo, estabelecendo-se como caminho de volta para Deus (Jo 14.6). Jesus media nossa relação com Deus que era de dívida por causa do pecado e fatalmente nos conduziria a condenação, pagando esta conta na cruz do calvário, e chamando os eleitos para, por meio Dele, retornarem ao Pai. E este sacrifício é figurado no versículo 21, quando Deus fez vestimenta de peles (animais) para vestir o homem e a mulher. Houve sacrifício. Somente o sacrifício de Jesus pode cobrir e limpar a vergonha dos nossos pecados.
E esta é a razão pela qual nossa salvação é obra de Deus por meio de Jesus, pois não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos (At 4.12).
Deus nos abençoe.
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Texto do Presb. Cícero Pereira, conselheiro da UMP da Quarta e amigo e irmão em Cristo.
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João Alexandre canta Pixinguinha, isso tem graça?
por: UMP da QuartaUMP Indica: João Alexandre canta Carinhoso

A indicação de hoje será direcionada a todos que tem sensibilidade e gostam de notar os traços que refletem a glória de Deus nas mais belas e preciosas manifestações de arte, naquilo que se convencionou chamar de Graça Comum (leia mais sobre isto). Perceber toda a verdade de Deus que emana de uma bela canção, envolta na mais tenra poesia, deve encher nossa alma de admiração pela criação de Deus.
Este vídeo trata-se da interpretação da música “Carinhoso” de Pixinguinha, um dos mais ilustres compositores da Música Popular Brasileira do século passado. Quem interpreta esta linda e clássica canção de amor é João Alexandre, renomado e talentoso artista cristão, no Congresso Vida Nova de Teologia 2010.
Aprecie esta bela manifestação artística, perceba os raios de criatividade que se originam na luz do próprio Criador, e conheça um pouco mais sobre a história desta canção tão bela.
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Texto e indicação de Rodrigo Ribeiro. Parceria com a Ump da Quarta. Divulgação: Arde de Chocar.
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