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Uma igreja sem significado com uma cultura sem sentido
por: Antognoni Misael
Qual é a principal marca desta ‘geração de adoradores’? – Eu já sei. É a Som Livre: “Você adora, a Som Livre toca”…
Cá pra nós, a ‘Som Livre’ é bem sincera em dizer que “não adora”, entenderam? Ela só toca!
Gente, a Som Livre não tem tanto a ver com o cerne da questão, mas me entendam. Desejo iniciar falando sobre a Igreja Evangélica Brasileira. Quero sugerir que ela não é homogênea. Que ela vive um momento de confusa decadência. Que ela não tem um representante. Que ela se parece cada vez mais com uma empresa com metas a lucrar. Que ela vive tempos de banalização e apostasia. E mais, que ela perdeu o verdadeiro significado de ser IGREJA.
A principal marca dessa “Igreja” talvez não esteja se tornado evidente em nosso meio. Exceto os minoritários ajuntamentos de igrejas ainda sérias, cujas prioridades ainda são a preservação da são doutrina, a qualidade da pregação, o zelo pelo conteúdo nas canções, e a relevância de uma igreja local envolvida com sua cidade, essa majoritária “Igreja”, que me arrisco a chamar de “igreja sem significado” anda respingando o suor de Judas Iscariotes pelos quatro cantos desse país, ao se vender por outras trintas moedas timbradas de prosperidade, hedonismo e vários requintes de heresias.
Só me arrisco em dizer que a Igreja Evangélica Brasileira não tem significado por que não consigo me responder – quem é a Igreja Evangélica Brasileira? Qual é a cara dela? (Não me indiquem que a cara dela é o Silas, o Feliciano, o “apóstolo A”, o “Querubim B”, ou “Curandeiro C”…. por favor.)
Entretanto, se o significado da Igreja Evangélica Brasileira for o que mais se evidencia nos meios de comunicação, como a Teologia da Prosperidade, a mercantilização da fé, a banalização do dízimo, estrelismos, e coisa e tal, não hesito em supor que esta igreja está morta e já fede.
Isto porque em sua descrição seria fácil identificar como principais características: o amor ao dinheiro, desapego com a Verdade, idolatria, hedonismo, hierarquização no reino e por aí vai…
Que Tempos! Mas, nada de novo.
Já houve tempos em que muitos souberam da Verdade, abandonaram e deram as costas para ela. Ao lermos o que Paulo escreveu aos Romanos no capítulo 1, de maneira alguma dissociaremos tal Verdade a essa atual geração.
Amigos, perdoem-me, a sugestão (afinal quem sou eu para supor isso), mas acredito que essa geração tem dado as costas para Deus. Os discursos sobre Deus estão desbotados, ausentes de arrependimento, humilhação e temor.
“Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.” (Rm 1.21,22)
Na minha pequena cidade (Guarabira-PB), creio ver uma paisagem que reproduz o que se passa no nosso país. Novas igrejas sendo inauguradas, cultos sendo oferecidos como cardápios de prosperidade, escândalos após escândalos, politicagem no reino, irrelevância social, “igrejas-seitas” chegando nos novos prédios da cidade, e tantas coisas mais. – Não é esse o retrato na sua cidade também? (espero que não)
Para não ficarmos só especulando, existe apenas uma perspectiva que podemos ter para esse mundo dito pós-moderno: uma compreensão de que o nosso país está sob a ira de Deus! Dá pra crer?
Diante deste distanciamento da Verdade bíblica, relembro de Deus falando de forma rígida com o profeta Jeremias a respeito de sua IGREJA: “Se um homem repudiar sua mulher, e ela o deixar e tomar outro marido, porventura aquele tornará a ela? Não se poluiria com isso de todo aquela terra? Ora, tu te prostituíste com muitos amantes” (Jr 3.1). Deus fala por repetidas vezes com o seu povo: “Você é minha noiva”, mas nesta passagem Deus se sentia trocado por outros “maridos”! E hoje?
Vejam que para Deus, o desviar-se dEle é adultério espiritual, apostasia. Neste capítulo (3 Jr.) vemos que os judeus estavam se voltando para falsos deuses. Isso nos sugere que os falsos deuses da atualidade estão sendo promovidos por uma falsa teologia, pois sempre que a Igreja de Cristo se desvia da Verdade, ela está representando a meretriz e passa a estar sob a Ira de Deus.
Uma característica plena do mundo atual é o hedonismo (prazer acima de tudo) e nos tempos do profeta Jeremias o povo de Deus se mostrou tão hedônico quanto o dessa atual geração. Por isso, a prosperidade que a “igreja sem significado” de hoje tanto almeja, certamente a levará para a ruína.
“Como, vendo isto, te perdoaria? Teus filhos me deixam a mim e juram pelos que não são deuses; quando os fartei, então adulteraram, e em casa de meretrizes se ajuntaram em bandos. Como cavalos bem fartos, levantam-se pela manhã, rinchando cada um à mulher do seu próximo. Deixaria Eu de castigar por estas coisas, diz o SENHOR, ou não se vingaria a minha alma de uma nação como esta?” (Jeremias 5:7-9)
Notem o feito de uma sociedade próspera: “depois de eu os ter fartado, adulteraram, e em casa de meretrizes se ajuntaram em bandos”. Que triste não é, eles usaram a prosperidade deles para o pecado. O que este quadro nos sugere para compreensão do mundo atual? Pensemos nos países prósperos em riquezeas do norte europeu, nos Estados Unidos, como lidaram com a Verdade de Deus quando fartos?!
Não pretendo ser conclusivo ou fatalista. Mas, digo com certeza, ao contrário da tal “Unção Financeira dos Últimos Dias”, oferecida pelo Silas Malafaia, riquezas não é o plano de Deus para tornar seu povo Santo. Não que devamos ser miseráveis ou “franciscanos”, mas esse não é o legado para a IGREJA aqui na terra! A Graça de Deus basta!
Acredito não ser exagero sugerir que a tal Igreja Evangélica Brasileira necessite de uma reforma e um reavivamento. Estas duas palavras tem uma relação com o ‘restaurar’. Restauração à doutrina pura e restauração na vida do Cristão. Os grandes momentos da História da Igreja de Cristo vieram quando estas duas restaurações entraram simultaneamente em ação. É tempo de pensarmos nisto.
Agora voltando a ‘Som Livre’. Esse gancho me serve apenas para pensar rapidamento sobre a cultura cristã. Mas afinal, pergunto: nossa cultura religiosa é cristã? Sinceramente, não me arrisco no SIM. Nossa cultura ao invés de cristã, eu intitularia de cultura do engano e consumo, ou sendo menos palpiteiro, quiçá, cultura pós-cristã.

Arte Cristã Primitiva nas catacumbas romanas. Local de culto dos primeiros cristãos.
Sinceramente, envergonha-me ver a nossa cultura antes cristã estar relacionada aos desajeitados e confusos astros de um segmento chamado Gospel. Pois a verdadeira cultura cristã vista na igreja primitiva e na Reforma Protestante discursou no areópago da Grécia Antiga encantando súditos; se revelou nas catacumbas romanas através de cultos sem astros e “curandeiros”; contagiou as chamadas artes seculares da Reforma Protestante contribuindo para a Renascença; colaborou para o processo de alfabetização na Inglaterra, Alemanha, e Países Baixos; foi fonte de inspiração para grandes nomes da História das Artes, e, além disso, foi veículo eficaz para a propagação da Verdade de Deus: Jesus.
Essa Cultura Cristã está mui doente, pouco ou quase nada transforma o mundo. Falta relevância e sobra comnércio. Infelizmente “Eles” não tem o menor desejo de salvá-la.
A “igreja sem significado” e a “cultura sem sentido” lamentavelmente maquiada com “pó cristão”, hoje nos deixa um triste legado: a irrelevância!
Oremos a Deus por reforma e reavivamento, pois enquanto povo que se intitula ‘Evangélicos no Brasil’, começo a cogitar que já estamos a ficar sob Ira de Deus.
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Fonte: SHAEFFER, Francis. A Morte na Cidade.Editora Cultura Cristã: São Paulo, 2003.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!3mar
ROB BELL SAI EM FAVOR DO CASAMENTO GAY E CAUSA POLEMICA
por: Leonardo Goncalves“Sim, eu sou favor do casamento. Estou a favor da fidelidade. Sou a favor do amor, seja entre um homem e uma mulher, ou entre duas mulheres, ou de um homem com outro homem (…) este é o mundo que estamos vivendo e precisamos apoiar as pessoas sem importar o modo como estejam.”
Essas foram as palavras de Rob Bell, fundador da mega-igreja Mars Hill Bible Church, em Grandville, Michigan (nao confundir com a Mars Hill Church, de Seatle, cujo pastor é Mark Driscoll). O comentário se deu durante uma aparição no último domingo na Grace Cathedral, em São Francisco. A Grace Cathedral é uma igreja “inclusiva” (isto é, declaradamente gay), que é dirigida pelo dr Jane Shaw.
Bell ficou conhecido além das fronteiras dos EUA principalmente após o lançamento da série NOOMA, onde trazia reflexões sobre diversos temas. A falta de bases bíblicas solidas e a inclinação de Bell ao liberalismo (negar a literalidade dos milagres, nascimento virginal de Cristo e a salvação por meio dele), universalismo (crença de que todos serão salvos, mesmo sem nunca crer em Cristo), e teísmo aberto (Deus não é soberano, logo não sabe o que acontecerá no futuro) já podiam ser observadas na série, mas ficaram evidentes depois do lançamento do livro “Love Wins”, que lhe rendeu duras criticas de varios pastores em diversos países. Agora ele aparece novamente, e desta vez como defensor do casamento gay, e não só isso, mas também da inclusão de casais gays como membros das igrejas.
É triste ver este e outros pregadores abraçando o relativismo moral, o liberalismo teológico e a agenda gay, mas devemos lembrar que a Bíblia é clara quanto ao homossexualismo, condenando-o em varias passagens, como Levítico 18:22 –“Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação” –, e Romanos 1:26, 27 – “Pelo que Deus abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram seu uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
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Fonte: Púlpito Cristão
mar
Ana Paula Valadão fala sobre adoração e diz que “crescimento evangélico atrai pessoas com motivações erradas”
por: Gospel Mais
Às vésperas da realização de um novo Congresso Internacional de Louvor, a cantora e pastora Ana Paula Valadão falou sobre o evento, sua área de atuação ministerial e da busca por um aprofundamento na relação do fiel com Deus.
O congresso deste ano tem como tema “Adoração, Transformação” e contará com a presença do ministério de louvor Diante do Tronou, que fará a gravação do álbum “Renovo”, além dos produtores Robert Quintana e Walker Beack da Gateway Worship, que farão palestras sobre a área musical, e o preletor John Mulinde, que é o fundador da Word Trumpet Mission, entidade que trabalha na divulgação do Evangelho.
Para Ana Paula Valadão, o tema escolhido para a edição 2013 do congresso “vem reforçar nosso compromisso com a busca por mais de Deus em nossas vidas e o propósito que Ele tem de nos usar como agentes transformadores da nação”.
Segundo a cantora, “nossa adoração também é uma das mais poderosas armas espirituais para a transformação do coração, de circunstâncias, e de uma nação inteira”, e por isso é importante para a igreja como um todo.
Ana Paula Valadão afirmou ainda que o crescimento dos evangélicos no Brasil precisa ser olhado com mais atenção, para que a qualidade da mensagem pregada não seja prejudicada.
“Ao mesmo tempo em que vivemos dias de grandes oportunidades, eles também são dias perigosos. É lindo vermos tantas pessoas se convertendo a Jesus, mas existe o perigo de não amadurecerem na fé e viverem o Evangelho só na superficialidade. O mesmo acontece com a adoração, que para muitos não atinge o estilo de vida, e fica restrita à música, da boca para fora, sem passar pelo coração. O crescimento do público evangélico também atrai pessoas com motivações erradas, e por isso todo o Brasil precisa voltar à essência da adoração, que é a vida diante de Deus. Tenho conhecido muitas pessoas comprometidas com uma adoração sincera e que agrada a Deus Brasil afora, mas tenho chorado pela perda do foco que corrompe a muitos”, pontuou.
Confira a íntegra da entrevista concedida por Ana Paula Valadão ao site da Igreja Batista da Lagoinha:
O tema do Congresso já foi definido há algumas semanas. Há algum motivo específico para escolha? Quais são os critérios para seleção do tema?
O nome do nosso Congresso é Louvor e Adoração. Mais do que música, vivemos nossa adoração como estilo de vida, e por isso abordamos diversos temas. Sou a responsável por orar sobre a direção do tema, palestrantes e programação. Este ano o tema vem reforçar nosso compromisso com a busca por mais de Deus em nossas vidas e o propósito que Ele tem de nos usar como agentes transformadores da nação. Nossa adoração também é uma das mais poderosas armas espirituais para a transformação do coração, de circunstâncias, e de uma nação inteira. Precisamos aprender mais sobre isso.
Na edição passada, aproximadamente doze mil pessoas estiveram presentes no Expominas e outras milhares acompanharam pela internet e televisão. Organizar uma atividade com essa proporção demanda muita responsabilidade, como você lida com tudo isso? Existe uma pressão por parte do público?
A responsabilidade é enorme, pois as pessoas se dispõem a viajar e investir nesses dias, vindo do país todo e de diversas nações. A organização é muito complexa e agradeço a Deus pela equipe que serve ao meu lado. São muitos detalhes e estamos sempre melhorando de um ano para o outro. Mas o que me impressiona não é a pressão, mas sim a confiança que sinto do público para conosco. Mesmo antes de divulgarmos a programação milhares de pessoas fazem suas inscrições. Acredito que elas reconhecem nosso compromisso de seguir as orientações de Deus para cada edição do Congresso, e tem muita gente que não perde um! O Congresso se tornou lugar de encontro de amigos, e um renovo das “baterias espirituais”. Deus é bom e fiel e tem feito coisas maravilhosas a cada ano na vida dos congressistas.
Como estão as expectativas para o congresso?
A expectativa é enorme! Iniciamos nossa consagração de 40 dias antes do Congresso, estamos constantemente em oração por aqueles dias, em jejum de delícias e muito trabalho. Temos a convicção de que Deus está nos chamando para irmos mais fundo Nele e vamos liberar as Palavras, as profecias, e as canções que Ele quer para esse tempo sobre o Seu povo. Não temos dúvidas de que serão dias marcantes, um divisor de águas, e viveremos o antes e o depois do Congresso DT 2013.
Haverá novidades para a atividade deste ano?
Temos muitas surpresas que não posso compartilhar, mas já divulgamos a gravação do CD Renovo! O Senhor falou claramente comigo em Mateus 14.52 sobre o homem que tira do seu tesouro coisas novas e velhas. Temos que receber as novidades do Céu, mas Deus já compartilhou preciosidades que precisam ser revividas e renovadas. Renovo! é um projeto muito especial porque trará algumas das músicas mais queridas do DT em novos arranjos musicais. Estou maravilhada com os novos arranjos. Podemos perceber a unção se renovando nas mensagens e melodias tão preciosas que já conhecemos e que agora virão carregadas com um novo som.
Falar sobre esse assunto durante tantos anos leva você a qual conclusão: que a adoração no Brasil está se aproximando ou se afastando dos princípios cristãos?
Ao mesmo tempo em que vivemos dias de grandes oportunidades, eles também são dias perigosos. É lindo vermos tantas pessoas se convertendo a Jesus, mas existe o perigo de não amadurecerem na fé e viverem o Evangelho só na superficialidade. O mesmo acontece com a adoração, que para muitos não atinge o estilo de vida, e fica restrita à música, da boca para fora, sem passar pelo coração. O crescimento do público evangélico também atrai pessoas com motivações erradas, e por isso todo o Brasil precisa voltar à essência da adoração, que é a vida diante de Deus. Tenho conhecido muitas pessoas comprometidas com uma adoração sincera e que agrada a Deus Brasil afora, mas tenho chorado pela perda do foco que corrompe a muitos.
Para você o que é a adoração?
Desde que entreguei meu coração a Cristo e passei a ser morada do Seu Espírito Santo, entendo que sou um “templo ambulante”. Por onde vou e em tudo que faço, adoro a Deus. Adoro a Deus com meus pensamentos, com o secreto das intenções do meu coração. Adoro a Deus com as minhas palavras, com minhas atitudes para com as pessoas. Adoro a Deus com a minha maneira de vestir. Adoro a Deus nas minhas decisões. Adoro a Deus na administração das minhas finanças. Adoro a Deus como esposa, como mãe, filha e irmã, em todos os meus relacionamentos. Enfim, adoro a Deus com tudo o que tenho e sou. Essa consciência faz com que as canções, as danças e tudo mais que acontece em uma reunião de louvor, sejam uma expressão desta vida inteiramente consagrada para Seu louvor.
John Mulinde já foi divulgado como um dos preletores da atividade, há outras confirmações?
Em minhas viagens fora do Brasil tenho visto grandes coisas que Deus tem feito nas nacões. Mulinde é o preletor que mais me impactou até hoje. A unção do Espírito Santo, aliada à autoridade na Palavra, faz com que multidões o escutem atentamente por horas. Ele também traz os fortes testemunhos sobre como seu país tem sido transformado por Deus. As chaves desta transformação serão compartilhadas conosco e a adoração é uma delas. Além de Mulinde teremos a participação do Pr. Walker Beach e do Pr. Robert Quintana, da Igreja Gateway no Texas. Eles ministrarão especificamente às equipes de louvor e ministros de louvor. Temos aprendido muito com o modelo de ministério de louvor da Gateway e aplicamos na IBL. As canções deles também nos abençoam muito e agradecemos a Deus por esta parceria. Outras participações ainda não podem ser divulgadas, mas são pessoas poderosamente usadas por Deus que estão considerando a possibilidade de estar conosco.
O Congresso de Louvor e Adoração já foi realizado na Lagoinha, no Chevrolet Hall e desde o ano passado está sendo organizado no Expominas. O que você acredita que existe de diferente no evento que atrai tantas pessoas?
Por alguns anos realizamos o Congresso na IBL até que o número de pessoas que de repente apareciam tentando entrar dificultava a organização e o conforto dos congressistas. Lembro-me de pessoas que não saiam do templo entre os cultos para não perderem o lugar. Por isso procuramos um lugar maior. Fomos para o Mineirinho, que durante muitos anos foi a única estrutura capaz de receber nosso Congresso, mas ali o som era o principal problema. Fomos para o Chevrolet Hall, voltamos para a Igreja, até que as portas do Expominas se abriram. O local é ideal para a realização de eventos grandes. O acesso é bom, pelas grandes vias de fluxo de trânsito e pelo metrô. Há um espaço enorme para a praça de alimentação (que será utilizado este ano pela primeira vez). Acreditamos que estaremos no Expominas até que o novo Templo da IBL seja construído.
Deixe um convite para os internautas do Lagoinha.com.
Contamos com as orações e a participação de muitos dos leitores e internautas! As inscrições estão abertas pelo site diantedotrono.com e a Rede Super transmitirá ao vivo para todos os que não puderem ir. Não percam esse banquete do Céu para todos nós!
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Por Tiago Chagas, para o Gospel+, Via Wagner Lemos.
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QUANTAS ALMAS VOCÊ JÁ GANHOU PARA JESUS ?
por: Compartilhamento
Hoje eu acordei lembrando do filme Titanic, que assisti há bastante tempo! Superprodução ganhadora de muitos Oscars, sem dúvida foi um dos mais bem produzidos filmes de Hollywood. Em dado instante, veio-me à lembrança a cena onde o capitão recebe a informação de que o navio está afundando, sem condições de se deter a tragédia. Preocupado e desorientado, ele pergunta ao imediato quantas pessoas estão a bordo. Recebe imediatamente a resposta: “Duas mil duzentas e tantas almas, senhor!”.
Hoje também é costume se contar almas. Isto não é feito nos cemitérios, nem nos navios, mas no interior das igrejas, onde a quantidade de discípulos arrebanhados é sinal de status e a prova definitiva de que Deus está operando naquele lugar, aprovando o que lá acontece. Quando há qualquer questionamento doutrinário ou comportamental, alguém logo sai em defesa de seu “ungido” e pergunta quantas almas o questionador já ganhou; caso ele já tenha ganho algumas ou muitas, vamos comparar as quantidades para ver quem tem mais poder, mais autoridade, mais credibilidade, mais unção…
Eu não me preocupo com a contabilidade de almas ganhas, porque a parábola do servo inútil parece ter sido contada pelo Senhor Jesus exatamente para ilustrar esta situação (Lc 17:7-10). Não importa quantas almas eu já ganhei ou quantas vou ainda ganhar pois almas não podem e nem devem ser computadas em estatísticas de poder ou credibilidade. Mesmo ganhas aos milhares, o objetivo de ganhar almas jamais poderá ser para o engrandecimento do pregador, e sim do Reino. Pregar o Evangelho é nossa obrigação; ganhar almas é tarefa não nossa, mas do Espírito Santo. Assim, quando eu “ganho uma alma para Jesus” nada mais fiz que simplesmente pregar o Evangelho. Coube ao Espírito Santo convencer o ouvinte e conduzi-lo a Cristo. Fui apenas um “moleque de recados”. A obra foi TOTALMENTE feita por Deus, o plano de salvação, a vinda do Salvador, Sua morte expiatória e Sua ressurreição. A mensagem do Evangelho não é minha, nem da minha igreja, nem do meu ministério. As almas, finalmente, não são ganhas para a nossa glória, mas para a glória de Deus!
Além disto, há pessoas que não as ganham, mas ajudam almas ganhas por terceiros a crescer (1 Co 3:1-9). Paulo não vê diferença entre um e outro. Outras, ganham almas e nem tomam conhecimento disto. Tenho um amigo que é exemplo disto. Ele é pastor e trabalha secularmente em ambiente hospitalar. Todos os dias ele tem acesso à UTI e prega o Evangelho os enfermos. Apresenta-lhes rapidamente a Palavra de Deus, mostra-lhes Jesus como o único que pode lhes trazer a salvação após a morte, faz um apelo para que o enfermo O aceite como único salvador e ora por ele. Às vezes ele percebe, por um movimento de lábios ou de olhos, uma tênue resposta; na maioria dos casos nenhum sinal se percebe, principalmente no caso de enfermos inconscientes. Mas ele não desiste. Prega o Evangelho a todos, conscientes ou não! Ele chama seu ministério como “o evangelismo da última hora”. Não sabe quantas almas já ganhou para Cristo. Não as congrega na igreja aonde é pastor. Não se torna um grande pastor, com uma multidão de seguidores após si. Só tomará conhecimento de quantas almas ganhou apenas no Último Dia. E o melhor: não tem do que se gloriar da quantidade de almas que já ganhou. Sabe que não passa de um servo inútil, que está fazendo não mais que a sua obrigação. As almas só lhe serão computadas para efeito de galardão!
Quantidade, no aspecto de “contabilidade de almas”, não significa nada! Não nos compete contá-las para usar seu número para nossa própria glória. Aliás, esta parece ser a grande causa do castigo divino sobre o recenseamento promovido por Davi em Israel (2 Sm 24).Que explicação melhor encontraríamos para tão grande castigo, senão o orgulho de ser rei sobre uma grande multidão?
Uma multidão não referenda um ministério. Muitos seguidores não significam a aprovação divina para o ministério ou para o obreiro! Sinais, milagres e maravilhas nada significam, uma vez que falsas religiões os praticam, e que Jesus foi categórico que muitos que fizeram tais sinais serão rejeitados no juízo (Mt 7:21-23). O uso de almas como contabilidade ministerial só revela a falta de escrúpulos do obreiro, sua tentativa forçada de ser reconhecido e respeitado pelos seus opositores e sua incompreensão ao verdadeiro sentido de ganhar almas para Deus!
Desde os tempos dos apóstolos, vemos pessoas arrastando após si multidões (At 5:35-37), sem contudo isto referendar sua pregação ou ministério. O mesmo acontece nos nossos dias. Religiões pseudocristãs, como o Espiritismo, o Mormonismo, as Testemunhas de Jeová, batem recordes de crescimento a cada ano, e nem por isso têm a aprovação divina, já que distorcem a Palavra de Deus e afastam o homem da plena comunhão com Jesus Cristo. O conselho de Gamaliel (se é de Deus, ninguém vai impedir, e o crescimento é a prova da anuência divina) não referenda estes ministérios.
E nem adianta afirmar-se que faz parte de uma religião evangélica! O objetivo da religião, como o próprio nome afirma, é religar o homem a Deus, e este religamento, à luz da fé cristã genuína, só pode ocorrer quando conduzimos o homem pecador a viver de conformidade com as Escrituras. Quando alguém, mesmo sob o signo do evangelicanismo, ganha uma multidão, mas afasta esta multidão da Palavra de Deus, não está ganhando almas para Jesus, e sim para si mesmo, para sua igreja, para sua denominação! É o caso explícito da parábola do cego guiando outro cego (Lc 6:39-40), quando ambos cairão inexorável e inevitavelmente na cova.
A parábola do guia cego nos dá pelo menos duas grandes lições: “E dizia-lhes uma parábola: Pode porventura o cego guiar o cego? Não cairão ambos na cova? O discípulo não é superior a seu mestre, mas, todo o que for perfeito será como o seu mestre“.
A primeira é que não adianta atrair ninguém para si ou supostamente para Cristo, se não temos condições de guiar os que se achegam à luz da Palavra de Deus e da sã doutrina dos apóstolos. Se Fulano ou Sicrano tem atraído multidões, mas afasta estas multidões da pura Palavra de Deus, não está ganhando ninguém para Cristo!
A segunda é que a maioria das pessoas está, no desempenhar de seus “ministérios”, querendo na verdade ser maiores ou melhores que o próprio Mestre. Este é o problema central da coisa! Queremos ser maiores e melhores! Nosso Mestre, na opinião destes obreiros fraudulentos, deixou de ensinar muitas coisas… Assim, acrescentam-se novos ensinamentos ao puro ensino que Ele deixou, e os ensinamos como se fossem ensinamentos do próprio Senhor… Revelações… Doutrinas… Práticas… Novidades e mais novidades… Tudo isto transforma o Evangelho em uma colcha de retalhos, numa caricatura que se afasta das Escrituras e serve de chacota para o mundo.
Quantas almas você já ganhou para Jesus? Espero que tenham sido muitas… Espero também que tenham sido ganhas REALMENTE para Jesus, e não para seu próprio ego, e não para engordar as suas estatísticas pessoais e ministeriais, e não para se tornar um líder mais poderoso, e não para referendar seu ministério e dar a ele e o status de ministério aprovado por Deus com certificação ISO e tudo o mais, e não para afastar estas almas ainda mais da pura Palavra de Deus…
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, pois que percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós. Ai de vós, condutores cegos!…” (Mt 23:15-16)
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Texto pertinente, do Blog do EsquiZilton.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!3jan
A ruína que se acha “CASA”, canta Palavrantiga e pensa ser Luz
por: Antognoni Misael
Uma música muito tocada recentemente nos ajuntamentos comunitários é a canção “Casa”, da banda Palavrantiga. Ela diz que somos “casa”, lugar de Deus, também diz estamos em obra, e que só um dia alcançaremos a perfeição.
É bem verdade que jamais seremos perfeitos neste mundo. Somos obra inacabada e que apesar de refeita por Deus, ainda precisa dia a dia de reparos e cuidados. Entretanto, na condição de nascido de novo, creio que há mudanças indispensáveis, que de fato determinam quem somos: se somos luz, ou trevas, casa ou uma velha ruína. Diga-me: que sentido faz sermos uma casa sem iluminação?
Acontece que muitos, mas muitos mesmo, que se dizem filhos de Deus, nascidos de novo, raça eleita, portadores do Espírito Santo, Luz do mundo, ainda não compreenderam coisas simples, mas tão simples, e que dispensam qualquer estudo teológico recheado de exegese, hermenêutica ou algo do tipo. Para ser luz, não precisa de tanta conjectura. Veja só:
Em Mt 6:22-23, Cristo disse: “Os olhos são a candeia do corpo. Se os seus olhos forem bons, todo o seu corpo será cheio de luz. Mas se os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas”.
Pessoal, não duvido que seja raro encontrar gente cheia de trevas se achando ser luz.
Lamento por perceber uma multidão de súditos, que se dizem entendedores da Graça de Deus, que se esmeram no estudo bíblico para exibirem seus dotes teológicos, que fazem front ao evangelho equivocado, mas que, infelizmente, no teste do cotidiano, se mostram pessoas de difícil convivência, que destilam seu veneno de prepotência, intolerância, que fazem de seus álibis a detenção de uma Verdade discursiva, apenas. Gente que não sabe diferenciar ideias de pessoas, divergências de convivência. Gente que só no olhar não transmite um pingo de paz, amor e graça.
Este tal “cristão” que comento é aquele tipo de “casa” que tem como manutenção de si as desgraças alheias. É gente que geralmente vibra diante das fraquezas do próximo e justifica seus deslizes nas falhas de outros que chama de irmãos. Gente que se faz de forte, mas na hora do “vamo ver” abandona a cruz. Este é o tipo de “casa” que sabe que vive num local de esgoto, mas se imagina num jardim perfumado.
Fico triste em notar que este tipo de gente traz em si a “marca da Lei”, que é um exímio observador, mas, infelizmente, torna-se um amplificador dos erros. É o portador do semblante reprovador, condenador.
Agora, o mais lamentável de tudo isso, é que neste texto, não me refiro àqueles falsos mestres, que tanto alertamos e combatemos, mas de gente “dentro”, que por fora é até um apresentável “cristão”, mas que no conjunto da obra, ainda é uma ‘ruína velha’ e que necessita de uma grande reforma. O que falta então? Simples, novas janelas para casa e uma boa iluminação.
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Arte de Chocar
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!2nov
A crise da igreja evangélica brasileira: Ser ou Ter ?
por: CompartilhamentoDoze minutos que farão você pensar sobre o que é a igreja.
Qual é o ideal: ser ou ter benção?
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Compartilhado do blog do Ed.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!1out
O porquê de não ser igreja*
por: Antognoni MisaelA igreja é uma invenção / Enquanto que a IGREJA somos nós. Eu e você.
*igreja = #denominação, #instituição (REPROVADO)
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Igreja e Política: Uma Perigosa e Explosiva Fórmula
por: Jofre GarciaOs ditos evangélicos saíram com garra ao campo!
Quem dera fosse os campos branquejados para ceifa. Quem dera fosse os lugares de difícil penetração do cristianismo, onde ser Igreja é uma constante ameaça a segurança pessoal. Quem dera fosse em prol de um movimento de moralidade e re-avivamento espiritual começando em suas próprias vidas, depois “igrejas” e sociedade. Quem dera fosse por causa do Reino e de seu Rei…
Quem dera…
As praças e ruas foram tomadas pelas turbas embriagadas de populismo demagogo, promessas de ódios, guerra de informações e favores “panis et circeses” que deixa em xeque nossa propalada democracia oligárquica e midiática. Agora, com um novo e inusitado elemento em meio à trama (nem tão novo assim), a presença maciça, colorida e “ungida” dos “crentes” enfeitando as passeatas, mas enojando a fé.
Não que eu seja um apolítico, ou alguém avesso a política, ou ainda que possua fobia a política, não é isso. Tenho ojeriza ao que ela tem se tornado e como os modernos “senhores de engenho” se utilizam de sua força de trabalho para conseguir a posse de parte do poder em nossa estrutura republicana. Sempre defendi que a cosmovisão evangélica percebesse as questões sociais a sua volta e fosse um farol a comunidade / sociedade na qual se está inserida, e esse exercício de existência comunitária se dá com conscientização política. Viver “igreja” sem considerar o que se passa em seu município, estado, país é uma alienação, é um evangelho platônico e irreal, é uma ilusão dopante que anestesia nossa capacidade de discernir tempos e épocas.
No entanto, é preciso saber o que se defende o que se projeta qual a razão / propósito dessa afinidade político partidária, de que forma o Senhor será glorificado nessa conjunção de acordos escusos e escandalosos privilégios. O que mais se tenho ouvido é que tais candidatos irão representam a “igreja” e as questões ligadas aos evangélicos. Ledo engano, a grande maioria defende apenas um projeto pessoal e mesquinho, ou é o braço político de um império chamado “igreja tal e tal”.
E quando a irracionalidade religiosa ganha proporções decisivas num estado laico, torna-se um jogo perigoso para democracia. Sempre que aconteceu a união, Estado – Igreja na história, ela foi nociva e degradante para o povo. Desde as Cidades-Estado da antiguidade, os grandes impérios, passando pelo catolicismo medieval aos modernos Estados Mulçumanos, essa mistura tem sido perigosa, explosiva e tirânica. Observo com preocupação os nossos emplumados líderes espalhando seus tentáculos pelo poder sem nenhuma preocupação com a república (coisa pública), mas apenas focados em alcançar posições palacianas ou espraiar sua influência e fortuna, perpetuando-se no poder, tanto religioso quanto político.
Cuidado Brasil com esses “homens de deus” no poder!
Não quero uma nação islâmica, nem catolinizada, muito menos protestantizada. Não quero a minha nação comprometida com nenhum segmento religioso. Prefiro o Estado Laico! O Estado tem que se comprometer com o direito, a justiça, o cuidado com o povo, seja ele de qualquer credo religioso. Como eleitores, temos que exigir o cumprimento das leis, a aplicação dos recursos públicos de forma que venhamos receber o fruto dos impostos pagos, que por sinal são astronômicos e injustos. Como eleitores, temos que exigir paz social e não guerra religiosa.
Quem dera os “evangélicos” fossemos democráticos e fiscalizadores do poder pátrio como são resolutos em suas demonstrações místicas.
O que temos, então, pastores que se associam a velhas raposas e emprestam sua figura e imagem aos guias eleitorais, usando sua gente como massa de manobra e poder de barganha. Os irmãozinhos ganham as ruas como cabos eleitorais abraçando com sua simplicidade as decisões de seus líderes, mesmo sem entenderem bem o porquê delas.
Como se não bastasse os profissionais da política que transformaram os cargos eletivos em possessão hereditária, muitos “líderes” religiosos (os evangélicos descobriram esse veio) embarcaram na onda do poder pelo poder, abençoados pelo povo alienado e psicologicamente cativos de seus favores com o “divino”.
Talvez não devesse estar falando sobre isso. Uma vez que muitos políticos, dependendo do cargo possuem imunidade, os “líderes evangélicos” possuem imunidade eclesiástica: “Não toque no ungido”.
Tô ferrado!!!
N’Ele, que é fogo consumidor.
P.S: Peguei emprestado uma citação do irmão André Pensil e sua perspicácia para construir o pensamento deste artigo.
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Jofre Garcia é radialista, teólogo, e escritor do Blog Auxílio do Alto. É parceiro do Arte de Chocar.
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