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“Onde que tem heresia aqui?” – Seria uma resposta de Thalles Roberto?
por: Antognoni Misael
Recentemente, no último dia 08 de maio, postaram um vídeo no canal do youtube aonde Thalles Roberto em uma de suas apresentações argumenta sobre alguma crítica que tenha recebido. Ao que me parece, ele comentava sobre a canção “Filho Meu“, uma vez que no fim do vídeo canta um pedacinho dela e diz: “Onde que tem heresia aqui? Eu não sei… “Thalles também diz no mesmo vídeo: “se essa obra é de homem ela vai parar, mas quando ela é de Deus pode se levantar…”
Ao comentar sobre o sucesso de seu último álbum “Sejam Cheios do Espírito Santo”, o cantor que teve mais de 700.000 visualizações no clipe da canção “Filho Meu”, deu pistas de que sua obra não vai parar nem tão cedo:
“É impressionante o que Deus faz através da música! Alegro-me muito com o crescente número de evangélicos que há em nosso país, mas nunca esqueço que há um número talvez maior de filhos pródigos que, por algum motivo, viraram as costas pra Deus e estão por aí, perdidos nas trevas, afundados no lamaçal do pecado, conduzindo suas vidas sem Cristo, rumo ao precipício e à destruição”;
“Deus conhece a intenção do meu coração e sabe o quanto eu anseio por estas pessoas, que, assim como eu estive um dia, estão enfraquecidas, com o coração em pedaços, precisando de arrependimento, perdão, amor, cura e libertação. Que todo esse sucesso esteja a serviço da obra de Deus e que mais e mais pessoas sejam alcançadas pela Palavra”.
[Disse Thalles ao Portal Gospel Prime]
Voltando ao vídeo, não dá pra saber se na visão de Thalles ‘parar a obra’ significaria estancar a carreira, reduzir drasticamente a agenda de shows ou coisa do tipo. É verdade que quando a obra é de Deus ela pode prosperar, mas Deus também faz com que obras parem. Lembremo-nos do disse o Senhor a respeito de Paulo, “eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome” (Atos 9.16). A invés de palcos, estrelismos e prosperidade, Deus trabalhou na vida de Paulo de uma outra forma. Muitas vezes Deus pára “obras” para fazer a Verdadeira obra em na vida de quem necessita.
Que Deus ao Seu modo e tempo possa estar conscientizando Thalles a respeito do Verdadeiro signficado de Sucesso no Seu Reino.
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“Mercado gospel”: Comércio de produtos voltado ao público evangélico movimenta R$ 12 bilhões em um ano
por: Gospel Mais
Somente no ano passado, o comércio de produtos direcionados ao público evangélico movimentou R$ 12 bilhões. Os dados são de um estudo feito pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), que lembrou também que esse público representa um contingente de 42,3 milhões de brasileiros, 22,2% da população brasileira, de acordo com o Censo IBGE divulgado em 2012.
A maior parte desse faturamento vem da venda de livros, que representam R$479 milhões do faturamento, de acordo com a Câmara Brasileira do Livro. Além dos leitores brasileiros, as editoras nacionais ainda exportam títulos para 105 países. O setor fonográfico também é fortalecido por esses consumidores e movimenta R$ 1,5 bilhão anualmente, de acordo com dados da Associação Brasileira de Produtores de Discos. Esse faturamento tem atraído, além das gravadoras especializadas nesse público, empresas originalmente seculares, como a Som Livre e a Sony Music, que criaram selos evangélicos e investiram na contratação de artistas de grande peso, e muito conhecidos pelo público.
Segundo o site Mundo do Marketing, diferente do que prega o senso comum, o mercado evangélico não tem os CDs e DVDs como produtos exclusivos. Apesar de esses serem os mais representativos em faturamento, as empresas gospel disponibilizam produtos que vão desde agendas, materiais de papelaria, roupas personalizadas, brinquedos, DVDs e desenhos animados até serviços como sites de relacionamento, pacotes de viagens, eventos e cartão de crédito.
- O mercado está muito mais exigente do que há 10 anos. A mentalidade que imperava era: sou evangélico e vou fazer um produto para evangélicos. Então não precisa ser tão profissional, porque de irmão para irmão se aceita qualquer coisa. Nessa época, produto evangélico era sinônimo de falta de qualidade. A música, por exemplo, não era aceita por quem não era do meio – comentou sobre o mercado o fundador do site Amoremcristo.com, Carlos Vinícius Buzulin.
Empresas voltadas para esse público tem feito investimentos também no ramo do vestuário. Como exemplo dessa expansão temos a pastora e cantora Aline Barros que lançou no ano passado a grife Minha Maria, especializada em moda infantil exclusiva para meninas. As empresas Ce Chic e Clara Rosa também seguem a tendência e oferecem roupas e acessórios de diferentes estilos para atender a demanda das mulheres cristãs.
- As confecções sofreram uma mutação ao longo do tempo. Antes as roupas evangélicas eram peças que as pessoas usariam só mesmo para ir à igreja. Atualmente transmitem valores sem dever nada a outras grifes – afirma Carlos Vinícius Buzulin.
Nesse mercado já é possível encontrar também cartões de crédito voltados para esse público, como o Assembleia de Deus Mastrear e CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil) Gold, cartões que foram criados em comemoração ao centenário das Assembleias de Deus, em 2011. Os operadores financeiros responsáveis por esses cartões repassam 50% dos lucros para a igreja da qual o cliente é membro.
Comentando sobre a ampliação desse mercado, Carlos Vinícius Buzulin explicou que para ingressar nesse nicho, além de um produto competitivo, as empresas precisam compreender o que leva este público a escolher um produto.
- O sucesso está em conciliar a parte profissional e compreender as necessidades espirituais. Estas empresas têm que ter esses dois pilares. Se só um deles estiver bem estruturado, o projeto estará fadado ao fracasso. Hoje temos empresas de diversos segmentos criando ramificações evangélicas, dando uma cara gospel para conquistar essa fatia da população. Quando o negócio não dá certo, geralmente a falha está em não conhecer como este público pensa e se comporta. São empresários que entram simplesmente para capitalizar – comenta o empresário.
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Por Dan Martins, no Gospel+ via Web Evangelista.
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Mais uma heresia gospel:”Louvor” diz que Se preciso fosse, Cristo morreria mais uma vez para restaurar o relacionamento com seus filhos
por: Antognoni Misael
Imagina uma musiquinha romântica com acordes bem colocados, frases melódicas de efeito, arranjos bem trabalhados, vocais bem sobrepostos, e voz principal estilo ‘ministro de louvor ungido’ – as características desta canção tem algo parecido com o gospel atual?
Agora observe no vídeo abaixo as expressões desses “levitas”: quanta introspecção, quanta sinceridade, quanta entrega, quanta vontade de abençoar e converter algum coração… Estou errado? Penso que não!
Infelizmente, exemplos como este nos mostram que a performance não significa absolutamente nada quando entra em voga o conteúdo do louvor. Será que o conteúdo é válido? Ou a performance tenta demonstrar uma espiritualidade vazia?
Esse é um dos principais problemas da igreja evangélica nos dias atuais – a super valorização da performance, dos padrões de louvor (que pensam funcionar), e da música dita Gospel. Em virtude de canções como esta, essa geração tem deixado de experimentar a Verdade de Deus para se saborear com cantos infundados de “ministérios” duvidosos.
Nossa geração tem adorado a outros deuses. Sutilmente, muitos estandartes da geração do gospel estão insinuando que de Deus seja a meretriz de um público de consumidores. Boa parte das pregações e das canções tem posto o homem no altar e ignorado a suficiência da obra da Cruz. Isso é triste! Suponho que Deus esteja se irando, se é que já não está.
Este ‘louvor caiado’ visto acima é mais uma das maiores aberrações que ouvi no meio dito gospel! Melodia aparentemente inofensiva mas com letra idólatra.
Analisando.
SE PRECISO FOSSE… (MINISTÉRIO IPIRANGA)
Cadê aquele brilho em teu olhar
Que eu te dei filho meu?
Cadê aquele amor que eu formei filho meu?
Eu não te fiz para viver tão longe assim
Eu não te fiz para sofrer
Onde está teu coração que eu comprei filho meu?
(Eu morreria) Eu morreria nesta cruz mais uma vez (sim)
Eu sofreria nesta cruz mais vez
Todo o meu sangue que verti nesta cruz por você
Filho meu
Mais uma vez (por você)
Mais uma vez (filho meu)
Mais uma vez (mais uma vez)
Mais uma vez
Eu morreria nesta cruz
Só pra te ter pra mim filho meu (o Senhor te diz)
Eu sofreria nesta cruz
Se preciso fosse por você
Mais uma vez (mais uma vez, por você)
Mais uma vez (filho meu, eu faria por você)
Mais uma vez (vem de novo pr´os meus braços filho meu)
Mais uma vez (dá-me teu coração)
Mais uma vez (eu quero, eu quero, teu coração)
Mais uma vez (anseio, anseio, te ter em meus braços filho meu)
Mais uma vez (volta pra mim, filho meu)
Te quero
Note que este escárnio musical demonstra um mimo de “Deus” para com o receptor (o tal filho). Consta na canção a seguinte cena: “Deus” está preocupado com a indiferença espiritual de um dos seus filhos, e chega para ele e diz: “Eu não te fiz para sofrer” – é como se fosse Deus estivesse implorando pela volta de um relacionamento quebrado pelo tal “filho”. Nas entrelinhas, é tipo “Deus” dizendo: “o que é que está acontecendo?, volta pra mim, por favor; você não foi feito pra tá passando por isso; olha, se for preciso eu faço tudo de novo por você, volta por favor”.
A blasfêmia se concretiza quando o autor da canção põe em dúvida a obra redentora definitiva e eficaz da Cruz de Cristo.
“Eu morreria nesta cruz mais uma vez
Eu sofreria nesta cruz mais vez”
Penso: será que Deus mandaria Seu filho de novo para a Cruz? Rasguemos as palavras do mestre “Está Consumado”? Meu Deus, quanta heresia para uma só canção!
A obra de Cristo no Calvário foi perfeita, completa e insubstituível (Is 53:10-11;Jo 10.28-29; Jo 19.30). Seria no mínimo um afronta a Deus supor que após Ele se esvaziar (Fp 2.7), deixar o seu lugar de Glória se fazendo homem e morrer morte de Cruz para a remissão dos nossos pecados, não tenha sido suficiente para salvar os Seus. Dizer que Cristo faria tudo de novo é como jogar no lixo o plano da Salvação arquitetado antes da fundação do mundo!
Amigo leitor, não me venha supor que estou causando divisões no reino. Não insinue que estou tocando no ungido ou que deveria estar falando do amor de Deus ao invés de denunciando mais uma heresia. Esta é apenas uma canção anaisada, mas lamentavelmente há muitas semelhantes espalhadas por nossas igrejas; “louvores” nocivos à Palavra e que trazem sutis desqualificações sobre os atributos de Deus.
Digo humildemente aos ouvintes e músicos: observem o que andam escrevendo antes de cantarem ou tocarem, e não se encantem com a sonoridade de uma música bem feita instrumentalmente. Sugiro ainda que joguem fora os mantras, excluam as rezas musicas onde repetições acionam o ‘botão’ da emoção e desvirtuam a comunidade da adoração racional – deixem a emoção para ser consequência de um culto racional centrado em Cristo! Naveguem em águas contrárias a essa lama gospel! (Rm 12.2)
Como diria o amigo João Alexandre, eu “não consigo me encaixar neste esquema”, por isso amigo leitor, faça bom uso desse post e lembre-se: NÃO é proibido pensar!
***
Não bastasse o último post da canção do Thalles, uma amiga leitora do nosso blog, Ellen Ameijeiras, me apresentou esta canção. Lamento estar postando estas tristes canções, em breve estarei compartilhando de muita coisa boa existente na nossa música cristã brasileira. Aguardem.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!23mai
Essa aberração chamada artista gospel
por: Renato Vargens
Eles desejam ser o cantor da moda.
Pois é, outro dia eu ouvi um irmão em Cristo afirmando que muitos dos “artistas” gospel desejam ser o cantor da moda. Aliais, antes de qualquer coisa preciso afirmar que essa história de artista gospel é uma afronta a mensagem da Cruz.
Caro leitor, desculpe o desabafo mas essa história de artista da música gospel é uma enorme aberração. Estou cansado da idolatria fabricada pela industria fonográfica evangélica. Estou enojado e profundamente entristecido com o rumo do evangelicalismo brasileiro. Essa coisa de ser “gospel” virou febre neste tupiniquim país! A conseqüência disso é que em nome da espiritualidade a fé bíblica-cristã tem sido comercializada de modo escandaloso. Em nome de Deus, a música e a adoração, passaram a ser vendidas como um produto qualquer em nossos templos onde cantores, cantoras em nome do ministério, estipulam valores altíssimos, para adorar aquele que é digno de todo louvor.
Quero pedir uma favor aos cantores que me leem, por gentileza não me peçam que os convide para cantar em minha igreja, não solicite que eu coloque os seus “clipes” em meu blog. De antemão, vos aviso que não o farei. Sim, não o farei simplesmente pelo fato de que não contribuirei com o mercantilismo desenfreado fomentado pelo movimento gospel.
Eu estou cansado da venda de indulgências modernas, do comércio da fé, da fabricação de artistas, e da idolatria evangélica. Estou cansado da ignorância de alguns dos evangélicos que alimentam com suas esquisitices esse monstro denominado movimento gospel.
Ah, meu amigo, como inúmeras vezes tenho falado não aguento mais a efervescência da graça barata, o mercantilismo gospel, a banalização da fé. Não suporto mais, as loucuras cantadas e interpretadas pelos cantores evangélicos.
Chega! Basta! Quero viver e pregar o evangelho, Quero de volta a Mensagem da Cruz! Quero ver uma igreja, santa, ética, justa e profética, quero ver uma igreja, que não se corrompe diante loucuras dessa era, quero ver uma igreja reformada e reformando, quero ver uma igreja verdadeiramente PROTESTANTE!
Soli Deo Gloria
***
Fonte: Blog do Renato Vargens.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!2mai
“Deus” corre atrás, oferece promessa arquivada, leva porta na cara e chora, como assim Thalles?
por: Antognoni Misael
Volta e meia Thalles Roberto aparece nas minhas postagens. Já tava demorando… Sei que muitos até duvidam, mas, eu o ouço e gosto de algumas de suas canções – ouvi-lo cantar clássicos das músicas cristãs no álbum Raízes (2010) não tem igual – o problema é que por estar onde está, talvez por ter sido mal discipulado, ele acaba por merecer algumas considerações.
No último post sobre sobre ele escrevi que se ‘ele apenas cantasse seria menos pior’. Minha sugestão abordou sobre suas equivocadas declarações feitas em pregações, testemunhos e entrevistas, a respeito do evangelho: “Se fosse um deslize, uma frase mal colocada, uma expressão infeliz, até que dava pra relevar, mas… não. Não é tão simples assim”, escrevi.
O que tem me chamado atenção agora é o recente vídeo lançado pela Graça Music “Filho Meu” cujo Thalles fala na primeira pessoa demonstrando uma tentativa do próprio Deus de se relacionar com um suposto FILHO, porém ainda não convertido.
Não julgo a intenção da música, pode até ter sido boa, mas, sinceramente tanto ela quanto o vídeo foram (para mim) de uma péssima fundamentação teológica, pobreza musical e de uma desqualificação da soberania e onipotência de “Deus” nunca vista antes.
Comentando a letra:
“Filho meu
Ta fugindo de mim, é?
Ja tentei, procurei e outra vez
Você me rejeitou, porta na cara doeu…”
1) A Palavra nos ensina que é Deus quem realiza tanto querer quanto o efetuar na vida de todos nós. (Fp 2.13). Charles Spurgeon bem disse que a Graça de Deus não viola a vontade humana, mas triunfa docemente sobre ela. Sinceramente não consigo compreender esse “Deus” da canção que tanto PROCURA,TENTA e não consegue realizar sua vontade, e além disso ainda leva porta na cara e sente a dor pela rejeição.
“ Filho meu
Ta correndo de mim, é?
Ontem eu me lembrei
De uma antiga oração
Que você fez no monte
Lembra filho? Eu chorei!”
2) Não dá pra encontrar nas Escrituras um “Deus” que tem esporádicas lembranças de orações e se põe a chorar porque se sente rejeitado por alguém. Esquizofrenia e complexo de inferioridade, não dá né?
“Eu acho que paguei
Um preço alto demais
Eu tenho tantas coisas
Pra viver com você
Promessas e promessas
Arquivadas te esperando, filho!”
3) Este trecho acima é um retrato do que ultimamente tem ocorrido com muitas das canções evangélicas: a centralidade no homem. A infelicidade do Thalles foi tanta que se prestarmos bem atenção, as palavras compostas por ele montam a ideia de um “Deus” que se humilha e tenta reatar o relacionamento a partir de uma barganha: oferece coisas boas para viver, “Promessas e Promessa” para que o pecador se volte para Ele. Note que em nenhum momento há o convite ao arrependimento, nem a verdade cristã que o caminho de Deus não é um “mar de rosas”!
(Uma pergunta ainda fica no ar: “Deus arquiva promessas”? #CUMÉISSO?)
“Você ta dirigindo cego
Em alta velocidade
Daqui de cima eu vejo
A pancada que vem
Então passa sua vida pro meu
Nome que eu assumo tudo
Tudo, tudo, tudo”
4) Afinal, esse FILHO da canção é convertido ou convencido? Note, nas estrofes acima “Deus” se refere a um filho, tanto é que o chama assim. Agora me parece que ele ainda não é, já que acima “Deus” diz: “passa sua vida pro meu nome”, deixando a entender que ainda não há filiação entre ele e o personagem FILHO. Veja a próxima estrofe:
“Faz o seguinte, oh
Levante a mão agora
E me aceita
Como o seu salvador
Depois me abraça
E a gente vence
Junto essa parada”
Acima, “Deus” faz um apelo ao personagem e definitivamente revela que ele não era FILHO como mencionou as duas primeiras estrofes; além do mais, este convite de “Deus” não traz a consciência de pecado e a condição de arrependimento, do contrário, ratifica que é um convite a vitória e ao deleite das promessas “arquivadas”.
Quanta irrelevância e confusão para uma só canção.
Lamento dizer. Senti pena desse “Deus” da canção. Um “Deus” que implora, oferece promessa arquivada, leva porta na cara e sente dor na rejeição.
A Palavra diz que Cristo morreu pelos Seus, viu o fruto penoso do seu trabalho e ficou SATISFEITO (Isaías 53:10-
P.S.: Sem falar que a música (pra mim) é uma das piores que ouvi no meio Gospel.
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Arte de Chocar
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!389mai
Axé Gospel no Profissão Repórter
por: Antognoni Misael***
Este vídeo mostra um pouco do Mundo Gospel. Confira!
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!1abr
Thalles, Rodolfo e Luo: “Religiosidade atrapalha o gospel”
por: Fonte UolTrês dos maiores nomes da música gospel, Thalles, Rodolfo Abrantes (ex-Raimundos) e Pregador Luo contam como o excesso de religiosidade prejudica a música e aproveitam para afirmar que atualmente muitos têm se aproveitado da onda de sucesso do estilo para ganhar dinheiro e distorcer o evangelho.
Em entrevista ao UOL, os cantores também comentam o crescimento exponencial do estilo em todo território nacional e mostram que querem atingir um público que vai muito além das igrejas.
dica da Rina Noronha
[TV UOL via Pavablog]
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Parafraseando o velho Cazuza, não sei se tais “ideias correspondem aos fatos”. Confesso que o Rodolfo Abrantes me pareceu mais coerente em relação a sua cosmovisão e ministério. No mais, oremos pela situação dos astros do Gospel no Brasil.
E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!5abr
Não toqueis num ungido para não dar de cara com o fogo
por: Mikaella CamposO que vocês acham da nova canção da Damares? Depois da música “Sabor de mel”, onde já falava sobre a vitória do cristão sobre as pessoas invejosas e sem compaixão, a cantora gospel agora vem com uma canção ainda pior. Só o nome da música me faz ter arrepio: Não Toque No Ungido. Cuidado, heim, gente! Não mexa com um ungido, como diz a letra dessa “obra de arte”, aquele que toca num crente vai dar de cara com o fogo, fogo eterno. Aiaiaiaiaiaiai.
***
Acho que já toquei em tantos “ungidos” que posso até ter me corrompido.
Aliás, tô começando a acreditar em maldição hereditária quanto o assunto é “Búsica Bostel”.
(Fonte: Minha Vida em Cristo sem Heresias)
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