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28
abr

Show de (ir)relevância gospel: Projetos de parlamentares evangélicos

por: Pavablog


ideias bizarras

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Vi no Pavablog.

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14
nov

Laicismo seja louvado

por: Ciro Sanches


O grande assunto do momento é a proposta de eliminação da frase “Deus seja louvado” das cédulas de real. Ouvi, nesta manhã, em um programa de rádio, um procurador do Ministério Público Federal (MPF) dizendo que o Estado é laico e deve eliminar as referências à religião. Ele, inclusive, notificou o Banco Central (BC) por considerar que a aludida frase é uma “ofensa à laicidade da República Federativa do Brasil”.

Segundo o MPF, o registro na moeda nacional desrespeita o Estado laico e deve ser banido das cédulas. O BC argumenta que até a Constituição Federal foi promulgada “sob a proteção de Deus”, e que “A República Federativa do Brasil não é anti-religiosa ou anti-clerical, sendo-lhe vedada apenas a associação a uma específica doutrina religiosa ou a um certo e determinado credo”.

Ora, se a aludida frase incomoda tanto o MPF, bem como os ateístas, ativistas LGBTUVWXYZ e adeptos do laicismo, de modo geral, sugiro que eles façam propostas ou exigências mais amplas, além de requererem a exclusão dos “abomináveis” dizeres contidos nas cédulas do real. Se o Estado é laico, como eles advogam, que não haja mais nenhum feriado ou comemoração religiosa no Brasil. Não seria bom para todos eliminar o calendário católico, em nome da laicização? Imagine o que aconteceria com o comércio, se não houvesse mais os dias de N.S. Aparecida, Páscoa, Finados e Natal!

Ah, o Estado é laico? Então, que sejam demolidos o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e a estátua do Padre Cícero, no Ceará. Penso que esses grandes símbolos religiosos deveriam ser eliminados, para agradar os laicistas de plantão, não é mesmo? O ideal seria que no lugar dos tais símbolos fossem erigidos monumentos que cultuem a diversidade sexual e a liberdade de expressão. Que tal colocar um enorme arco-íris, símbolo usado pelos cidadãos LGBTUVWXYZ, no alto do Corcovado, bem como uma estátua de Oscar Wilde em Juazeiro do Norte? Certo deputado BBBrasileiro ficaria satisfeitíssimo, caso isso ocorresse.

Ora, se o Estado é laico, é inadmissível que haja cidades cujos nomes façam referência à religião, como Aparecida, em São Paulo, e Natal, no Rio Grande do Norte. Proponho que, numa decisão exemplar, a maior cidade do nosso país, São Paulo, tenha o seu nome mudado para Carl Marx ou Voltaire. Outro Estado que deve mudar de nome urgentemente é o Espírito Santo. Este é uma afronta ao laicismo!

Ironias à parte, será que todo esse empenho em laicizar o Estado tornará o Brasil melhor? Será que a “relevante” conduta do MPF contribuirá para a diminuição dos índices de homicídio nas grandes cidades, melhorará a educação, a saúde pública e o trânsito, bem como tornará o nosso país mais civilizado?

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Fonte: Blog do Ciro.

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22
out

No Brasil, punição para furto é mais severa que para corrupção

por: Pavablog


A baixíssima incidência de presos condenados por corrupção no sistema carcerário brasileiro não pode ser atribuída à natureza não violenta do crime. Prova disso é que aproximadamente 70 mil pessoas cumprem pena no país por furto, destaca o pesquisador da Fundação Getulio Vargas Pedro Abramovay, ex-secretário nacional de Justiça. Para cada preso por corrupção no país, há cem encarcerados por subtração de coisa alheia, de acordo com a estatística mais atualizada do Depen. Embora considere os dois crimes graves, Abramovay não concorda com a adoção de diferentes critérios na hora de decidir quem deve ir ou não para a cadeia:

— O que não pode é tratar o furto, altamente ligado às circunstâncias sociais, como caso de cadeia; e a corrupção, crime gravíssimo e que muitas vezes é cometido por pessoas que têm mais dinheiro, como caso em que as pessoas não vão para a prisão.

O especialista defende a perda da função pública como medida mais eficaz do que a própria cadeia para casos de réus primários. Mas adverte que, no caso de personagens de alto escalão de governos, em qualquer Poder, ou em processos que envolvam altos valores, a prisão seria o caminho mais adequado.

— Essas pessoas têm uma dignidade do cargo, dada pela própria Constituição, que torna o contexto mais grave — avalia.

Diminuir a elasticidade das penas previstas para os crimes contra a administração pública — que permite ao juiz decidir entre dois e 12 anos de prisão, no caso da corrupção ativa, por exemplo — é um dos debates importantes no momento. Outro caminho é discutir o projeto de lei que sugere o tratamento de crimes de corrupção como hediondos.

Coordenadora do Centro de Apoio das Promotorias Criminais do MP do Rio, a promotora Renata Bressan acredita ser um erro considerar a corrupção um crime com menor dano à coletividade. Mas observa que o juiz deve cumprir a lei e, neste caso, acaba sendo natural que na aplicação de pena mínima, no caso de corrupção, a cadeia se reverta em pagamento de multa e prestação de serviços à comunidade.

— É um crime extremamente danoso aos valores sociais. Todo mundo faz, e, punindo com mais rigor, mostramos que não é bem assim. O corrupto quer exatamente a mesma coisa que o traficante: obter vantagem financeira, causando dano à sociedade — avalia a promotora.

Visão semelhante tem o promotor que integra o Centro de Apoio Operacional Criminal de São Paulo, Tomás Ramadan, que considera o baixo índice de prisão um “caminho aberto para a reincidência”.

— Quando as pessoas não se sentem desestimuladas a continuar com determinado comportamento, elas reincidem. As pessoas fazem uma análise custo-benefício e chegam à conclusão de que vale a pena praticar o delito.

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hiago Herdy e Roberto Maltchik, em O Globo, via Pavablog.

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16
out

Qual é a política do cristão?

por: Compartilhamento


O cristão não é um ser apolítico. Primeiro, ninguém é apolítico. Todo posicionamento a favor, contra ou muito pelo contrário é um posicionamento político. Segundo, o cristão que verdadeiramente ama a Deus também ama seu semelhante. Isso implica reconhecer sua responsabilidade social.

O pastor Bert Beach escreveu que o “cristianismo é uma religião de comunidade. Os dons e as virtudes cristãs têm implicações sociais. Devoção a Cristo significa devoção a todos os filhos de Deus, o que gera responsabilidade pelo bem-estar dos outros”.

Isso não quer dizer que todo cristão tem que se filiar a um partido político. Além de denunciar estruturas socioeconômicas opressoras, o cristão deve trabalhar para mudar pessoas. O cristão também é um revolucionário. Mas do tipo que apresenta a paz e a vida em Cristo. Ele tem como objetivo mudar o homem. O homem transformado mudará as estruturas sociais de exploração e opressão.

O cristão espera novo céu e nova terra. Enquanto isso, ele trabalha para minorar o sofrimento, a injustiça e a pobreza mesmo tendo consciência de que as dores do mundo não serão curadas definitivamente pelo próprio homem.

Não quero dizer que o cristão não deve entrar oficialmente para a política. O cristão que almeja ou ocupa um cargo público costuma usar o argumento de que até personagens bíblicos atuaram na esfera política, como José, Ester e Daniel. É verdade. Mas eles pagaram o preço por não se corromperem. Quer se candidatar? Então, mais do que ser um cristão político você deve atuar como um político cristão.

Um candidato cristão não deve usar os cultos de sua igreja para a autopromoção. Púlpito não é palanque. O púlpito não merece ser ocupado com outro assunto que não seja a mensagem da salvação em Jesus.

Os candidatos políticos têm suas diferenças ideológicas, e nós costumamos defender nossas preferências políticas. Por isso, gastamos nossa lábia tentando provar que nosso voto é melhor que o dos outros. Alguns irmãos se unem pela fé e se separam pela ideologia. Vão à igreja pela doutrina e deixam até de se cumprimentar por causa de partidarismo. Por isso, esse é um bom conselho: “Mantende secreto o vosso voto. Não acheis ser vosso dever insistir com todo o mundo para fazer como fazeis”(EGW, Carta 4, 1898).

O evangelho é a prioridade das instituições cristãs. Uma coisa é manter um relacionamento respeitoso com as instâncias governamentais. Outra bem diferente é buscar proximidade a fim de obter favorecimento. Tanto a oposição aberta como o apoio oficial à situação acabam atrelando a imagem da igreja a contendas políticas e não à divulgação do evangelho.

O discipulado cristão tem uma dupla missão: anunciar o evangelho puro e simples de Cristo e ajudar a diminuir as necessidades sociais. A igreja desempenha um papel na comunidade, mas não é um comitê de campanha. A igreja busca servir os desfavorecidos, mas não é uma ONG. A igreja pode ter relevância social, mas não pode omitir sua missão na restauração espiritual.

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Via Nota na Pauta

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08
out

Amanda: de celebridade no You Tube a vereadora em Natal

por: Compartilhamento


De celebridade instantânea na internet a vereadora mais votada em Natal (RN). A professora potiguar Amanda Gurgel, 31 anos, teve uma carreira meteórica em pouco mais de um ano e meio. Integrante do corpo docente municipal e estadual no Rio Grande do Norte, ela agora parte para o desafio de exercer o cargo de vereador com mais de 8,6% dos votos válidos – o mais alto índice atingido pelos candidatos às câmaras municipais de todas as capitais do país.

Ela alcançou projeção nacional em maio do ano passado, quando foi publicado no You Tube um vídeo em que criticava a situação dos professores no país. Conquistou assim o status de celebridade da internet em razão de um depoimento dado em audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Até hoje, o vídeo já foi visualizado 2,2 milhões de vezes.

Em junho de 2011, esteve em Brasília para acompanhar uma sessão da Comissão de Educação da Câmara. Na época, disse que não tinha tempo para pensar se aproveitaria o status alcançado com o desabafo gravado na câmara local. Porém, já vinha viajando com o presidente nacional do PSTU, Zé Maria, participando de movimento de professores.

Veja o vídeo:

Um ano depois, decidiu se candidatar a uma vaga na Câmara Municipal de Natal pelo PSTU. Deu certo. Amanda obteve uma votação acachapante pela coligação Frente Ampla de Esquerda. Até agora, com 99,45% dos votos apurados, ela teve o apoio de 32.716 eleitores (8,61% dos votos válidos). Seu desempenho foi ainda maior do que o simulado em pesquisas de opinião, que projetavam 25 mil votos para a socialista.

Além de garantir sua vaga, conseguiu outras duas para candidatos de sua coligação, que também contou com o apoio do Psol. Sandro Pimentel (Psol) recebeu 1.392 votos, enquanto Marcos do Psol (Psol) teve 714, de acordo com os números disponíveis até agora. Depois de Amanda, o candidato mais votado na cidade foi Rafael Motta (PP), com 9.397.

“É um desejo de mudança muito grande que as pessoas têm. Muitas estão revoltadas com a atual forma de fazer política”, disse Amanda ao Congresso em Foco, minutos antes de fazer seu discurso da vitória em Natal. Fez uma campanha com o apoio dos dois partidos. Até pela profissão, tem um patrimônio modesto, cuja maior conquista é uma casa avaliada em R$ 65 mil. Sua prestação de contas não estava disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Fonte: Congresso em foco.

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04
out

Coral evangélico faz merchandising para política

por: Antognoni Misael


Nestes tempos de eleição o discuso evangélico parece ficar bem em evidência. Que pena que desta forma.

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Dica do mano Cícero Ferreira, via twitter.

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02
out

Por que isto é importante

por: Compartilhamento


A cada dois anos o Brasil é poluído pela campanha eleitoral. Santinhos são distribuídos e depositados aos montes em caixas de correio e jogados pelo chão das cidades; carros de som circulam o dia inteiro a altíssimos volumes anunciando nomes e números de candidatos muitas vezes por meio de “jingles” horrorosos; faixas, cartazes e jornais são espalhados por todos os cantos deixando um enorme rastro de sujeira; foguetórios incomodam o merecido descanso do trabalhador e barulhentas carreatas pioram o já sofrível trânsito de muitas cidades; caveletes são abandonados no meio da rua e dificultam a circulação dos pedestres.

Queremos que seja dado um basta à poluição gerada pela campanha eleitoral em todos os seus níveis, inclusive sonoro e visual, com cidades mais limpas, organizadas e silenciosas. Que o uso irresponsável de papel dê lugar a uma campanha eleitoral que use mídias limpas como a TV, o rádio e a Internet a fim de que os candidatos se estabeleçam por meio de suas propostas, buscando dialogar com seus potenciais eleitores de porta em porta. Queremos uma mudança de paradigma na forma de fazer campanha eleitoral no Brasil. Para isso, é necessário que toda a sociedade se envolva nesse debate a fim de alcançar uma nova consciência política.

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Que bom seria hein!

(Fonte: Avaaz)

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02
out

Rafinha Bastos e o Funk das obras da Copa

por: Antognoni Misael


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Dica do meu amigo Kelvis C. de Oliveira.

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