<
13
mai

E se a “irmãzinha” se veste assim…aí complica né?

por: Antognoni Misael


Johnny NunezA pornografia com todos os seus requintes de sensualidade, fornicação, prostituição, tem sido uma das epidemias do mundo moderno. Isso não é coisa nova. A Grécia Antiga apresentava uma cultura hedônica, humanista e recheada de depravação sexual. Na cidade de Corinto naquele tempo, por exemplo, em praças públicas comumente se viam orgias sexuais em favor de deuses de modo que os desejos e impulsos sexuais eram saciados naturalmente em qualquer hora ou ocasião assim como as necessidades fisiológicas, como a fome ou sede.

Corinto tinha vários templos dedicados aos deuses. No de Afrodite (a deusa do amor), por exemplo, a orgia se estendia até o pôr-do-sol; no templo dedicado a Apolo (que representava o ideal de beleza masculina), suas estátuas em diversa posições apresentavam a nudez como sinal de virilidade e inspiravam a juventude da época à depravação através da exposição de seus corpos disponíveis a todo tipo de prazer, inclusive o homossexual ou pederasta.

A boêmia em Corinto era traduzida em “fornicar”, “depravar”, extravasar o prazer!

No capítulo 7 de Coríntios notamos claramente o problema da sexualidade naquela cidade. Entretanto, tal problema não acabou por ali. Atualmente os “templos de prostituição” semelhantes aos de Corinto estão armados em todos os lugares e por todos os meios possíveis!!

Quero falar um pouco sobre a mulher moderna nos dias de hoje e o adultério masculino. De antemão, solicito aos leitores deste post que me permitam tratar desse assunto de forma mais direta e realista. Vamos lá.

- E se a “irmãzinha” aparece assim na igreja?

saia3

Foto: http://liberdade-bom.blogspot.com.br/2012/02/mulheres-evangelicas-em-poses-sensuais.html

Nem adoração extravagante dá pra vencer a tentação…

Várias vezes ouvi de alguns líderes repreensões acanhadas dizendo “irmãs, tenham pena de nós pregadores!”, em outros momentos também me recordo de ouvir histórias onde tal irmã sentou no banco da frente da igreja e só nas cruzadas de perna destruiu a pregação do pobre pastor.

Sabemos que estes dois relatos acima são “fichinhas” pra o que temos visto dentro de muitas igrejas, e por que não acrescentar nos Shows do Gosple (lá é que tem mesmo…). Por isso não falo nem do cotidiano nas ruas, dos ambientes de trabalho e da mídia – cujos estímulos visuais que tanto recarregam os desejos carnais masculinos se evidenciam -, mas do que se vê no meio dito cristão. Pois é, atualmente se vestir decentemente parece ser exceção.

Não é difícil encontrar uma mulher (jovem ou adolescente) na igreja que não goste de valorizar seus seios, e que de forma programada prepare o decote para ser desejada. Não é difícil encontrar uma mulher que vista um vestido longo colado ao corpo para que seu bumbum empinado seja “valorizado” e observado pela “santa macharada”. Não é difícil encontrar uma mulher que tendo suas pernas bem torneadas se aproveite para mostrar seu par de coxas, causando rebuliço no meio dos pobres mancebos. E o mais atual, não é difícil encontrar alguma “irmãzinha” que poste nas redes sociais alguma foto com segundas intenções. Da mesma forma, não é difícil encontrar um homem que tenha a disponibilidade instantânea de desejar o que se vê!

Lembro-me do caso de Davi. Aquele que ociosamente ficou em casa quando deveria estar no campo de batalha junto com seu exército (2Sa 11:1) e ali contemplou pela janela a nudez de Bate-Seba quando esta tomava banho. Vemos que o seu desejo carnal foi primeiramente alimentado pela visão, e como sabemos, a partir deste pecado, toda uma trama foi arquitetada por ele em volta do adultério com aquela bela mulher (2Sa 11), indo até às últimas consequências.

Tenho quase certeza de que nos dias de hoje não precisamos desta “janela” semelhante a da casa de Davi, outrossim, creio que haja situações em que a própria opção de não ir a “janela” se faz ausente. A “janela” de hoje é o mundo e está por todos os lados, cantos, dentro e fora do cotidiano; o fato é que quando a visualizamos rapidamente notamos o nível de depravação deste século (as tantas músicas erotizadas, as novelas que pedagogizam a traição, homossexualidade, hedonismo; a indústria pornô que não para de crescer, o grande número de viciados em pornografia pela internet e os casos mais complexos que chegam a níveis de adultério entre simples casais e entre casados).

Não pretendo aqui “crucificar” as mulheres, mas é notável que grande parte delas tem potencializado essa crise.

Ao comentar sobre a intenção de escrever sobre este tema, um amigo meu me sugeriu o seguinte título: “Mulher, o inferno na terra”. Claro que não o intitulei assim, mas compreendi o que ele bem quis dizer…

Tentando nortear o porquê de tantas mulheres, inclusive, tristemente as ditas cristãs, contribuírem para a fornicação e adultério através dos seus modos de se portar e vestir fiz uma breve pesquisa e aqui pude sugerir algumas causas, pelo menos notadas pelo meu senso comum:

1- O modismo

2 – Falta de bom senso quanto ao se vestir

3- A necessidade de se sentir desejada

4- A competitividade com outras mulheres

5- A banalização do namoro

6- A ideia da “ilusão” do casamento

7- O “direito” feminino de se emancipar sexualmente

8 – A descrença de que encontrará alguém sério para se relacionar em detrimento do sexo sem compromisso

9 – A desestrutura familiar

10 – O narcisismo

Em suma, todas estas sugestões se resumem no que a Bíblia chama de pecado!

A Palavra diz que a vontade de Deus é que seu povo seja santificado e se abstenha da imoralidade sexual (1 Ts 4:3). Cristo amplificou a realidade do problema: “Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela” (Mateus 5:28). Dá pra imaginar a gravidade da coisa?

Diante dessa violência simbólica corporal aonde quase tudo remete ao sexo e a erotização da vida em seus diversos aspectos, fico a pensar: “como não adulterar de acordo com os moldes do Novo Testamento’? Sugiro aos homens, andemos de olhos vendados! Não sejamos hipócritas, a coisa está muito séria.

***

Arte de Chocar.

NÓIS NAS REDES! E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!38


03
dez

SERÁ QUE ELE(A) ME AMA MESMO?

por: Dani Marques


Existe algo dentro de nós que alguns psicólogos chamam de “tanque emocional” e outros, “banco do amor”. Resolvi misturar os dois e inventar um novo termo: o “Tanque do Amor”. Ele funciona como um verdadeiro tanque de combustível. O ser humano necessita de amor para sobreviver, esse é o nosso combustível! Somos assim, pois Deus nos fez assim! Quando estamos apaixonados, somos impulsionados por este sentimento louco e avassalador a encher o tanque do nosso(a) amado(a) diariamente. Por que fazemos isso? Porque queremos conquistá-lo, conhecê-lo, seduzi-lo e principalmente, não correr o risco de perdê-lo. E para isso, somos capazes de fazer coisas que não costumamos fazer no nosso estado normal. Mas o que acontece com o casamento? Por que não continuamos agindo da mesma maneira depois que colocamos a aliança no dedo? Simples, porque já conquistamos, já conhecemos, já seduzimos e o risco de perder agora é bem menor.

Já expliquei em outro texto e vou explicar novamente. A paixão tem prazo de validade. Em qualquer relacionamento, uma hora ou outra ela acaba. E aí, o que fazer? Será que ficar pulando de relacionamento em relacionamento para suprir nossa necessidade emocional é a solução? Tenho certeza que não. O que acontece, é que quando este sentimento vai embora, o desejo natural de encher o “tanque do amor” do outro diariamente também vai. E é aí que entra em cena o amor, um sentimento maduro, bem diferente da paixão, que pode se tornar eterno e delicioso a partir do momento que você decide por amar o seu cônjuge, ou seja, encher o tanque dele sem esperar nada em troca, assim como faziam quando estavam apaixonados.

O grande problema no casamento, é que sempre queremos que o nosso cônjuge encha o nosso “tanque”, mas nunca estamos dispostos a encher o dele. Quer dizer, muitas vezes até estamos, mas vejam só: o que acontece quando colocamos álcool em um carro que só funciona a gasolina? Eis a razão de tantos casamentos destruídos. A mulher se esgota tentando encher o tanque do esposo com álcool e o marido se esgota tentando encher o tanque de sua esposa com gasolina. Conclusão: dois carros que não andam! E é neste momento que surge o caso extraconjugal. Um dos cônjuges está com o tanque vazio e encontra outra pessoa fora do casamento que se dispõe a encher o seu “tanque do amor” com o combustível certo. Na grande maioria das vezes, esta pessoa já é um amigo ou amiga (do trabalho, da faculdade, de um curso, um vizinho) ou até um amigo de confiança da família. O tanque vazio do seu cônjuge começa a ser preenchido por esta outra pessoa (que muitas vezes não tem a intenção de fazê-lo) e de repente surge a paixão. Daí pra frente, fica bem difícil impedir a traição. A não ser que a pessoa seja madura o suficiente para reconhecer o terreno perigoso que está pisando e decida dar a meia volta. Leia: Me apaixonei por outra pessoa! Mas não é isso que acontece na grande maioria das vezes… Misture um tanque vazio com o sentimento avassalador da paixão e BUM! Aconteceu.

Mas voltando ao foco do texto, quero fazer com que você aprenda a encher diariamente o tanque do amor do seu cônjuge com o combustível correto. Fazendo assim, nada e nem ninguém será tão atraente para ele quanto você! O psicólogo, autor e conselheiro matrimonial Willard Harley, depois de mais de 25 anos de experiência, conseguiu listar 10 necessidades que representam os “combustíveis” que o ser humano tanto necessita para se sentir amado e atraído pelo cônjuge. Através de milhares de aconselhamentos, ele percebeu que dentre essas 10 necessidades, normalmente os homens tem preferência por cinco e as mulheres pelas outras cinco. Mas isso não é regra e nem fórmula mágica para um casamento feliz. O grande segredo, é pegar essa lista, ter uma conversa amorosa com seu cônjuge e descobrir aquilo que os dois mais necessitam para se sentirem amados.

Vou começar com o álcool, o combustível das mulheres:

Afeto – Quando se trata de sexo e afeto, não se pode ter um sem o outro. Se você marido quer que sua esposa supra as suas necessidades sexuais, dê a ela o afeto que precisa! Carinho, beijos, abraços, mãos dadas… tudo isso sem levar para o lado sexual. Ela precisa sentir o seu afeto sabendo que não existem segundas intenções. Quando você ama sua esposa através do afeto, está dizendo a ela: “Você é importante pra mim, cuidarei e protegerei você. Estou preocupado com seus problemas e suas necessidades e estarei aqui quando você precisar!” Você pode dizer isso a sua esposa através de um cartão, um bilhete dizendo “eu te amo”, flores, mãos dadas, caminhadas após o jantar, toques sem a intenção sexual, telefonemas e conversas com expressões amáveis. Para descobrir se você tem essa necessidade, é só perceber o quanto se sente bem quando recebe o afeto e como se sente mal quando não o recebe.

Diálogo – Interesse-se pelos assuntos preferidos um do outro, conversem de forma equilibrada, onde os dois tenham tempo de falar e escutar. Use a conversa para informar, descobrir e compreender o cônjuge. Fale de seus interesses e atividades pessoais. Descubram os sentimentos um do outro sem necessariamente tentar mudá-lo. Compreendam a motivação um do outro pela vida, o que traz alegria e tristeza para ambos. Lembre-se de que as mulheres se apaixonam por homens que reservam um tempo para conversar e trocar afeto com elas. Então, se essa for uma grande necessidade sua, certifique-se de que seu cônjuge é quem a satisfaz melhor e com mais frequência! No namoro é natural que exista o diálogo, pois ambos estão altamente motivados a descobrir aquilo de que o outro gosta ou não gosta, experiências pessoais, interesses e planos para o futuro. Isso precisa continuar após o casamento. Para a maioria dos homens é um tremendo esforço buscar um diálogo que não seja prático, ou seja, que não seja um meio para um fim. Mas se essa é a necessidade da sua esposa, não pense duas vezes em depositar litros de álcool no “tanque” dela, antes que outro homem o faça!

Honestidade e franqueza – Para nos sentirmos seguros, em especial as mulheres, precisamos de informações precisas sobre o nosso cônjuge, assim como pensamentos, sentimentos, hábitos, preferências, história pessoal, atividades diárias e planos para o futuro. Se um cônjuge se recusa a se comunicar de forma aberta e honesta, está destruindo seu casamento com as próprias mãos. Para muitos (especialmente os homens) existe uma grande dificuldade em se comunicar, por conta da personalidade ou criação que receberam, mas assim como seu cônjuge terá que se esforçar para suprir suas necessidades, se esforce também para suprir as dele. Não esconda senhas, mensagens, movimento financeiro… No início será um grande esforço, mais com o tempo se tornará natural e prazeroso, eu garanto!

Apoio Financeiro – Faço aqui uma pergunta: Se antes do casamento seu cônjuge tivesse lhe pedido que não esperasse nenhuma contribuição financeira da parte dele, isso teria afetado a sua decisão de casar-se? E se seu cônjuge não conseguisse achar trabalho e você tivesse que sustentá-lo financeiramente por toda a vida? Isso esvaziaria o seu tanque do amor? Pode até ser que você tenha a necessidade de apoio financeiro se espera que seu cônjuge ganhe o sustento. Mas você definitivamente tem essa necessidade se não espera que seja você a pessoa a prover o sustento, pelo menos durante parte do casamento. O que é apoio financeiro? Casais diferentes dão respostas diferentes a esta pergunta, e os mesmos casais podem responder de forma distinta em diferentes estágios da vida. Tente entender o que espera do seu cônjuge financeiramente para que se sinta realizado. E o que faria sentir-se frustrado? Eu, por exemplo, sempre tive o sonho de não trabalhar fora depois que os nossos filhos nascessem. Conversei sobre isso com meu marido na época que namorávamos e ele disse que teria prazer em ser o provedor do lar contanto que o salário dele fosse suficiente para suprir nossas necessidades. E foi o que aconteceu. Normalmente, as mulheres sentem a necessidade de poder ter esta opção. Já os homens, dificilmente pensam em um dia parar de trabalhar para cuidar dos filhos e ser sustentado pela mulher.

Compromisso com a família – Se você ainda não tem filhos, pode não sentir essa necessidade, mas quando o primeiro filho chegar, uma mudança que você não previa poderá acontecer. Compromisso familiar não é apenas dar comida para os filhos, vestí-los ou olhá-los para que estejam em segurança, mas sim a responsabilidade pelo desenvolvimentos deles, o ensino de valores, da cooperação e cuidado mútuo. É gastar tempo de qualidade com seus filhos para ajudá-los a desenvolver-se como adultos felizes, saudáveis e bem sucedidos. Para saber se esta é uma necessidade sua, pergunte-se: “Quando meu cônjuge me ajuda na educação dos filhos e cuidados com o nosso lar me sinto muito realizada?” ou “Quando ele negligencia tudo isso e se mostra ausente e descompromissado com nossa família, me sinto frustrada?” Se descobrir que seu cônjuge tem essa necessidade, a sua participação frequente em atividades familiares, poderá encher o tanque de combustível dele até transbordar! (Leia: Você é homem com “H” maiúsculo ou minúsculo?)

Agora vamos passar para a gasolina, o combustível dos homens:

Realização sexual – satisfaça as necessidades do seu cônjuge como você deseja que ele satisfaça as suas. Normalmente as mulheres não entendem a grande necessidade que os homens tem de sexo, como eles não entendem a grande necessidade que elas tem por afeto. É bom deixar claro que atos que possam demonstrar afeto, tais como abraçar e beijar, quando relacionadas ao sexo, são sexo em si, e não afeto. E para se chegar a compatibilidade sexual, precisamos de intimidade sexual. Primeiro supere sua ignorância sexual e depois comunique a seu cônjuge o seu conhecimento sexual, seus desejos e fantasias, para que assim ele possa supri-los. O homem tem uma necessidade natural por sexo, mas alguns necessitam disso para se sentirem amados. Faça esta pergunta: “Quando meu cônjuge não atende minhas necessidades sexuais, sinto-me frustrado e não amado?” Fique de olho também na sua mente. Quanto mais fantasias, maior a sua necessidade. Quando vocês se casaram, fizeram um acordo de que seriam o único parceiro sexual um do outro. Fizeram isso porque confiavam um no outro quanto a satisfação sexual. Se você tem essa necessidade, será muito dependente do seu cônjuge para que a tenha satisfeita. Você não tem outra escolha ética, por isso, conversem sobre o assunto e desenvolvam intimidade. Não tenham vergonha de dizer um para o outro sobre carinhos e posições preferidas. Existem casais que passam anos fingindo gostar de carinho e posição “x” e vivem fantasiando carinho e posição “y”, por isso nunca alcançam a plena satisfação sexual. Uma boa conversa poderia resolver o problema! (Leia: Sexo é pecado?, Sexo oral I, Sexo oral II, Sexo Anal é pecado? e Só “papai e mamãe” de luz apagada?)

Companherismo – Casal que se diverte unido permanece unido. Busquem interesses em comum e estejam juntos! Veja um filme junto com ele ou quem sabe até um jogo de futebol. Mostre-se presente, companheira e amiga. No namoro é natural ver meninas acompanhando seus namorados um jogos de futebol, pesca ou caça. O mesmo acontece com homens apaixonados, que são encontrados em shoppings centers fazendo compras com a amada. Eles aproveitam cada oportunidade para estarem juntos, pois querem garantir outros encontros no futuro. E porque o casamento tem que acabar com as atividades que tornaram o relacionamento tão compatíveis? A esposa não pode ser a companhia do marido em sua recreação e vice-versa? Que desperdício seria se outra pessoa enchesse o tanque do amor do seu cônjuge com esse combustível! E se for alguém do sexo oposto, o perigo aumenta! Sejam a companhia favorita um do outro no lazer. Escolham atividades que agradem os dois. (Leia: Ele(a) nunca tem tempo pra mim!)

Uma mulher atraente – Se você tem essa necessidade, uma pessoa atraente não apenas chamará sua atenção, mas poderá distrair você do que quer que esteja fazendo! Para muitos, a necessidade de um cônjuge atraente continua ao longo do casamento e a aparência atraente do cônjuge deposita alguns litros de combustível no tanque do amor. Segundo a experiência do autor citado na final do texto, o peso geralmente ganha mais atenção, contudo, a escolha das roupas, corte de cabelo e a maquiagem também contribuem para deixar a pessoa mais atraente. Mas isso pode ser muito subjetivo. O que é atraente pra mim, pode não ser atraente pra você. Mais uma vez digo que é uma questão de conversa franca, amorosa e transparente. Incluo neste item a higiene pessoal: cabelos limpos, higiene íntima, higiene bucal e inclusive a depilação para as mulheres. Pergunte para o seu marido o que ele acha de axilas e pernas peludas?

Apoio familiar – O apoio no lar inclui cozinhar, lavar louças, lavar e passar roupas, limpar a casa e cuidar das crianças. Se você se sente muito realizado quando seu cônjuge faz estas coisas e muito chateado quando tais tarefas não são feitas, você tem a necessidade de apoio doméstico. Antigamente, este era o papel da esposa, mas os tempos mudaram. Normalmente, no início do casamento, ambos estão dispostos a ajudar e compartilhar atividades domésticas, mas a bomba explode quando os filhos nascem. Crianças criam grandes necessidades, financeiras e domésticas. Ambos os cônjuges precisarão assumir novas responsabilidades. E quais delas assumirão? Pois bem, está na hora de conversarem de novo. Deve haver um equilíbrio e uma divisão de tarefas. Quando as atividades domésticas ficam apenas sobre os ombros de um dos cônjuges, surge um grande desgaste no relacionamento e muita frustração. Litros e litros de combustível são retirados diariamente. Não permita que isso aconteça no seu casamento! (Leia: Ele não me ajuda em nada!)

Admiração – Se você tem necessidade de admiração, pode ter-se apaixonado pelo seu cônjuge em parte por causa das palavras de elogio dirigidas a você. Algumas pessoas simplesmente adoram ouvir que são admiradas. Se você tem essa necessidade, uma crítica provavelmente o magoaria muito. Essa é uma das necessidades mais fáceis de atender. Um simples elogio e seu cônjuge já ganhou o dia. Por outro lado, é muito fácil ser crítico. Uma simples palavra de crítica ou censura pode arruinar o seu dia e esvaziar totalmente o tanque do amor. Se você pode ser afetado com essa facilidade, certifique-se de acrescentar admiração à sua lista de necessidades emocionais importantes. (Leia: As palavras podem destruir um relacionamento! e Mulheres: freio na língua!)

A relação acima é um resumo, do resumo, do resumo do EXCELENTE e RECOMENDADÍSSIMO livro: “Ela precisa, ele deseja – Dr. Willard F. Harley Jr – Ed. Candeia.” Ele tem uma leitura muito gostosa e uma linguagem fácil. É um investimento que vale MUITO a pena!

Bom, agora é hora de colocar em prática! Descubra as suas necessidades e as do seu cônjuge, encha o tanque dele diariamente e veja um milagre acontecer no seu casamento! Orem juntos todos os dias para que o Senhor seja o centro desta união e os oriente em todas as decisões, atos e palavras. Deus tem o melhor pra vocês, mas neste caso, Ele não pode fazer muita coisa sem a sua colaboração. Faça a sua parte e com certeza Ele fará a Dele!

Alguns trechos desse texto foram tirados do livro “Ela precisa, ele deseja – Dr. Willard F. Harley Jr – Ed. Candeia.”

***

Fonte: Salve meu casamento.

NÓIS NAS REDES! E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!0


27
nov

Jovem leiloa virgindade e diz ter recebido proposta de R$ 70 mil #MALDITAMODA

por: G1


Rebeca Bernardo avalia propostas feitas em leilão da virgindade. (Foto: Arquivo Pessoal )

Uma paulista de 18 anos, que mora na cidade de Sapeaçu, distante cerca de 150 km de Salvador, leiloa a virgindade pela internet. Rebeca Bernardo Ribeiro disse que teve a ideia após ter visto a “coragem” da catarinense Ingrid Migliorini, que conseguiu vender a virgindade por R$ 1,5 milhão. “Eu vi o vídeo da Catarina, vi a coragem dela de não ter medo de ser julgada, não nego que vi o quanto ela conseguiu adquirir e pensei em quanto posso adquirir e mudar minha vida”, relatou ao G1 no sábado (24).

Até agora, Rebeca diz que a maior proposta que recebeu foi de um empresário de Salvador, que ofereceu R$ 70 mil par ter o primeiro “contato íntimo” com ela. Essa é a expressão que a menina prefere usar para se referir à primeira experiência sexual. A garota pensava em ter uma “primeira vez” especial, com algum namorado, alguém de quem gostasse, porém a vontade de ajudar a mãe falou mais alto, conforme conta. “Foi um meio. Tinha pensado de outro jeito. Fiz um vídeo para o Big Brother [reality show da TV Globo], mas não consegui me inscrever”, revela a menina, que já teve “mais ou menos” seis namorados, mas nunca relações sexuais.

A jovem paulista afirmou que recebeu outra oferta no valor de R$ 35 mil e também para desistir do leilão, mas não suspendeu o projeto pessoal para avaliar estas propostas, revelou em contato feito pelo G1 neste domigo (25).

A garota, que mora sozinha com a mãe, diz ter se assustado com a repercussão do vídeo em que aparece anunciando o leilão e, por isso, decidiu retirá-lo do ar. “Tirei do ar logo porque eu não estava podendo frequentar a rua, tinha medo do que as pessoas poderiam fazer”. Em seguida, postou um novo vídeo, pelo qual justifica a atitude. Mesmo assim, há uma semana Rebeca não vai à escola onde cursa o 2º ano do Ensino Médio por conta das críticas, mas também pela agenda de entrevistas.

A principal motivação de leiloar a virgindade, segundo alega, é conseguir dinheiro para ajudar no tratamento da mãe, que é aposentada pelo INSS por invalidez. “Eu estava passando muita dificuldade, até para conseguir ajuda para comprar remédios, marcar exames. A gente vive com um salário mínimo. Até já tentei trabalhar, mas aqui na cidade paga pouco. Só consegui ganhar R$ 40, R$ 100 por trabalho um mês inteiro. Não faz diferença esse dinheiro porque teria que pagar uma pessoa para cuidar da minha mãe”, disse.
A mãe de Rebeca sofreu AVC (Acidente Vascular Cerebral) há quatro anos e ficou com graves sequelas, segundo conta. Entre elas, não consegue andar nem tomar banho sozinha, além de ter dificuldades para se alimentar e estar com a fala comprometida. Há aproximadamente um mês, a mãe sofreu um segundo AVC. “Com o pouco recurso que a gente tem, não dá para pagar fono [fonoaudiólogo]. São várias coisas para pagar que a gente não tem”, afirmou.

Religião

A garota diz que recebe ajuda de pessoas que frequentam a igreja envagélica que a mãe dela ia antes de ficar doente. A menina parou de ir aos cultos há três anos, mas diz que não é criticada pelos amigos da mãe. “Eles não concordam, mas também não me deixam de lado. Acham que eu não preciso ser julgada e sim aconselhada e apoiada”, revelou.

Sobre o que a mãe dela acha da situação, Rebeca ela conta que no início foi difícil, mas depois a ela entendeu a atitude da filha: “Achava que seria muita crítica. Passando um período, ela falou que tenho 18 e que sou responsável pelas minhas atitudes”, disse.

História

Nascida em Itapecerica da Serra, no interior de São Paulo, a menina foi morar em Sapeaçu ainda bebê. O pai dela era baiano e morreu sem conhecê-la. “Não tive nenhum contato com meu pai, não o conheci. Logo quando eu nasci meus pais se separaram”. A jovem também perdeu uma irmã de 27 anos, que era surda e muda, há dez anos.

Entre as atividades que mais gosta, Rebeca gosta de cavalgar. “Adoro andar a cavalo. Nos finais de semana, pego algum emprestado e vou montar. Fora isso, gosto de conversar com minhas amigas, ficar no Facebook, assistir televisão, essas coisas básicas de adolescentes”, afirmou.

A menina pretende prestar vestibular em 2013 para psicologia ou nutrição em alguma faculdade próxima de Sapeaçu, para não ficar distante da mãe. Ela diz que sempre se sentiu “diferente” na escola e se considera vítima de bullyng. “Antes do vídeo, já sofria tipo um bullyng porque sou mais na minha, não me envolvo em panelinhas. Colocavam apelidos em mim, faziam zombaria. Eu sou diferente até no modo de vestir, me acho diferente, gosto de ousar”, conclui.


***

Do jeito que as coisas andam, as solução para o descaso na saúde, desemprego e educação será a indústria da virgindade. Que gente é essa! Que país é esse!

Fonte: G1 / Bahia

NÓIS NAS REDES! E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!2


11
set

SÓ “PAPAI E MAMÃE” E DE LUZ APAGADA? – Posições sexuais

por: Dani Marques


“Além do tradicional ‘papai e mamãe’, posso fazer amor com meu cônjuge em outras posições?” Esta é mais uma dúvida que paira na mente de muitos cristãos. Não sou eu quem vou dizer o que vocês devem ou não fazer na cama, afinal, “feliz é o homem que não se condena naquilo que aprova”, mas através de alguns esclarecimentos, posso dizer o que estão perdendo. Seguindo a lógica de Romanos 13:8-9, qualquer mandamento se resume ao amor. Ou seja, se pratico o amor, estou cumprindo a lei. Então, não há nada de errado em transar em outras posições se eu deixar de lado o egoísmo, buscando satisfazer o meu cônjuge. Bom, eu poderia terminar o texto aqui, mas acho interessante entrar em alguns outros detalhes.

Um deles é a hipocrisia. Algumas religiões não permitem que o marido veja a esposa nua e vice-versa. Alguns inclusive usam aquele famoso lençol com um buraco no meio para fazer amor. E onde entra a hipocrisia? É que muitos desses homens mergulham na masturbação e pornografia para satisfazer seus desejos reprimidos (sem contar os que recorrem a outras mulheres), e muitas esposas passam a vida inteira fantasiando e sonhando com um sexo de verdade. E o pior: não existe nenhuma justificativa Bíblica para tal comportamento. Muito pelo contrário! O livro de Cânticos, por exemplo, é uma ode (composição poética) ao sexo entre marido e mulher!

A Bíblia é clara quando diz lá em 1 Coríntios 7:4-5 que o meu corpo pertence ao meu esposo e o corpo dele pertence a mim. Ou seja, meu corpo deve satisfazer todas as suas necessidades e o dele, as minhas. Existe coisa melhor do que poder realizar todos os nossos desejos sexuais com a pessoa que mais amamos? E sem sentir culpa?
Lembrando que nessa questão também entra a regra do amor: se houver egoísmo e falta de amor, o que era pra ser gostoso vira pecado.

Quando um homem encontra sua mulher e a mulher o seu homem, tudo deveria acontecer na maior naturalidade. O anormal é ver casais que não se amam, não se desejam e não se gostam, transando para “cumprir as Escrituras”, e depois, levantam da cama cheios de culpa, medo e neurose. A Bíblia não conhece pudores dentro de um quarto onde existe amor de verdade. Pecado é a “objetização” do sexo. É praticá-lo sem amor e sem desejo, como mecânica orgânica apenas. Aí está o erro, ou melhor, o desperdício!

Sobre as posições sexuais, a verdade é que muitos casais se acomodaram com o tradicional “papai e mamãe”. Mas qual é o problema nisso? Nenhum! Se os dois estão satisfeitos e não se interessam por outras posições, sejam felizes! O que não pode é fazer dos seus gostos e desgostos pessoais regra pra vida de ninguém: “Papai e mamãe pode, mulher por cima pode, mas sexo de pé é pecado!” Ah! Faça-me o favor! Esposa, seu marido provavelmente escolherá o “papai e mamãe” cem vezes em cem se perceber a sua satisfação, em vez das posições mais atléticas se suas reações estiverem transmitindo insatisfação.

Mas infelizmente, muito embora esta posição ofereça o maravilhoso benefício do contato face e face e corpo no corpo, ela não proporciona a melhor estimulação para a mulher, a não ser que se façam alguns ajustes para encontrarem o ponto certo: o ponto “G”. Como para a grande maioria dos homens a posição sexual não está diretamente relacionada a estimulação que leva ao clímax (ao contrário da mulher), é interessante que você, esposa, teste e sugira algumas posições, até encontrar aquelas que mais te estimulam. Você pode gentilmente assumir o controle da velocidade, da direção, do momento, das posições e da profundidade dos movimentos dele. De modo geral, o homem gosta quando a mulher toma a iniciativa para obter o que deseja. Uma esposa que esteja visivelmente satisfeita com o sexo, é uma das experiências mais excitantes que qualquer homem pode ter!

Existem também aquelas posições que favorecem algumas situações, como quando a esposa está grávida, o marido é muito “bem dotado” (a mulher pode se machucar dependendo da posição) ou o casal está com pressa. Vocês precisam se sentir a vontade dentro do seu “reino”, mas a liberdade e intimidade na cama só se conquista quando existe intimidade no relacionamento. A conversa aberta e franca é essencial. Para a maioria dos homens não importa onde e como a esposa quer fazer sexo. Se ela estiver disposta, eles também estarão! Mas para a grande maioria das mulheres não funciona assim. Dependendo do humor feminino, uma posição pode ser ofensiva e outras, acabam com o desejo instantaneamente. Marido, não esqueça que para a mulher o sexo está intrinsecamente ligado à emoção.

E pra finalizar, o seu desejo deve estar no seu cônjuge e não na posição em si. Digo isto porque muitos casais ficam viciados em posições bizarras e se esquecem que não é a posição em si que resulta num sexo gratificante, mas sim o que você faz através dela. Se o seu desejo for o de agradar o seu cônjuge, satisfazê-lo e transmitir o amor que sente por ele, até canguru perneta vale! Diversificar as posições é como a cereja do bolo: faz o que já era muito bom ficar ainda mais gostoso! E lembre-se: a melhor posição nunca será substituta de um relacionamento saudável. Sexo tem a ver com a qualidade de toda sua vida amorosa e não com o intrincado alinhamento de seus corpos!

Ah! Só mais um conselho: a não ser que vocês sejam ginastas, não tentem a lei da gravidade e não abusem da elasticidade, pois correm o risco de transformar uma linda noite de amor em tragédia!

Tenham um bom sexo!

*Alguns trechos foram retirados do livro “Entre Lençois, de Kevin Leman” e “caiofabio.net”

***

Fonte: Salve meu casamento.

NÓIS NAS REDES! E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!0


24
ago

Marisa Lobo critica “opressão sexual” de igrejas e afirma: “Se mulher fosse feita apenas para procriar, Deus não criaria o clitóris”

por: Gospel Mais


A psicóloga Marisa Lobo, que viaja o país palestrando sobre assuntos ligados ao combate às drogas e à sexualidade, publicou um artigo em sua coluna no Gospel+ sobre o prazer feminino no sexo.

De acordo com Marisa Lobo, ainda há muita ignorância sobre o tema no meio cristão: “Muito tem se falado de sexo na igreja e é bom que a igreja se preocupe com esse assunto, pois muitas mulheres sofrem muito, por não saberem até onde podem ir, se podem, até onde se tem o direito de sentir prazer e etc. Há muitos tabus em cima da sexualidade da mulher que deve ser esclarecido com verdade e clareza a fim proteger a mulher e sua saúde mental”, escreveu.

Marisa rebate o argumento de que a mulher não pode sentir prazer durante a relação sexual: “Se a mulher fosse feita apenas para procriar, Deus não criaria o clitóris feminino que só tem a função de gerar prazer na mulher”, observa.

Em seu texto, a psicóloga relata que há líderes evangélicos que extrapolam os limites de orientação e passam a interferir de modo indireto na vida sexual de casais membros de suas igrejas: “Em minhas andanças pelo Brasil, mulheres oprimidas por pregadores preconceituosos, que nem sequer sabem o que é sentir um orgasmo. Essa ignorância tem que acabar”, pontua.

Marisa Lobo ilustra sua declaração com o relato de um caso considerado por ela como “cúmulo da alienação”.

-Recentemente, em uma de minhas palestras em uma grande Igreja no Brasil, uma mulher me disse que ouviu de um renomado pastor, que Deus apreciava tanto o sexo que envia anjos para observarem o ato. “Misericórdia!”, gritei. Fiquei imaginando a cena, você lá com o maridão e os anjos te olhando. Que coisa mais bizarra, parece voyeurismo. É o cúmulo da alienação e da opressão sexual. Pastores querendo até controlar o que as mulheres fazem e sentem no sexo com seus maridos? Ou foi uma forma subliminar de dizer não traiam seus maridos porque Deus está vendo? E por acaso já não sabemos disso?! – questiona.

Os relatos de Marisa sobre o assunto formam um retrato do que, segundo ela, boa parte das mulheres cristãs entendem como adequado na relação sexual: “Em conversas mais íntimas com essas mulheres em todo Brasil, pude observar que é geral a ideia que para ser cristã, uma mulher de Deus, é necessário ceder ao marido apenas como obrigação. Eu ensino que ‘ceder’ ao marido é uma ótima brincadeira e vai te deixar muito mais feliz se entender o que realmente Deus quis dizer com isso, eu digo sempre que Deus quis dizer ‘se deleite minha filha, é direito seu!’, afirma a psicóloga.

-O sexo com prazer é um dom que Deus dá às pessoas casadas para o prazer de ambos e não como dizia a era Agostiniana: “um mal necessário, somente para procriação” – contextualiza.

Marisa Lobo frisa ainda que “a mulher cristã, deve relaxar tendo em mente que Deus quer sua felicidade e pensou muito em seu prazer, por isso temos um clitóris e curiosidade. Podemos atingir orgasmos múltiplos e quantas vezes quisermos, já o homem sabemos ser mais difícil”, ressalta.

Leia a íntegra do artigo “Prazer Feminino”, de Marisa Lobo, em sua coluna, seguindo este link.

***
Fonte:Redação Gospel+

NÓIS NAS REDES! E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!0


24
ago

DEUS PERMITE O DIVÓRCIO? E O SEGUNDO CASAMENTO?

por: Dani Marques


O divórcio é permitido por Deus? Quem casa pela segunda vez comete adultério? Estas são questões antigas e muito delicadas. Em alguns aspectos, a Bíblia é clara, mas em outros, nem tanto. Por isso surgem as dúvidas, discussões e facções.

Bom, vamos começar do começo. Na época anterior às Leis, era permitido e muito comum que um homem abandonasse sua mulher por motivos banais (excesso de celulite ou arroz queimado, por exemplo). Naquele tempo, a mulher era extremamente desvalorizada e as que eram rejeitadas pelo marido, tornavam-se marginalizadas. Inclusive as próprias famílias se recusavam a aceitá-las de volta e muitas, acabavam sobrevivendo às custas de esmolas ou prostituição.

A Bíblia nos conta, em Deuteronômio 24:1 a 4, que por este motivo Deus permitiu ao homem dar certidão de divórcio à sua mulher. Ou seja, com este documento em mãos, ela teria a oportunidade de se casar novamente. Pois bem, pulando uma boa parte da história, chegamos em Jesus. Em Mateus 5:31 e 32 ele diz: “A lei de Moisés diz: Se alguém quiser divorciar-se de sua esposa, deverá entregar-lhe um documento do divórcio. Porém eu digo que se um homem se divorciar de sua esposa, a não ser por causa de imoralidade sexual, faz com que ela, casando-se de novo, cometa adultério. E aquele que se casar com ela, também comete adultério.”

Aqui fica muito claro que o divórcio é permitido por Deus apenas em caso de imoralidade sexual (original grego: pornéia – práticas sexuais ilícitas). No meu ponto de vista, tudo aquilo que é feito fora da aliança do casamento ou dentro dela, mas sem amor, é considerado imoralidade sexual. Quer dizer então que se meu marido acessar pornografia ou minha esposa beijar outro homem posso me divorciar? Aí entramos em outra questão: o perdão. Não posso criar uma regra. Cada caso é um caso. Se esta é sua dúvida, sugiro que leia: Devo perdoar uma traição?

“Mas Dani, e se meu cônjuge comete práticas sexuais ilícitas com frequência e não se arrepende?” Em 98% dos casos (estatística minha), as pessoas sabem muito bem com quem estão se casando. A paixão avassaladora acaba deixando de lado alguns “detalhes” importantes, mas nem por isso podemos nos isentar da culpa. Toda regra tem sua exceção, mas na grande maioria dos casos (a não ser que haja uma intervenção divina), o defeitinho do namoro vira um verdadeiro tornado no casamento. Mas como a decisão de casar também foi sua, creio que deva assumir as consequências do erro e permanecer casado.

A Bíblia nos ensina lá em 1 Pedro 3:1 e em 1 Cor 7:12 a 14, que através do nosso testemunho de vida podemos “ganhar” o cônjuge para Cristo. Ou seja, pela nossa conduta honesta e respeitosa, ele pode ser transformado. Quanto tempo isso pode durar? Não sei. Talvez alguns meses ou uma vida inteira. “Mas eu vou sofrer a vida toda?” Como eu disse anteriormente, existem casos e casos. Por obediência a Deus e à Palavra, eu diria que sim, você deve aguentar até o fim. Se você cumprir a sua parte, sei que Deus será fiel para cumprir a Dele! Mas creio também que o Senhor nos deixou a “cláusula da exceção” por amor. Ele entende o nosso sofrimento e sabe que somos falhos e pecadores.

Conheci o caso de uma esposa que se casou com um homem exemplar. Ele era cristão, assim como ela. Toda a família apoiou a união. Mas ela não fazia ideia de que o seu pretendente escondia um segredo: o desejo incontrolável por sexo anal. Durante anos ela cedeu, contra a sua vontade, mas chegou num ponto em que os machucados físicos e os da alma ficaram insuportáveis. Ela pediu o divórcio e depois de alguns anos, se casou novamente. Hoje ela é muito feliz neste novo relacionamento. Creio que o Senhor não a condenaria por isso. Ela tentou satisfazer seu ex-marido durante anos, mas ele não se importou com o seu sofrimento. Não acho que seja certo uma pessoa optar por pular num abismo e querer levar o cônjuge junto. Era exatamente isto que este homem estava fazendo. Creio num Deus de amor e justo, que não sente prazer no sofrimento do filho.

Aqui deixo uma dica para os solteiros: Converse sobre TUDO com o seu futuro cônjuge, inclusive sobre assuntos delicados como: sexo anal, sexo oral, pornografia e masturbação. Como eu disse, o defeitinho do namoro costuma se transformar num tornado no casamento, pode acreditar! Recomendo que leiam: Ela é a pessoa certa pra eu casar?

Mas e quanto ao segundo casamento? É permitido por Deus? Pra mim é óbvio. A carta de divórcio foi permitida exatamente por este motivo, para que a mulher tivesse a oportunidade de se casar novamente. Se não fosse assim, uma simples separação resolveria. Subentende-se no texto de Mateus 5, citado no início do post, que a parte culpada cometeria adultério casando-se de novo, já a inocente, não.

Mas digo e repito, existem casos e casos. Deus conhece as intenções dos corações. Ele sabe exatamente quanto tempo você tentou permanecer casado (isso se tentou), e sabe se o seu desejo de se casar novamente é puro. Você pode até mascarar a situação, mas de Deus não se esconde nada. Quanto aos que se divorciaram antes de conhecer a Cristo e desejam se casar novamente, não há muito o que dizer. A vida começa do zero quando recebemos Jesus em nossas vidas!

Gostaria de lembrar, que no plano original de Deus para o casamento não existia o divórcio. Seu ideal era que homem e mulher permanecessem casados até que a união fosse rompida pela morte. Vejam:

“Um dia, os fariseus vieram provocá-lo: “É permitido um homem divorciar-se da esposa por qualquer razão?”. Jesus respondeu: “Vocês não leram que o Criador, no plano original, fez o homem e a mulher um para o outro, macho e fêmea? Por causa disso, um homem deixa pai e mãe e une-se à sua esposa, tornando-se uma carne com ela. Não são mais dois, mas apenas um. Deus criou uma união tão perfeita, que ninguém pode ter a ousadia de profaná-la, separando-os”. Eles retrucaram: “Se é assim, por que Moisés ordenou que o marido mandasse sua mulher embora, dando-lhe uma certidão de divórcio?”. Jesus disse: “Moisés deixou o divórcio apenas como concessão por causa do coração duro de vocês, mas não era parte do plano original de Deus. Estou apresentando o plano original”. Assim, se alguém se divorciar de uma esposa fiel e se casar com outra pessoa, a responsabilidade do adultério recairá sobre ele. A única exceção é o caso quando uma das partes comete imoralidade sexual. (Mt 19:3 a 9 – Bíblia A Mensagem)

Percebam que Jesus permite o divórcio (em caso de imoralidade sexual), não ordena .

“Mas Dani, e quanto ao versículo 6 do capítulo 19 de Mateus: “Portanto, o que DEUS AJUNTOU não o separe o homem” ?” Você tem certeza que foi Deus quem os uniu? Ou foi a oração do padre, do pastor e uma linda cerimônia? O versículo não se enquadra quando os pombinhos são motivados pelo ímpeto das emoções e do engano do coração apaixonado, e não pela vontade soberana de Deus.

E pra finalizar, gostaria de deixar alguns versículos que esclarecem todas as questões colocadas acima. Se temos a nossa vida totalmente regida pelo Espírito Santo de Deus, ele nos dirá como agir diante de cada situação. Mas se ainda somos controlados pela natureza humana, o divórcio sempre será uma opção, porque os frutos da carne são: “imoralidade sexual, impureza e libertinagem, idolatria e feitiçaria, ódio e discórdia, ciúme e ira, egoísmo, queixas e críticas, dissensões, facções, inveja, embriaguez, orgias e toda essa espécie de coisas. Mas quando o Espírito Santo controla as nossas vidas, os frutos são: amor, alegria, paz, paciência, retidão, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio”. (Gálatas 5: 19 a 23)

“Mas como é esse negócio de ser guiado pelo Espírito Santo de Deus?” A partir do momento que confessamos com os lábios Jesus como Senhor e Salvador das nossas vidas, e cremos com o coração, somos salvos (conforme Romanos 10:9). Esse mesmo texto nos diz no versículo 14: “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar?” Você precisa conhecer Jesus para poder crer. “Como conhecê-lo?” Lendo a Bíblia. Recomendo que compre uma versão mais fácil de entender, como a NVI, a Bíblia Viva ou A Mensagem, e comece pelo livro de João, no Novo Testamento (pelo índice é fácil encontrar). Leia e releia este livro. Quando cansar, leia os outros evangelhos (Mateus, Marcos e Lucas). Enquanto estiver lendo, peça a Deus que abra o seu entendimento e te encha do Espírito Santo: “Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai que está no céu dará o Espírito Santo a quem o pedir!” Lc 11:13. Depois, leia as cartas que seguem e assista de camarote uma transformação incrível acontecer em sua vida. Não estou falando de bens materiais, mas de bens espirituais!

Gostaria de deixar duas ressalvas:

- Se você e seus filhos estão correndo risco de vida ou sofrendo abusos, sugiro que se afastem por um tempo. Neste período, orem juntos buscando a direção de Deus. Busquem também ajuda de pessoas que compartilham desta mesma fé.

- “Uma pessoa em processo de divórcio pode permanecer num cargo de liderança na igreja?” Acredito eu, que o sofrimento causado pelo divórcio faça com que a pessoa sinta automaticamente o desejo de ser ministrada e não de ministrar. Mas existem exceções. Se uma esposa que foi traída e abandonada pelo marido é professora de crianças, por exemplo, e sente o desejo de continuar ministrando, não vejo problema algum, desde que o sofrimento dela não seja transmitido às crianças durante as aulas. Se você é líder de uma comunidade, peça sabedoria a Deus para lidar com cada situação: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade, e lhe será concedida.” Tg 1:5. Um casal em processo de divórcio precisa ser amado, acolhido e pastoreado. O amor traz cura, a condenação mata.

Bom falar com vocês! Até o próximo texto!

***

Como sempre, os textos da Dani sempre são oportunos, contundentes, francos e abertos. Substitui muita conversa superficial e vai direto ao assunto, sempre com moderação e sabedoria. Texto bom e aberto pra vocês opinarem. Fonte: Salve Meu Casamento.

NÓIS NAS REDES! E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!1


20
ago

A disseminação da Cultura do Estupro

por: Pavablog


Ao observar algumas mulheres de biquíni caminhando na praia, um grupo de amigos se questiona: “Já pensou se a gente fosse invisível?”. A suposição vira realidade e os homens (agora invisíveis e apenas notáveis como latinhas flutuantes) se aproveitam da situação para abusar das mulheres na praia e invadir o banheiro feminino.

Essa propaganda vem sendo veiculada na TV há alguns meses, pela Nova Schin. Ao primeiro olhar, pode parecer uma piada, uma brincadeira – mas pensando bem, tem algo profundamente perturbador nesses 40 segundos, que milhões de pessoas assistiram nos intervalos de seus programas favoritos.

Não é novidade que as propagandas de cerveja, focadas no público masculino, tendem a apelar para o machismo: sempre com mulheres de corpos esculturais de biquíni, dando bola para o cara com a cerveja na mão. Se não é isso, é semelhante. Mas dessa vez, a questão é mais grave: a Nova Schin, mostrando uma brincadeira de amigos na praia, escancarou uma ferida na história da relação homem-mulher: a cultura do estupro.

Apresentar um grupo de homens atacando sexualmente mulheres não é, e nunca deveria ser, considerado piada. Tratar esse tema de forma cômica é tão prejudicial à questão quanto ignorá-la. É transformando um assunto importantíssimo em brincadeira, que difundimos essa cultura como inocente, enquanto se trata de um crime sexual gravíssimo.

É tratando dessa camuflagem de normalidade por cima desse crime sexual, que existe o termo “cultura do estupro” – bastante difundido em debates feministas, mas pouco conhecido pelo grande público. A cultura do estupro é, basicamente, um conjunto de crenças e máximas (absurdas) que minimizam a importância da violência contra a mulher. Alguns exemplos: acreditar que o homem é naturalmente violento e que isso justifica alguns atos agressivos; crer que o homem, por seu instinto animal, tem que se reproduzir e que isso explica algumas atitudes impensáveis; colocar sobre as vestes da mulher a razão de um estupro (quem nunca ouviu a frase “com essa roupa ela está pedindo para ser estuprada”?).

Existe uma luta muito grande para desconstruir a cultura do estupro, desfazendo essas crenças e esclarecendo alguns pontos. Quem acompanha discussões sobre o tema pela internet, vê o esforço que existe por parte de várias escritoras para esse processo. Infelizmente, o debate ainda está, em sua grande maioria, sendo feito por mulheres – enquanto deveria envolver ambos os gêneros. Mas, pensando de forma otimista, esse debate cresceu muito nos últimos anos.

E é exatamente por esse pensamento otimista, que a revolta por esse caso específico da Nova Schin é tão grande. Em um momento de esclarecimento e solução, é um grande retrocesso ter a cultura do estupro escancarada nos televisores brasileiros. É como se, enquanto alguns tentam resolver um problema, outros estão ali, batendo o pé para que ele persista.

E o que podemos fazer por isso? É simples: esclarecer. O grande problema da cultura do estupro é o quanto ela consegue parecer natural. Nosso dever, como comunicadores e formadores de opinião, é disseminar esse debate – mostrar para o maior número de pessoas que isso não é natural, e que o estupro, em qualquer forma, é crime. Nosso dever, acima de tudo, é abrir os vários olhos fechados que encontramos por aí.

***

Texto de Gustavo Di Lorenzo, no Comunicadores, via Pavablog.

NÓIS NAS REDES! E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!0


03
ago

Sarah Sheeva: ‘Só beije na boca no dia do casamento’ #CRUZES

por: Pavablog


Via Pavablog.

***
Alguma sugestão vindo de um universo tosco servirá? Quiçá.

NÓIS NAS REDES! E AÍ, O QUE ACHOU? COMENTE!1


1 2 3