20
jun

Será que Deus habita o meu coração e o diabo o meio de minhas pernas?

por: Compartilhamento



Ser mulher, cristã, adulta e não casada é, no mínimo, complicado. Além da óbvia e costumeira cobrança da família, amigos e igreja para que você brevemente se case, bem como as inúmeras tentativas bem intencionadas (será mesmo? Risos) de te encontrarem o par perfeito, a pessoa ideal, a sua outra metade da laranja, a tampa da sua panela ou a costela perdida – em bom evangeliquês – há também a questão pessoal:

Como ser solteira, cristã, adulta e santa? Entendendo “santa” como “casta” para a situação que por hora abordamos. Será possível mesmo andar em santidade-castidade quando se é um adulto cristão? Como é que se namora?

Muitos já tiveram suas experiências e afirmam que, depois que você começa, fica difícil parar e como já ouvi certa vez, para que se guardar quando não se é mais virgem mesmo? Há também o argumento de que é impossível se conter, é a natureza, são os impulsos. Totalmente compreensível, pois é difícil não ceder a um impulso que detona tanto prazer e satisfação para nosso corpo. Mas creio que a questão não está no impulso em si, mas sim no fato de que não queremos conte-lo, pois é um impulso que nos premia com sensações maravilhosas e intensas e hoje com as várias formas de prevenção e contracepção, as consequências não são, de forma geral, danosas, mas sim prazerosas.

Tratar desse assunto no contexto cristão ainda é difícil. Há o problema da cultura religiosa que trata pecados sexuais como pecados “piores” do que outros. Mesmo que pareçam imperdoáveis no ambiente eclesiástico, os pecados sexuais são pecados e ponto, nem maiores e nem piores do que qualquer outro. Afirmações de que a pessoa esteja sob a influência de um espírito maligno ou enumerar um número sem fim de maldições também não é o caminho mais viável para abordar o assunto, pois a maior parte dos casos refere-se simplesmente a algo físico e orgânico, ou seja, próprio da natureza humana saudável. Alegar também que se o casal de namorados não se guardar será afetado pelo resto de seus dias em seu casamento é cruel, reducionista e ouso dizer que inverídico.

Em meus anos de caminhada cristã tenho visto casais que não se tocaram, que oraram por meses e até anos, se casaram e vivenciaram um retumbante fracasso. Conheci outros que se arriscaram na mesma prática e deram certo. Em contrapartida há aqueles que não conseguiram segurar a onda, não se guardaram e vivem muito bem casados até hoje, e outros não. Conheço pessoas que fizeram a antiga corte, conheço os que oraram, conheço os que não oraram, conheço os que esperaram até o dia “D”, conheço os que não esperaram pelo dia “D” e o que posso afirmar de tudo que vi?

Afirmo o óbvio: não há uma regra fixa, uma lei definida. Estamos falando de relacionamentos e não de uma regra básica de matemática simples, pois sabemos que nessa conta 1+1 não é necessariamente igual a 2.

Não pretendo espiritualizar ou desespiritualizar essa questão tão polêmica e delicada em nosso meio. Como mulheres podemos vivenciar várias situações: fazer sexo achando que é amor e para sempre, fazer sexo com um amigo por achar que será menos complicado, fazer sexo por simples atração e sem encanação e nos sentirmos péssimas depois, podemos escolher não fazer sexo e esperar o casamento e acabar decidindo não casar, podemos fazer sexo solitário e até mesmo sexo virtual, podemos pensar em nunca mais pensar em fazer sexo, fazer sexo antes de nos converter, fazer sexo depois de nos converter e mais importante do que tudo o que podemos fazer ou deixar de fazer em relação ao sexo, é o fato de que podemos nos ARREPENDER por praticá-lo de uma forma que não glorifica ao PAI.

Sim, creio que em meio a tanta erotização, deturpação e banalização do sexo, em meio a tanta cobrança para praticá-lo ou não praticá-lo [você só precisa escolher por quem quer ser linchado – pelo “mundo” ou pela “igreja”], em meio a tanto falatório sobre o assunto, o que me interessa mesmo é o que o PAI pensa sobre isso e noto que a Bíblia bate forte em relação as perversões sexuais e estipula um modelo seguro para a prática do mesmo – o qual comumente chamamos de casamento.

Friso que, naquela época, o casamento não se fazia no cartório e nem na igreja. Ao contrário do que muitos hoje imaginam, não é um juiz de paz ou um clérigo que me fará ser casada e creio que o ser casado é o que justamente me dá legitimidade para a prática de um sexo puro e santo. Não desmereço o casamento no cartório ou pela igreja, são ritos válidos e lindos, mas não se engane, há pessoas que por esses ritos passaram e depois de anos juntas ainda não se sabem casadas.

Será o sexo entre eles santo e puro? E quanto aos maridos que forçam suas mulheres? E quanto as mulheres que se entregam aos seus maridos não pelo simples prazer da entrega, mas porque querem aquele agradinho a mais e sabem que isso se consegue na cama? Não seria também praticar o sexo de forma pervertida ainda que legalizada pelo casamento? Onde há legalidade há também legitimidade?

Não tenho a pretensão de ser baluarte da santidade e pureza sexual de ninguém, pois tanto casados como solteiros têm suas pressões e a diretriz do PAI é única a todos: não pequem, fujam das tentações, sejam santos como eu sou santo.

A que conclusões se pode chegar?

Sinceramente, não sou eu quem te direi. Creio num caminhar pessoal e individual com o PAI e aquilo que pode ser tranquilo e normal para você pode provocar no próximo um desmoronamento moral e um degringolar de sua santidade sexual.

Creio sim, ser possível vivermos uma sexualidade santa, sadia e plena. E, como em todas as coisas, precisamos da companhia de Cristo a nos guiar, instruir e guardar até mesmo de nós mesmos, de nossos desejos que podem até ser lícitos, mas não nos convir.

Equilíbrio, moderação, consciência do evangelho, humildade e intimidade com o PAI são alguns elementos de uma fórmula que só você pode manipular e dosar para o seu bem estar sexual, seja como solteiro, namorado, noivo ou casado.

Finalizo com um pensamento de Jonathan Edwards: “a maioria dos cristãos vive como se Deus habitasse seu coração e o diabo o meio de suas pernas”.

Sabemos que Deus nos habita por inteiro, não tenhamos medo de nossa sexualidade, não nos assombremos com essa dimensão de nossa existência, aprendamos que em nossa vida sexual como em todas as demais áreas de nossa vida: DEPENDÊNCIA DE DEUS será sempre a melhor escolha.

***

Texto de Roberta Lima, organizadora do Blog Meninas do Reino.

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20
jun

Agora gays podem casar na igreja presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA)

por: Augustus Nidocemus


No dia 19 deste mês (Junho de 2014) a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA) aprovou com maioria folgada uma alteração na sua Constituição. Em vez de dizer “o casamento é entre um homem e uma mulher,” a Constituição da PCUSA agora diz “o casamento é entre duas pessoas”. Obviamente, a alteração foi feita para poder acomodar dentro da PCUSA os gays que querem casar na igreja e ter cerimônia religiosa realizada por pastores/pastoras presbiterianos.

Esse é mais um passo na direção da apostasia, desde que a PCUSA entrou pelo caminho do liberalismo teológico. Veja a notícia aqui.

Antes de mais nada, preciso esclarecer que essa denominação norte-americana nada tem a ver com a Igreja Presbiteriana do Brasil. Na verdade, a IPB tem consistentemente rechaçado nas últimas décadas todas as tentativas oficiais de aproximação com PCUSA, feitas tanto das bandas de lá como das bandas de cá. É injusto colocar todos os presbiterianos no mesmo saco em que esta denominação apóstata se meteu. Ela traiu sua herança presbiteriana e o que é mais importante, traiu o Cristianismo bíblico.

Não vou dizer que fiquei estarrecido, surpreso ou chocado com a decisão tomada finalmente pela assembléia geral da PCUSA. Não estou surpreso porque já era de se esperar que tal coisa acontecesse, cedo ou tarde. Afinal, as decisões que vinham sendo tomadas por esta denominação presbiteriana em décadas recentes, não poderiam levar a outra coisa senão a decisões como tais. A decisão de aceitar casamento gay como sendo cristão é o resultado da fermentação de vários conceitos e pressupostos que ao longo do tempo foram lentamente sendo introduzidos na alma da denominação, formando irreversivelmente a sua maneira de pensar e de agir.

Tudo começou quando a PCUSA passou a tolerar que o liberalismo teológico fosse ensinado nas suas instituições teológicas, as quais são responsáveis pela formação teológica, eclesiástica e ministerial dos seus pastores. O liberalismo teológico retira toda a autoridade das Escrituras como palavra de Deus, introduz o conceito de que ela é fruto do pensamento ultrapassado de gerações antigas e que traz valores e conceitos que não podem mais ser aceitos pelo homem moderno. Assim, coloca a Bíblia debaixo da crítica cultural. O passo seguinte foi a aprovação da ordenação de mulheres cristãs ao ministério, em meados da década de 60, com base exatamente no argumento de que os textos bíblicos que impõem restrições ao exercício da autoridade eclesiástica por parte da mulher cristã eram culturalmente condicionados, e portanto impróprios para a nossa época, em que a mulher já galgou todas as posições de autoridade.

O argumento que vem sendo usado há décadas pelos defensores do homossexualismo dentro da PCUSA segue na mesma linha. Os textos bíblicos contrários ao homossexualismo são vistos como resultantes da cosmovisão cultural ultrapassada dos escritores bíblicos, refletindo os valores daquela época. Em especial, os textos de Paulo contra o homossexualismo (Romanos 1 em particular) são entendidos como condicionados pelos preconceitos da cultura antiga e pela falta de conhecimento científico, que segundo os defensores do homossexualismo hoje já demonstra que ser gay é genético, não podendo, portanto, ser mais considerado como desvio moral ou pecado. Já que a cultura moderna mais e mais aceita o homossexualismo como normal, chegando mesmo a reconhecer o casamento entre eles em alguns casos, por que a Igreja, que deveria sempre dar o primeiro exemplo em tolerância, aceitação e amor, não pode receber os homossexuais como membros comungantes e pastores da Igreja? Essa foi a argumentação que finalmente prevaleceu, pois a decisão permite que homossexuais praticantes considerem a sua escolha sexual como uma questão secundária e não como matéria de fé, sujeita à disciplina eclesiástica da denominação.

Não estou dizendo que todos os que defendem a ordenação de mulheres necessariamente são defensores da ordenação gay e do casamento de homossexuais. Tenho bons amigos que defendem um e abominam o outro. Estou apenas dizendo que, em ambos os casos, o argumento usado para sua aprovação dentro da PCUSA foi o mesmo: o que os escritores bíblicos dizem sobre estes assuntos não tem validade para os dias de hoje, e portanto, a Igreja deve se guiar por aquilo que é culturalmente aceitável, politicamente correto e que faz parte do bom senso comum.

Existe uma brava minoria dentro da PCUSA que, de longa data, tem lutado contra a introdução desses conceitos. Agora, assiste com tristeza a derrota bater à sua porta. Desde que a PCUSA aceitou o homossexualismo, mais de 10.000 igrejas já saíram dela. Esta que já foi a maior denominação presbiteriana do mundo hoje está reduzida a 1,8 milhões de membros. E este número cai mais a cada ano.

Não devemos pensar que esse é um problema que se restringe àquela denominação americana. Os mesmos pressupostos que a levaram a tomar essa decisão já estão em operação em nosso país, a começar pelos seminários e instituições de ensino teológico que já caíram vítimas do método histórico-crítico de interpretação, do liberalismo teológico, do pragmatismo e do relativismo. O campo está sendo preparado no Brasil para que em breve evangélicos passem a considerar a homossexualidade como sendo uma questão pessoal e secundária, abrindo assim a porta para ordenação de gays e lésbicas praticantes ao ministério da Palavra e para a realização de casamento gay nas igrejas evangélicas.

Acredito que a única medida preventiva é não abrirmos mão da legitimidade e aplicabilidade dos valores e dos ensinamentos bíblicos para todas as épocas e culturas. Isto nos permitirá sempre fazer uma crítica da cultura a partir do referencial da Palavra inspirada e infalível de Deus. Foi quando a PCUSA subjugou a Bíblia à cultura que a lata de minhocas foi aberta. A Bíblia passou a ser julgada pela cultura. Vai ser difícil para liberais, neo-ortodoxos, libertinos e outros grupos no Brasil, que de maneiras diferentes colocam a cultura à frente da Bíblia, resistir à pressão. Quem viver, verá.

***

Fonte: Blog O Temporas, O Mores.

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19
jun

‘Eu me sinto miserável cada vez que entro no Facebook’

por: Compartilhamento


Tenho me deparado com uma nova realidade que atinge homens e mulheres de todas as idades: o fantástico mundo do Facebook.

É no Facebook que muitos buscam novos e antigos amores, fazem amigos, registram as coisas mais banais e, principalmente, encontram o reconhecimento que tanto procuram.
Uma atriz de 32 anos contou: “O meu ‘Face’ é uma espécie de diário. Nele coloco tudo o que acontece no meu dia, desde os momentos mais divertidos até as maiores bobagens. Quando mudo a minha foto do perfil, dezenas de amigos dizem que sou linda. Escrevo uma frase boba e muitos curtem. No dia do meu aniversário, centenas de amigos enviam mensagens carinhosas dizendo que sou especial e querida. É uma injeção maravilhosa no meu humor e na minha autoestima”.

Não é à toa que muitos ficam conectados durante muitas horas do dia, buscando algum tipo de diversão, elogio ou reconhecimento.

Um analista de sistemas de 43 anos disse:

“Estou viciado no Facebook. É um paraíso sexual. Nunca foi tão fácil encontrar mulheres para transar e namorar. Nem preciso me esforçar para seduzir; basta mostrar algum interesse e fazer um elogio. É tudo muito direto, rápido e fácil. Além de ser muito fácil deletar quem não me interessa mais”.

No entanto, não funciona assim para todos. Muitos ficam angustiados ao se compararem com a felicidade alheia ou ficam frustrados com o tipo de relacionamento que encontram.

Um empresário de 39 anos disse: “Eu deletei meu perfil do Facebook. É muita gente idiota, infantil, exibicionista, carente, competindo para ver quem tem mais amigos ou recebe mais curtidas. É ridículo ver alguém que tem 5.000 amigos no Facebook e não tem um amigo de verdade. Além de ter muita gente grosseira, mal-educada e desagradável. É uma verdadeira egotrip, além de ser completamente ‘fake’”.

Uma professora de 57 anos reclamou: “Eu me sinto miserável cada vez que entro no Facebook. Quanto mais tempo fico, mais deprimida eu me sinto. Vejo minhas amigas felizes, magras e lindas, viajando para lugares incríveis com os maridos e filhos, empolgadas com novos projetos. Cada vez que entro no Facebook me sinto mais insatisfeita com a minha vidinha solitária, medíocre e banal. Será que só eu tenho uma vida de merda?”.

[Por Mirian Goldenberg, na Folha de S.Paulo, via Pavablog]

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Nota do Blogueiro:

Como bem disse Bauman, no face ‘quando se diz “amigo”, e eu digo “amigo”, não queremos dizer a mesma coisa, são coisas diferentes’.

Daí um dos maiores problemas que os cristãos têm enfrentado neste século é fazer do facebook o seu sub mundo, onde lá ele assume a prótese do “velho homem” e alimenta seus mais íntimos desejos.

Dizem que lá o que predomina é conceito de redes, e não o de laços humanos, só que, quem faz essas divisões como esta aceita a fôrma do mundo que nos sugere que sejamos uma “mentira” para nosso próximo em troca de saciarmos o hedônico egoísmo de quem realmente somos.

Como dizia a canção: “(…) é que Narciso acha feio o que não é espelho”.

Rm 12:2, pense nisso.

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16
jun

Dunamis – a geração explosiva de João Batista #CUMA?

por: Mikaella Campos


Em grego, a palavra dunamys significa ‘poder’, mas na internet ela ganhou sentido um tanto “moderninho” para falar de um movimento evangélico meio estranho. Um grupo de cristãos de várias denominações se auto intitula pertencer a geração de João Batista.

Com um vídeo de “impacto”, a turma do Dumanis Xperience: Voz Profética usa o Youtube para chamar os jovens para um “poder sobrenatural e transformação”, participando de uma série de congressos promovida pelos criadores.

Tive contato com as primeiras informações sobre o grupo no domingo, quando meu irmão Daniel me chamou no Facebook indignado com o vídeo que acabara de assistir. O primeiro sentimento que tive: o pragmatismo está ganhando um novo integrante.

Em meio a imagens de jovens treinando para uma luta, testando saltos e uma caminhada pelo deserto, o vídeo passa um texto ainda mais estranho. “Existe um anseio pela manifestação do reino de Deus na Terra. Existe um calor que vem do deserto e ecoa pelas ruas da cidade. Existe uma geração de João Batista que prepara a vinda do Rei. Não morrerei, mas viverei e declararei as obras do Senhor. (SL 118;17). Você é a voz que o mundo quer ouvir”.

Na descrição do vídeo no Youtube, mas informações sem sentido. “”Existe uma geração de João Batista que prepara a vinda do Rei. Uma geração está se levantando para proclamar a mente e o coração de Deus e você faz parte disso. Você carrega o Espírito Santo dentro de você, você carrega o poder para trazer vida onde está morto. Junte-se a esse grande exército, junte-se a essa grande Voz Profética que está transformando o Brasil e o mundo! Você é a voz, que o mundo quer ouvir.”

Parti para buscar informações no Facebook e já contei com a ajuda de Misa (Antongnoni Misael). Na página do evento havia a informação: “Dunamis é um movimento cristão que instiga e equipa universitários e jovens profissionais a um estilo de vida de avivamento e reforma dentro das esferas da sociedade, causando transformação onde atuarem. O Dunamis entende que a realidade dos céus deve ser levada além das quatro paredes eclesiásticas e por isso enxerga a sociedade como seu campo de atuação. Enfatizando tanto o poder sobrenatural, quanto a formação do caráter de Cristo, o movimento encoraja esses jovens a viver tal caráter, operar as obras de Jesus e ser Sua representação no mundo, trazendo assim a realidade dos céus na terra… Dunamis era um poder que se manifestava em dons, milagres, muitas conversões e um crescimento significativo na igreja… Nós acreditamos que a sociedade se divide em oito esferas: Igreja / Família / Governo/ Educação / Negócios / Comunicação / Ciências / Artes e entretenimento”.

No site do Dunamis, um dos fundadores da ideia, Teófilo Hayashi, diz em vídeo que o objeto é fazer congressos em diversas cidades para levantar jovens “avivalistas”.

Não estou querendo fazer uma crítica sem propósitos, mas sabe o que é estranho nisso tudo? A falta de Bíblia. Pois é, os caras falam coisas soltas, tentando atrair participantes com um ensinamento falho, sem embasamento bíblico. Não posso negar que o grupo faz vídeos bem produzidos, porém, o conteúdo é vazio, apesar de parecer interessante aos olhos ao dizer que vai apresentar um “poder explosivo do Espírito Santo e levar um avivamento ambulante”.

Vamos estudar com calma esse movimento Dunamis. Essas são apenas as primeiras impressões.

Nota do blogueiro: Não entendo o porquê de tanta complicação para se entender o que Jesus quer de cada um de nós. Os vídeos institucionais tentam justificar a marca Dunamis através de uma suposta revelação de Deus. O irmãozinho sonha que Conferências se multipliquem Brasil a fora. Sonha que Pocket’s invadam as universidade. O sonho é que o reino de Deus seja implantado através do movimento em busca de que se acelere a vinda de Cristo – sério??

Ao final do primeiro vídeo ele diz: “faça parte desse movimento“. Tá explicado!! É só mais um movimento que busca entrar em evidência e reconhecimento.

Acho que se cada um de nós fizer o dever de casa, movimentos, marcas, logotipos, serão mais irrelevantes do que são. Isto é, quando ser discípulo de Jesus parece não ser uma missão natural, ou, quando juntos cada pedra viva que somos não parecer mais ser a Igreja, ou, quando ser enviado a mundo como Cristo veio ao nosso, não parecer mais ter sentido algum, aí sim, infelizmente surgirão centenas de movimentos, redundantes, pragmáticos, e fundamentados em revelações pessoais.

P.S.: Não precisamos de revelações e visões específicas onde Deus revela o que já está revelado em sua Palavra!!

Antognoni Misael

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Mikaella é amiga, jornalista da Gazeta e colunista do Arte de Chocar e Púlpito Cristão.

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10
jun

Zumbi Teológico: quem vai sem amar pode estar dando uma viagem perdida

por: Antognoni Misael


Deus quer que nos tornemos como o Cristo.

Refletir sobre o conteúdo do Evangelho e as formas de levá-lo ao mundo é algo de grande urgência nos dias de hoje. É uma discussão necessária quando se visa a Glória de Deus no processo de redenção dos seus filhos. Então não podemos oferecer o Evangelho aos perdidos sendo desonesto com eles, por isso como bem dizia Lutero, quanto ao amor devemos ser flexíveis como uma cana ou a folha, pois o amor cede, mas quanto à verdadeira fé devemos ser invencíveis, e, se possível, mais duros do que o diamante.

Podemos ter uma boa teologia, saber quem Deus é, como Ele se revela, quem somos nós e o que Ele quer de nós, no entanto, não podemos ser um “xiita fonético” achando que o simples fato de verbalizar a Bíblia ou distribuir centenas de folhetos em praça pública estaremos fazendo o nosso papel. Também não podemos ser escravos dos métodos e estratégias evangelísticas achando que a Palavra de Deus ainda precisa de uma ajudinha.

Não é nada disso. Não é onde quero chegar.

A Palavra de Deus passeia por um canal até encontrar o coração de quem ouve. E esse canal indubitavelmente envolve meios, cujo principal é o diálogo interpessoal através do relacionamento, somado ao respaldo da vida de quem se põe como discípulo. Isto significa dizer que o discipulado não necessita de luzes, músicas, workshop, conferências, entretenimentos, etc. O que o discipulado necessita verdadeiramente é de relacionamento entre membros da mesma raça, de modo igual ao que Cristo fez. Os detalhes…são só detalhes…

Agora, sejamos moderados. O conteúdo do Evangelho é o mesmo e não deve ser alterado nem acrescentado em absolutamente nada – é  o preciso “Evangelho da graça de Deus” (Atos 20:24). Por isso Paulo furiosamente exortou aos Gálatas neste sentido: “se vocês mudarem ou acrescentarem algo ao Evangelho de Cristo, vocês ganharão uma religião, mas perderão o Cristo. Vocês ganharão a Lei e decairão da Graça!”. Afinal Cristo teria morrido em vão? (Gl 2.17)

Para tanto, a forma de se apresentar o Evangelho é aberta, nunca se esquecendo que o relacionamento é a mola-mestra do discipulado. Contudo, ora, se eu posso expandir a Verdade do Evangelho através da música, poesia, literatura, rádio, redes sociais… se eu posso sinalizar para o Reino através de uma postura subversiva em relação aos valores do mundo, por que não o fazer? Posso me utilizar de estratégias de alcançar grupos segmentados? Sim! Por que não? Agora sempre lembrando que as formas não devem alterar nem acrescentar em nada em relação ao conteúdo.

Às vezes temos uma boa doutrina, mas não estamos fazendo uma exegese cultural relevante, concorda? Penso que para o conteúdo glorioso do Evangelho alcance tribos, povos, gangues e grupos diversos, precisamos – sim! – invadir o mundo do nosso próximo! Quando digo invadir lembro de Jo 17.18 quando Jesus ora dizendo: “Assim como tu me enviastes ao mundo, assim eu os envio ao mundo”. Ou seja, Jesus deixou o seu mundo para entrar no nosso mundo. Não obstante, por que não sairmos de nosso “mundinho” para entrarmos no mundo do nosso próximo? Creio que só assim começaremos a experimentar o mesmo sentimento que houve em Jesus, e exerceremos o discipulado mais radical que podemos imaginar.

Portanto gente, há um importantíssimo detalhe nessa questão: o modo de envio de Jesus. Esse modo é revelado em Filipenses 2.5-8 – Ele deixa o seu mundo, se esvazia de si, torna-se forma de servo, homem, humilha-se e morre… simplesmente por amor! Esta sim é a força-motriz do ide de Deus, de Jesus, e do nosso IDE!!

O envio de Cristo pelo Pai foi por amor (Rm 5.8). O nosso envio por parte do Cristo deve seguir a mesma cadência. É o que se chama de empatia. Sem ela fica difícil dar sentido a forma que pretendemos utilizar para levar o precioso conteúdo do Evangelho. Portanto, empatia é se por na disposição do discipulado, se imaginar na condição que esteve o Cristo, é se ver indo para a Cruz de quem deixou seu lugar de Glória, e foi naturalmente por amor aos perdidos.

Ir sem amar pode ser uma viagem perdida! Falar a verdade mundo a fora, por mais teologicamente correta seja, sem crê-la e vivê-la pode nos fazer uma espécie de zumbi teológico.

Não duvide, sobrevoar uma cidade com um helicóptero lotado de literatura cristã sem que haja a mínima vontade de descer lá em baixo e sentar-se à mesa dos pecadores, pode ser um vôo de morte.

Isto é, diante das formas de se ir ao encontro do pecador e do zelo pelo conteúdo do poderoso Evangelho deve haver “um modo”, “uma força-motriz”, “um sentido”, “um fator determinante”, “uma morte”, “um abandono de si”, “uma empatia”, “um amor”.

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Antognoni Misael.

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06
jun

Crentes são acusados de urinar e porem gasolina na imagem de Nossa Senhora

por: Compartilhamento


Título Original: Protestantes urinam e depois queimam imagem de Nossa Senhora na região de Cajazeiras

O fato aconteceu na ultima terça-feira (03), de acordo com o Padre Querino Pedro, administrador da Paróquia Santo Afonso, na cidade de Carrapateira, região de Cajazeiras, evangélicos teriam destruído a imagem de Nossa Senhora das Graças

“Mijaram em cima da imagem, jogaram gasolina e queimaram Nossa Senhora. Dizem que os católicos estão condenados ao inferno”. Lastimou o padre

O religioso destacou também a preocupação das mães, pois as crianças estão sendo taxadas de que estarem “condenadas ao inferno”.

O padre disse que essas declarações são feitas por evangélicos até nas escolas, e isso está deixando os católicos constrangidos e as crianças amedrontadas. “Estão fazendo a cabeça das crianças para repudiarem Nossa Senhora”.

Querino denunciou ainda que estão pichando as paredes da igreja com palavrões. “Estão também chamando os católicos de baratas pretas”.

Segundo o padre, as pessoas que estão fazendo esse tipo coisa pertencem a igreja dirigida por Luiz Lourenço, mais conhecido por Pastor Poroca. Ele informou que não procurou a polícia para denunciar o caso.

[da Redação com Press, via Portal Mídia.]

***

Nota do blogueiro: Há décadas atrás religiosos católicos, seguidores do Frei Damião apedrejaram várias igrejas evangélicas no sertão da Paraíba, inclusive na cidade onde resido (Guarabira-PB), que é brejo. Havia uma perseguição aos homens do “livro preto”, era a peculiar “guerra” santa que pairava do Ceará a Pernambuco. Pura briga de religião! O que eu acho interessante é que após anos, alguns que dizem fazer parte da igreja evangélica demonstram não terem entendido nada de Evangelho, do contrário, só muito de religião. Estes são insanos, adoradores de um sistema religioso intolerante, leigo, legalista, e sustentado pelo próprio satanás.

Tristemente este tal Pastor Poroca é um símbolo de uma parte da dita igreja evangélica. Um cara ignorante, malandro, arrogante, leigo, e perseguidor de Jesus. Que Deus tenha misericórdia dele e de seus seguidores.

Portanto, amigos, ao dizer que não comungo com esse evangelho insano e vândalo dos colegas do sertão paraibano e com este líder, não me acusem de estar dividindo o reino, quando na verdade, estou apenas demarcando a Verdade, e ela não se encontra nesse meio “xiita”.

Notícias como estas só envergonham o segmento dos crentes, e demonstram a fragilidade do que chamamos de igreja evangélica.  Como bem disse o salmista: “Ó homens, até quando tornareis a minha glória em em vexame?” Salmos 4:2 (a)

Denunciemos o que não é Evangelho e apresentemos ao mundo a Verdade que está  liberta das algemas da religião!

Antognoni Misael

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31
mai

“Ser homossexual é um sofrimento, não uma escolha nem um pecado em si” [Leia a entrevista com um gay que encontrou o caminho da liberdade]

por: Compartilhamento


Quem dá seu testemunho é Philippe Ariño, homossexual espanhol de 34 anos, que atualmente leciona em Paris

Blogueiro e participante do universo ativista LGBT, começou-se a falar dele em 2011, quando Phillipe Ariño revelou que havia mudado de vida. Em 2013, ele guiou, em primeira linha, a batalha contra a legalização do “casamento para todos” francês; é autor do livro “L’homosexualité en vérité”, que na França vendeu mais de 10 mil cópias.

Foi ele quem aconselhou Frigide Barjot, ex-porta-voz da “Manif pour tous”, que não falasse de “heterossexualidade”, porque “assim se perde não só a batalha, mas também a guerra”.

Entrevistado por Tempi.it, Ariño explica que, “para salvar o ser humano, é preciso ir à origem do problema. É isso que tentamos fazer nas ruas com os veilleurs” (os “veladores”).

Conte-nos sua história. Como você cresceu?

Eu tinha uma péssima relação com o meu pai e, na adolescência, eu não conseguia fazer amizades masculinas. Depois entendi e reconheci que minhas tendências homossexuais eram sintoma de uma “ferida”: só dessa maneira meu sofrimento começou a diminuir.

Ser homossexual é um sofrimento; não é uma escolha, um pecado ou algo inócuo. Conheço mais de 90 pessoas com pulsões homossexuais que foram estupradas. Agora, o mundo LGBT me odeia porque conto isso, mas eu repito a eles também: a homossexualidade é uma ferida que não se alivia fazendo sexo. Se você não admitir isso, nunca terá paz.

Quando sua forma de entender a homossexualidade mudou?

Em 2011, descobri a beleza da continência. Eu havia começado a reconhecer que alguma coisa não estava bem e voltei à Igreja. Durante uma conferência, falei da minha situação e percebi que me ajudava. E não só isso: explicando o meu drama, consegui ajudar muitas pessoas, incluindo homens e mulheres casados.

Foi difícil?

EU encontrei um caminho, mas há muitos. Outros também conseguem superar estas pulsões; eu descobri que, reconhecendo a minha ferida e oferecendo-a a Cristo e à Igreja, minha condição dolorosa se transforma em uma festa. Ao não praticar a homossexualidade, não estou dizendo “não” às minhas pulsões, mas “sim” a Deus: é um sacrifício para ter o melhor, o máximo, algo que antes eu não tinha. Podemos pensar que o Senhor só nos ama se estivermos bem, mas acontece o contrário: Ele ajuda quem precisa dele e, se você lhe oferece os seus limites, Ele faz grandes coisas.

Por que as relações homossexuais não o faziam feliz?

Ao me relacionar com outros homens ou olhar para eles de maneira possessiva, eu sentia satisfação no momento. Mas estava sozinho e nunca me sentia completo. É então que caímos na ilusão de achar que podemos viver a sexualidade como os outros, mas, na verdade, a sexualidade só pode ser vivida na diferença sexual.

O que mudou concretamente na sua vida?

Antes, eu me sentia sempre inferior aos homens, porque a homossexualidade é invejosa. Agora, após descobrir que Deus me ama e que sou seu filho, querido e amado, não me sinto inferior a nenhum homem. Assim, depois de muitos anos, descobri a beleza da amizade masculina, que eu não trocaria pelas relações do passado – quando eu fingia estar me realizando.

Pessoas como você, que abandonam seu passado, não são muito queridas pela comunidade LGBT. Como você se relaciona com o universo que frequentava?

Eles me colocaram na lista negra. Ficam me ameaçando e me etiquetam de homofóbico, mas eu não teria sobrevivido junto deles: é um mundo de mentiras, que exteriormente se mostra alegre, mas dentro está cheio de raiva e tristeza. A maioria dos atos homofóbicos e dos insultos contra as pessoas com tendências como as minhas provêm de pessoas que têm feridas como as minhas, que gritam e vociferam porque são frágeis.

Os ativistas podem aplaudir quando você fala, mas você só é visto em sua sexualidade, como se fosse um animal ou um indivíduo de série B que precisa ter direitos especiais. É por isso que eu digo que somos os piores inimigos de nós mesmos. Na Igreja, no entanto, encontrei pela primeira vez alguém que me acolheu como pessoa, levando em consideração tudo o que o Philippe é.

Você costuma afirmar que a homossexualidade está se propagando. Por quê?

A identidade é cada vez mais frágil. Propaga-se porque o homem e a mulher, também os que moram juntos, muitas vezes não reconhecem a beleza da diferença e já não se encontram. Não sabem por que se casam, estão juntos mas ao mesmo tempo sozinhos, vivem a relação de maneira egoísta e não entram em comunhão. Só sobra o sentimento, enquanto este durar.

Por que os dois sexos se sentem tão distantes e alheios um do outro?

Penso que, quando se corta o vínculo com Deus, tudo se torna inimigo nosso, e então também surge a desconfiança entre o homem e a mulher. No entanto, as pessoas deveriam se casar para ajudar-se mutuamente a voltar Àquele que as criou: onde o homem não chega, chega a mulher. Do contrário, resta apenas a possessão que divide. E tudo isso prejudica os filhos. Se não partimos dessa consciência, nunca resolveremos o problema. Se jogamos a partida em outros campos, já a perdemos.

A que você se refere?

A ministra francesa de Justiça, Christiane Taubira, mãe da lei sobre o casamento gay, começou dizendo que era preciso distinguir entre casamento heterossexual e homossexual. Isso é uma mentira terminológica que não se ajusta à realidade e que não podemos aceitar. É preciso dizer que a heterossexualidade não existe: existem apenas o homem e a mulher, diferentes e complementares.

Além disso, não se deve excluir do debate a questão homossexual em si mesma. Se ela está se propagando, é responsabilidade de cada um de nós entender o que é e de onde vem, fazendo compreender o que estamos enfrentando. Pelo mesmo motivo, sempre digo que não é suficiente fazer um discurso cujo ponto de partida seja o direito das crianças, mas no qual se omite e tolera com indiferença as relações homossexuais. Só entendendo o sofrimento que deriva disso, e o fato de que se trata de uma amizade ambígua, incapaz de amor, se compreende que o único leito de crescimento para uma criança é a família com pai e mãe.

Inclusive nos casais do mesmo sexo mais estáveis, nos quais se busca o respeito, não há felicidade. Conheço alguns e muitas vezes são precisamente eles que me entendem. Durante uma conferência, um homem que vivia uma união estável há mais de 20 anos, me disse: “Como você tem razão!”. Outros se perguntam: “Mas que vida estamos vivendo?”. Quando a pessoa entende isso, já não pode dizer: “Coitados; vamos deixar que vivam como quiserem” e fazer o papel de “caridosos”, como ocorre hoje.

O que acontecerá com as crianças que crescem nesse novo modelo de “família”?

Se a criança não aprende a beleza da diferença, não será capaz de amar. Uma sociedade que finge exaltar as diferenças, mas depois as trata como uma ameaça, está educando uma geração que não saberá acolher o outro. Vivemos em um mundo que se recusa a encarar a realidade, com suas contradições e limites, como os da sexualidade – vista hoje como um perigo. Esta deformação da realidade humana está conduzindo a um colapso antropológico. E quanto mais avançarmos neste sentido, mais crescerão as formas de solidão, neurose e violência.

O que se pode fazer?

Respeitar a realidade e tentar voltar a entender sua finalidade. No que diz respeito a mim, eu digo que Jesus, sua verdade e a Igreja são o caminho para amar, ser amado e servir.

***

(Artigo publicado originalmente por Religión en Libertad) Via: Aleteia.

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30
mai

ANA PAULA VALADÃO PROFETIZA NOVO TEMPLO E AFIRMA QUE NAÇÕES APRENDERÃO A ADORAR ALI

por: Antognoni Misael


Durante o Congresso Internacional de Louvor e Adoração & Intercessão 2014, a líder Ana Paula Valadão deu uma boa notícia para os féis da Igreja Batista da Lagoinha: a construção de um novo templo que segundo ela será muitas vezes maior. Diria que uma “Lagoa Gigante”!

Este fato você pode assistir no vídeo abaixo, o qual por sinal me fez ponderar em alguns pontos em virtude de incoerências em relação a:

1) O uso de línguas estranhas contrariando as ressalvas encontradas em 1Co 14;

2) O fato da Ana Paula falar na primeira pessoa. Ocorre que os profetas ao darem o “recado” ao povo sempre utilizavam a expressão “Assim diz o Senhor”. Portanto, falar na 1ª pessoa como se fosse o próprio Deus tem mais a ver com incorporação do Espírito (e Paulo ainda ratificou que os espíritos dos profetas estão sujeitos a estes, e não vice-versa (1Co 14:32) – por isso não cabe a desculpa de que alguém entra em transe e falou em várias línguas sem perceber).

3) Ela diz que Deus “entrega uma chave, uma pedra”…simbolizando a construção do novo templo. Também diz que naquele local Ele fará “lugar de sinais, prodígios, maravilhas”. Em Atos 17.24 temos a certeza absoluta que Deus não habita mais em templos feito por mãos, por isso este frenesi por causa de um enorme lugar, quiçá, não significará absolutamente nada, há não ser um espaço geográfico maior com capacidade de juntar mais gente em baixo do mesmo teto. (Sem sacralização de paredes! Por favor)

4) Infelizmente ainda há na Lagoinha esta sina pela Batalha Espiritual. Durante o momento do suposto “aviso de Deus” sobre o novo prédio, Ana Paula convoca o povo pra marcar, “comece a marchar”! diz ela, além disso ela repreende toda palavra contrária e provoca o capeta dizendo “nós vamos contra ti satanás” (…) Como se as portas do inferno prevalecessem sobre a igreja #SQN!

5) Pra encerrar, o pior, Ana afirma que Deus teria dito que na nova casa “as nações iriam aprender a adorar ao Senhor”. Pasmem! Palavras impensadas, só pode ser!! Não custa relembrar que em João 4.21-22 o mestre Jesus afirma que a hora chegou cuja adoração não tem pré-requisito de lugar algum, mas sim quando em Espírito e em Verdade.

Sinceramente, oro pra que a Lagoinha e suas igrejas sejam benção nas mãos do Senhor. Que o Evangelho Simples, e nada mais do que isso, seja o foco de suas reuniões, até então recheadas de esquisitices, adereços desnecessários e por vezes conteúdos heréticos.

Que a Ana Paula e sua Lagoinha, mesmo pequena ou grande, não seja local de confusão, mas de clareza da Graça e Evangelho de Deus.

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Antognoni Misael

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