11
abr

Memorando para Conservadores: Aceitar o “Casamento” Homossexual abre porta para o “Estatismo Ilimitado”

por: Compartilhamento


nancy-1Nota do editor do The Pearcey Report: Enquanto a chefia da Suprema Corte ouve os argumentos no Ato de Defesa ao Casamento e California’s Prop 8 esta semana, apologistas favoráveis ao “casamento” homossexual perguntam como tal arranjo traz algum dano à sociedade. Na realidade, há muito em jogo, e negativamente, para o indivíduo e para a sociedade como um todo, como Nancy Pearcey demonstra abaixo, em observações publicadas em 2011, antes da Conferência de Ação Política Conservadora, em Washington, D.C.

A coalisão conservadora tem sempre estado instável. E a homossexualidade pode ser a questão na qual ela se estilhaça.

Muitos grupos têm anunciado que irão boicotar a Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC) no próximo mês por conta da decisão de convidar o grupo ativista pró-homossexual GOProud para participar.

Os grupos dissidentes incluem Family Research Council, Concerned Women of America, The America Principles Project, American Values, the Center for Military Readiness, Liberty Counsel e the National Organization for Marriage.

Nem todos os conservadores apoiam o boicote. No Hot Air, Ed Morrissey opina que se retirando, os conservadores sociais criam a percepção de “que eles nem mesmo querem debater sua posição sobre a homossexualidade”.

Em Commentary, Peter Wehner diz que estes grupos poderiam dar a impressão de “que eles não têm os argumentos necessários apara vencer sobre os méritos”.

Infelizmente, muitos americanos já têm esta impressão – especialmente eleitores jovens. Um estudo de 2009 da Pew descobriu que 58% dos jovens adultos entre 18 e 29 anos apoiam o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, comparado a 39% da população nacional.

Ao demonstrar que não apoiam a causa, os conservadores sociais não estão desistindo, mas tomando um posicionamento público – que cria um fórum para fazer a causa deles mais efetiva. Eles devem tomar esta oportunidade para argumentar que a prática da homossexualidade tem um impacto negativo não apenas na família, mas também nos indivíduos – e que isto expressa um profundo desrespeito a identidade biológica de uma pessoa.

Biologicamente, psicologicamente, machos e fêmeas são claramente homólogos um ao outro. A anatomia reprodutiva e sexual do macho é obviamente desenhada para uma relação com a fêmea, e vice-versa.

A prática homossexual, portanto, requer a contradição de sua própria biologia. Ela desconecta a sexualidade da pessoa da sua identidade biológica como macho ou fêmea – o que exerce uma auto alienação e efeito de fragmentação na personalidade humana.

E a lógica da alienação não parará por aqui. A aceitação de relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo já é uma metástase de uma noção pós-moderna de sexualidade como fluida e mutável com o tempo.

Por exemplo, um artigo na Utne Reader destaca indivíduos que “saíram do armário” como homossexuais, mas foram atraídos mais tarde para relações heterossexuais novamente. O artigo cita o psicoterapeuta Bret Johnson explicando que as pessoas hoje “não querem se colocar dentro de nenhuma caixa – nem gays, heteros, lésbicas ou bissexuais”. Ao contrário, “elas querem ser livres para mudar suas mentes”.

O que estamos vendo, Johnson conclui, é “um desafio para a antiga, modernista forma de pensamento ‘Isto é o que sou, período’ e um movimento em direção à versão pós-moderna, ‘Isto é o que sou agora’.”

Em outras palavras, ontem eu era hetero, hoje eu posso ser homossexual, e amanhã posso ser bissexual. A identidade psicossexual de alguém é dita como estando em constante fluxo.

No passado, homossexuais empregavam a defesa de que tinham nascido daquela forma. Mas agora eles estão começando a abraçar a ideia pós-moderna de que você pode ser o que quiser ao longo do contínuo sexual.

Isto contradiz o conservadorismo em seu cerne filosófico. O Conservadorismo baseia os direitos humanos no reconhecimento de que existem certos dados inegociáveis na natureza humana, anteriores ao estado, e que o estado é obrigado a respeitar.

Como cientista político, Philippe Beneton explica que a igualdade conservadora “é fundada no reconhecimento do que é humano”. Em contraste, no liberalismo, a igualdade “é fundada na argumentação de que nada é especificamente humano” – que a natureza humana em si é uma construção social, algo que nós elaboramos à medida que vivemos, incluindo nossa identidade psicossexual.

Neste caso, entretanto, não há nada no indivíduo que foi dado, o qual o estado é obrigado a respeitar. O Liberalismo mina a base dos direitos humanos inalienáveis.

O boicote na CAPC é uma chance de destacar o que está em jogo. Jesse Hathaway do NewsReal Blog defende a CAPC, dizendo “Estou um pouco alheio ao porquê isto importa, o que uma pessoa faz na privacidade do seu quarto, ao ponto de que isto não me afete”.

Mas isto o afeta – e a todos também. Toda prática social é a expressão de suposições fundamentais sobre o que significa ser humano. Quando a sociedade aceita e aprova a prática, isto implica em se comprometer com a cosmovisão que apoia – tanto mais se a prática está consagrada na lei.

Se a América aceita a prática de “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, no processo irá absorver a cosmovisão que acompanha – a redefinição da personalidade humana como uma construção puramente social – o que abre a porta ao estatismo ilimitado, porque não há natureza humana que possa ser ofendida por um estado opressor.

Aqueles que resistem serão compelidos pelo estado a se enquadrar, ou enfrentar penalidades por “discriminação”.

Margaret Thatcher costumava dizer, “Primeiro você vence com o argumento, então você ganha o voto”. Em vez de ceder sobre esta questão, os líderes da CAPC devem estar vigorosamente levando a frente os argumentos do conservadorismo. Não apenas ganhar o voto mas preservar a fundação da República Americana.

***

Texto de Por Nancy Pearcey. Tradução: Jorge Alberto. Fonte: Anajure.

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08
abr

Não toqueis num ungido para não dar de cara com o fogo

por: Mikaella Campos


O que vocês acham da nova canção da Damares? Depois da música “Sabor de mel”, onde já falava sobre a vitória do cristão sobre as pessoas invejosas e sem compaixão, a cantora gospel agora vem com uma canção ainda pior. Só o nome da música me faz ter arrepio: Não Toque No Ungido. Cuidado, heim, gente! Não mexa com um ungido, como diz a letra dessa “obra de arte”, aquele que toca num crente vai dar de cara com o fogo, fogo eterno. Aiaiaiaiaiaiai.

***

Acho que já toquei em tantos “ungidos” que posso até ter me corrompido.

Aliás, tô começando a acreditar em maldição hereditária quanto o assunto é “Búsica Bostel”.

(Fonte: Minha Vida em Cristo sem Heresias)

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07
abr

Liberalismo, seu filho ecumenismo, Thalles Roberto no “Esquenta”

por: Compartilhamento


Thalles no Esquenta_

E levantou Ló os seus olhos, e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada, antes do Senhor ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o jardim do Senhor. E escolheu Ló para si, as campinas do Jordão.

“Apenas Ló… o homem justo”.

Não se enganem; de Deus não se zomba. Pois tudo o aquilo que o homem semear, isso ele colherá. – Lembre-se da esposa de Ló.

Não se ponham em jugo desigual com os descrentes: pois que comunhão há entre o justo e o injusto? E que comunhão há entre as luz e as trevas? Portanto saiam do meio deles e se separem, diz o Senhor, e não se contaminem. – Não sejam participantes com eles. Porque vocês estavam em trevas, mas agora estão na luz do Senhor: andem como filhos da luz: provando o que é aceitável ao Senhor e não tenham comunhão com as obras infrutíferas das trevas, mas antes as reprovem.
(Gn. 13:10-11, 2 Pe. 2:7-8, Gl. 6:7, Lc. 17:32, 2 Co 6:14,17, Ef. 5:7,8,10,11).

Intolerância é a palavra da vez. Está na boca do povo das mais variadas classes. Segundo o dicionário MiniAurélio, versão eletrônica, a palavra tolerância significa: “1. Que desculpa; indulgente; 2. Que admite e respeita opiniões contrárias à sua”. Já a palavra, acrescido do sufixo ‘in’, o antônimo intolerante, quer dizer algo contrário, algo ou alguém não tolerante. A definição de intolerante ainda está ligada à inflexibilidade, à intransigência, que por sua vez significa severidade.

O que é mais notório, é que nunca, intolerância está ligada à violência física ou verbal. Embora seu significado esteja ligado à inflexibilidade, – e muitos infelizmente fazem um link entre violência e intolerância –, ser inflexível, rígido, não significa ser violento. O que nos leva a questionar o que é violência, então? (Isto fica para outra oportunidade). Mas vamos sim, pensar um pouco sobre intolerância e violência.

Desrespeitar não é uma atitude louvável, mesmo que haja divergências de opiniões entre as partes, é necessário respeito. É senso comum atualmente, ligar intolerância à violência. É possível discordar de alguém sem lançar mão da violência. Não há motivos para tal atitude grotesca. Pensemos um pouco sobre as questões em pauta na nação brasileira, por exemplo, intolerância religiosa. Embora a nação brasileira seja laica, há aqueles que defendem sua crença fazendo agressões à fé alheia, seja física ou verbal.

Para nós cristãos, devemos entender que a nossa regra de fé e prática, autoridade final é a Bíblia, escrita por homens inspirados pelo Espírito Santo, sendo a Palavra de Deus para o homem e a revelação suprema de quem Deus é e o Seu plano para a vida do ser humano.

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”. 2 Tm. 3:16,17.

“Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”. Hb. 4:12

“Ecumenismo é o processo em busca da unidade. O termo ecumênico vem do grego oikouméne, designando “toda a terra habitada”. Então, num sentido mais restrito seria a união em favor da unidade das igrejas cristãs, e no sentido lato a unidade entre as religiões. O Dicionário Aurélio define ecumenismo como movimento que visa à unificação das igreja cristãs (católica, ortodoxa e protestante). A definição eclesiástica, mais abrangente, diz que é a aproximação, a cooperação, a busca fraterna da superação das divisões entre as diferentes igrejas cristãs. Do ponto de vista do Cristianismo, pode-se dizer que o ecumenismo é um movimento entre diversas denominações cristãs na busca do diálogo e cooperação comum, buscando superar as divergências históricas e culturais, a partir de uma reconciliação cristã que aceite a diversidade entre as igrejas”.[1]

Assim, é o processo em busca da unidade. Mas em nome de uma unidade entre religiões diferentes a igreja cristã entra num processo de apostasia.

No ano de 1930, o missionário americano David McGraven, foi inquietado por uma pergunta: “Por que algumas igrejas crescem e outras não?”. Em busca da resposta, percorreu vários países e continentes, igrejas em busca da resposta. Tão apaixonado pelo tema começou um instituto de pesquisa de crescimento de igrejas. Mais tarde, em 1969, o Seminário Fuller na Califórnia o convidou para ir à Califórnia, e abriu ali instituto. Naquela época a Igreja Cristã estava enfrentando dois grandes problemas: o liberalismo e o seu filho legítimo, ecumenismo. A igreja estava sendo devastada por estas duas frentes. E a Igreja perdeu seu rumo.

Na Europa, o liberalismo entrou nos seminários, foi para os púlpitos e o que tem surgido deste processo são as conhecidas dead churches (igrejas mortas). Pois o liberalismo teológico relativiza a Palavra, relativiza o pecado e relativiza a verdade. Neste processo, surge o ecumenismo, pois ele sutilmente prega que a verdade pode estar nos dois lados. Tanto um como o outro.

No Canadá, há igrejas que tem apenas quinze ou vinte membros e cultos a cada três meses. Igrejas mortas. Igrejas onde o liberalismo entrou e seu filho legítimo cometeu “assassinato”.

Recentemente (17/03/2013) o cantor Thalles Roberto esteve no programa “Esquenta” da Rede Globo. O tema do programa neste dia era sobre tolerância. A apresentadora perguntou a Thalles se a igreja dele era tolerante, e o mesmo respondeu que era, pois a sua igreja o aceita como ele é. O programa falou sobre a importância da tolerância entre as religiões, portanto levou ao ar um meio encontro entre crenças.

A Igreja de Cristo, tem se enamorado pelas coisas do mundo, deste século, e pelo pragmatismo (aquilo que dá certo, aquilo que é mais fácil). Faz uso de métodos com o objetivo de alcançar almas, mas que na realidade sua eficácia se torna em piedade morta. A mídia tem tentado inculcar-nos que é mais fácil tolerar do que confrontar, mesmo que seja em amor. Nisto, em nome da tolerância, a Igreja tem dado as mãos à outras religiões, participado de eventos ecumênicos como se fosse a coisa mais certa a se fazer. Afinal precisamos de um mundo sem violência, um mundo hoje haja paz. Mas não entendeu que violência e intolerância não são a mesma coisa.

Indignado com o que vi, postei no Facebook: “Ecumenismo maldito”. Um colega questionou o que Jesus teria dito sobre isso? A verdade é que para vermos o que Jesus teria dito basta olharmos para as Escrituras:

“E ao anjo da igreja de Tiatira escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem seus olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes ao latão reluzente: Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras. Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria. E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição; e não se arrependeu. Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras.” Ap. 2:18-22

Releiamos o texto exposto no início deste post:

“Não se ponham em jugo desigual com os descrentes: pois que comunhão há entre o justo e o injusto? E que comunhão há entre as luz e as trevas? Portanto saiam do meio deles e se separem, diz o Senhor, e não se contaminem. – Não sejam participantes com eles. Porque vocês estavam em trevas, mas agora estão na luz do Senhor: andem como filhos da luz: provando o que é aceitável ao Senhor e não tenham comunhão com as obras infrutíferas das trevas, mas antes as reprovem. (Gn. 13:10-11, 2 Pe. 2:7-8, Gl. 6:7, Lc. 17:32, 2 Co 6:14,17, Ef. 5:7,8,10,11)”.

De Deus não se zomba. Não se enganem!

Não estou defendendo a violência e tampouco a falta de educação. Mas em nome de uma educação socialmente moral e uma tolerância religiosa, a Igreja de Cristo acaba por vender sua consciência e se esquece da verdade. É impossível haver comunicação religiosa entre cristianismo e outra religião. Embora, particularmente respeite a opinião do outro e sua escolha. Mas isto não me impede de pregar o Evangelho como ele é, e dizer a verdade, ainda que doa e pareça soar, eu disse, PAREÇA soar intolerante.

O verdadeiro cristão é tolerante com pecadores, mas intolerante com o pecado. Tolerante com a ignorância da cruz e do Evangelho, porém intolerante com o que contamina, intolerante com heresias e o que o afasta da cruz. Mas em amor, sem violência. Em amor pregando a verdade e apenas a verdade, custe o que custar.

“E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições”. 2 Tm.3:12

Não sejamos como a esposa de Ló – desobedientes, cegos e encantados pelas coisas fáceis e aparentemente bonitas.

Não viremos uma estátua de sal.

Tolerante e intolerante,

Em Cristo e em paz,

Anderson Alcides

*******************

[1] Wikipédia.

***

Então pessoal, deixo pra vocês comentarem também o que acharam desta participação do Thalles no “Esquenta”. Vocês concordam com a perspectiva do autor quando faz uma relação entre o ecumenismo, igreja e a proposta do programa da Regina Casé?

O texto é de Anderson Alcides, que é Tradutor e Intérprete afiliado à ABRATES – Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes, e assim como editor do Blog A voz no deserto.

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02
abr

O Amor é a Única Condição

por: Jofre Garcia


amor“Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros”
(João 13.35)

Existe uma sublime condição para que possamos nos tornar discípulos de Cristo Jesus: amar!

Não é o sentimento romântico despertado pelas paixões carnais e extrapoladamente explorado pelas mídias e pelo consumismo das emoções como produto encaixotado nos balcões mercadológicos. Esse amor idealizado como dádiva divina (Gênesis 2.24), foi transformado em sentimentalismo pedante e promovedor de lucros ao mercado midiático, e agora transformado em relacionamento descartável e irresponsável.

Não é esse o amor dos discípulos.

Não é simplesmente a simpatia, o respeito, o fato de “gostar” do está escrito na Bíblia e ter o Cristo como um patamar de líder espiritual. Ou mesmo ser “amigo” do Evangelho. Não se trata de um amor de filiação, no qual amamos “apesar de” por causa dos laços sanguíneos que nos prende uns aos outros nas fronteiras da família, pois isso, qualquer um tem ou faz (Lucas 6.32-34).

Não é esse o amor dos discípulos.

Amar com o propósito de atingir alvos de sucesso, de garantias de retribuição. Amar porque é a maneira de escapismo ou porque a promessa de galardão é satisfatória e sedutora, não tem utilidade na economia do Evangelho. Esse é o amor das seitas, das barganhas espirituais, dos lucrativos negócios feitos em Nome de Deus. Esse é o amor a própria pele e cheio de conveniências, é o amor que na superfície dos lábios se encontra (Mateus 15.8; Romanos 12.9).

Não é esse o amor dos discípulos.

O amor imprescindível aos discípulos de Cristo é o amor que encontra n’Ele o exemplo, o modo e a prática, para ser exercido dia a dia e sem o qual nada vale a pena (1ª Coríntios 13.1-3). As características desse amor são: a) com toda força, entendimento, sentimento e espiritualidade centrados num alvo: Deus, e revertido como prática palpável ao próximo (Lucas 10.27); b) é verdadeiro, real, sem segundas intenções e promovedores das mais dignas atitudes quanto ao próximo (Romanos 12.9-21; João 15.13; 1ª João 3.16-18); c) é a disciplina a ser buscada, o caminho excelente, o dom supremo (1ª Coríntios 13.13; 1ª João 4.7-8).

O amor dos discípulos não é uma opção, mas uma condição intrínseca de quem segue a Jesus (João 3.12; 1ª João 4.8). É o amor, e nãos as conquistas, vitórias ou a capacidade intelectual que nos caracteriza como cristãos, mas o amor que vivemos de fato uns com os outro e indo além alcançando a todo próximo.

***

Jofre Garcia é amigo, irmão em Cristo, e escreve no Auxílio do Alto.

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02
abr

Ser gay ou não ser, eis a questão

por: Antognoni Misael


21.05.09...homoseksualnost...gej...Foto: IstockphotoO assunto sobre “ser gay” continua com tudo na mídia… O disco não vira. Que Chatisse.

Quem é gay e acha que isso é normal, viva sua orientação, só não me chame de homofóbico por não concordar. Quem não é, viva sua heterossexualidade, mas trate e respeite quem é homossexual, pois orientação sexual não anula a personalidade boa de alguém.

Há gays honestos, competentes, educados, piedosos, assim como há heteros quem não valem um centavo.

É preciso que se reconheça isso.

Mas…Quanto ao que a Bíblia diz, não tenho dúvidas, ela reprova sim essa orientação.

Se um gay não acha essa informação relavante, tudo bem, eu e tantos não o chamaremos de “bibliofóbicos”. Afinal, Vivemos num Estado Democrático quanto a liberdade religiosa.

Sendo assim, ninguém não é obrigado a seguir a orientação padrão que a Bíblia indica.

No mais, tudo tranquilo.

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28
mar

Gladir Cabral e Jorge Camargo no Som do Céu 2013

por: Antognoni Misael


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Bem queria eu estar aí junto com esses irmãos compartilhando de momentos tão agraciados como esse. Gente boa, Música boa, paz e comunhão.

Este vídeo está quentinho, foi gravando ontem (27/03) no evento Som do Céu, Belo Horizonte-MG.

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26
mar

Nem 8, nem 80!

por: Compartilhamento


nem 8 nem 80O ser humano, geralmente, vive de extremos, e nesse caso específico ou se vive uma perspectiva legalista, baseada nos usos e costumes, descolada de uma santidade interior, ou se vive uma perspectiva mundana, totalmente descolada daquilo que a Bíblia ensina no que diz respeito ao bom senso e ao equilíbrio. Ser cristão em nossos dias é algo muito desafiador, principalmente para os homens,pois somos atraídos fortemente pelo pelo visual. Para nós (homens), só nos resta mortificar os nossos membros, guardar o nosso coração e suplicar a Deus para que nos ajude na tentação! Para mulheres cristãs aconselho moderação e bom senso, e sigam o conselho do apóstolo Paulo: “Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso…”1Tim. 2:9

***

Reflexão do Pastor Euder Faber via Face.

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